<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252</id><updated>2012-02-17T03:42:17.641-03:00</updated><category term='Agradecimentos'/><category term='Surtos'/><category term='From S2'/><category term='Profissionalmente falando'/><category term='Momento (quase) totalmente nerd'/><category term='Music Baby'/><category term='Pra refletir'/><category term='Eu preciso dizer...'/><category term='Familiares'/><category term='Cotidiano'/><category term='GLS'/><category term='Questão de opinião (ou não)...'/><category term='Selos'/><title type='text'>Sinapses</title><subtitle type='html'>"Um certo Sistema Nervoso humano que (quase) dá a cara à tapa, e as idéias também)..."</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>79</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-5852895907819121492</id><published>2011-10-13T16:48:00.001-03:00</published><updated>2011-10-13T16:49:40.561-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissionalmente falando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pra refletir'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><title type='text'>FISIOTERAPIA: PROFISSÃO NA CONTRA-MÃO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.nosdasgravatas.com.br/218-579-thickbox/pin-fisioterapia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.nosdasgravatas.com.br/218-579-thickbox/pin-fisioterapia.jpg" width="257" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Encare esta realidade, seja você um fisioterapeuta ou não: se a Fisioterapia existe é por determinação e muita teimosia. O instinto de sobrevivência que mantém viva a minha profissão é quase a mesma de um sujeito desesperado, jogado num rio com correnteza e que precisa sozinho nadar exaustivamente e lutar pra viver. Achou dramático? Então leia o texto completamente, prometo te fazer pensar a respeito...&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Se eu pudesse resumir a Fisioterapia, e isso não é fácil, diria que ela é um misto de arte e ciência. É ciência porque, através da química, física e biologia, você começa aprendendo como o corpo funciona em condições normais; depois aprende como ele funciona em condições adversas como doenças e morbidades; depois conhece um pouco do que as outras profissões da saúde (medicina, enfermagem, psicologia, fonoaudiologia, etc...) podem fazer pra resolver essas condições adversas; e, finalmente, aprende o que você como fisioterapeuta pode fazer pra cuidar e melhorar a situação e a qualidade de vida do paciente, com ajuda das mãos (grande ferramenta!) e alguns aparelhos. Parece uma profissão tapa-buraco, mas não é: existem inúmeras doenças e lesões que só podem ser tratadas adequadamente com a atuação exclusiva de um fisioterapeuta e mais outra infinidade de circunstâncias práticas aonde o paciente chega ao fisioterapeuta quando nenhuma outra área da saúde conseguiu ter sucesso em tratar, melhorar ou amenizar seus problemas. Eu também a defino como arte porque não é nos livros que se encontra a “receita mágica” pra tratar de pessoas que precisam da sua ajuda: um abraço no momento certo, a bronca necessária, a conquista da confiança, a explicação difícil facilitada por meio de palavras populares, a conversa de conscientização com os familiares e o apoio dado em horas em que o paciente perde a fé na própria recuperação; nada disso é aprendido em termos de “evidência científica”, é tudo questão de auto-inclinação e muita prática.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A verdade é que a Fisioterapia não é aquela clássica profissão de salvar vidas (embora muitos o façam, sobretudo os que trabalham em UTI e com urgência e emergência), mas sim a profissão de cuidar de pessoas de carne, ossos, mente e coração, de diminuir suas dores e seus desconfortos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sim, é muito bonito ser fisioterapeuta. Só não é nada bonito o lugar que ocupamos dentre as áreas da saúde. A atual tabela oficial de pagamentos do fisioterapeuta ainda é de 1992 e, apesar da salgada anuidade da carteira e afiliação com o CREFITO (Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional), pasmem: muito pouco é feito pelos Conselhos Regionais e pelo Federal em termos de conquista e luta pelos nossos direitos e a sociedade praticamente desconhece sua existência, sua atuação é mínima e invisível, se comparada com o CRM (Conselho Regional de Medicina) e o COREN (Conselho Regional de Enfermagem), por exemplo. Os planos de saúde pagam por sessão (que varia de 30 a 60 minutos, em média) um valor com mais de 10 anos sem reajuste que varia entre 6 e 12 reais. É menos do que um pedreiro ou uma manicure ganham por hora e, sem a menor intenção de ofender tais profissões, é conveniente lembrar que passamos 4 anos na faculdade (recentemente diminuído de 4 anos e meio). Quando saímos dela, enfrentamos a desvalorização profissional, o desemprego generalizado da área, a humilhação e a semi-escravidão em clínicas particulares ou lutamos por concursos que oferecem 1 ou 2 vagas e, quando conseguimos um emprego, recebemos de 5 a 12 vezes menos que um médico com carga horária de trabalho até 30% menor. Isso é um exemplo real: a minha história profissional.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como se não bastasse, a Fisioterapia ainda é uma profissão pouco reconhecida socialmente. Quando o é, adquire caráter de tratamento “adicional”, “opcional”, “alternativo” ou “de luxo”. Os pacientes ainda acham que só precisam procurar um fisioterapeuta uma vez por mês, ou quando sobra dinheiro, ou quando acreditam que precisam relaxar com uma bela massagem, ou quando sobra tempo na agenda corrida do dia-a-dia, ou quando os remédios já não fazem mais efeito, ou quando nada mais resolve seu problema e aquela lesão crônica já não tem muitas esperanças de ser curada. Para sociedade, basicamente, a Fisioterapia é necessidade de ricos, desocupados ou desesperados por um milagre. Esse pensamento totalmente equivocado custa caro para o paciente, para suas famílias, para os empregadores, para os cofres públicos e para a previdência, pois o que tem de absenteísmo e aposentadoria de gente incapacitada de trabalhar por dores (que poderiam ter sido tratadas por completo alguns meses ou anos antes) é quase incalculável. Só que esse dinheiro curiosamente não cai nos bolsos dos fisioterapeutas...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esquecendo um pouco a questão financeira, a Fisioterapia é uma profissão de teimosos apaixonados que lutam contra a real vontade dos pacientes. Você não vai acreditar, mas os pacientes em sua grande maioria NÃO QUEREM se curar. Ao invés disso, eles querem SER CURADOS, e existe uma profunda diferença entre as duas coisas. Com essa cultura capitalista, imediatista e terceirizada, o paciente se aliena totalmente de sua responsabilidade primária, constante e ativa sobre sua própria saúde. O que eles realmente desejam são pílulas milagrosas que curem as consequências de todos os atos irresponsáveis que eles mesmos cometem diariamente e, de preferência, que seja agora, imediatamente, já! O que eles querem é deitar confortavelmente sobre uma maca, fechar os olhos, esquecer que os problemas do mundo existem e transferir a responsabilidade da cura e manutenção da sua saúde para um terceiro ­­– o fisioterapeuta – pra que este massageie, alongue, mobilize, fortaleça e reabilite o que for necessário. E a dor deve sumir, do contrário eles nem voltam. A saúde do Brasil ainda tem foco na atenção secundária e terciária, ou seja, tratar a doença/morbidade e reabilitar o paciente para evitar/amenizar as possíveis sequelas. Mesmo com tanto investimento, muito pouco é feito na base da pirâmide – na prevenção, educação e conscientização. Como consequência, a sociedade dá pouco valor à manutenção da saúde e supervaloriza a cura.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Isso torna o já difícil trabalho de um fisioterapeuta no 13º trabalho de Hércules (seria essa a explicação numerológica do dia do fisioterapeuta?). O paciente sente a dor e se auto-medica, depois de meses nesse padrão vicioso, o medicamento perde o efeito e finalmente a ida ao médico não pode ser mais adiada. Do intervalo entre o surgimento da dor e o encaminhamento pro serviço de Fisioterapia mais próximo, a lesão que era facilmente resolvida torna-se crônica e complexa. Como se não bastasse, existe uma recusa enorme em aderir plenamente ao tratamento, incluindo uma atividade física regular, exercícios e alongamentos específicos diários, cuidados posturais e auto-preservação. Responda rápido: você conhece quantas pessoas que fazem exercícios regularmente, cuidam da alimentação, dormem bem e adequadamente e fazem exames esporádicos de prevenção?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Finalmente, existe outro grande problema: muitos pacientes não desejam a cura e a melhoria de suas dores. Esse grupo infelizmente nem tão pequeno de pessoas quer remover seus sintomas, não as causas destes. Isso geralmente acontece porque, de alguma forma, estar doente ou sofrendo acaba trazendo um benefício bizarro. Pode ser uma aposentadoria, um repouso pra quem não aguenta mais o trabalho e às vezes pode ser simplesmente atenção e carinho dos familiares. Ok, os pacientes podem até querer que suas dores passem, mas apenas no plano prático das coisas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A ciência já evoluiu muito na área da neuropsicoimunologia, ou seja, a conexão existente entre o sistema nervoso de uma forma geral, o sistema de defesa corporal e a psique humana. Existem diversas evidências de que condições puramente psico-sociais ruins podem se manifestar em condições físicas ruins, como dores e os mais diversos sintomas clínicos, que são englobados nas chamadas doenças psicossomáticas. Além disso, existe um fator psicológico em qualquer condição adversa à saúde, seja causando, piorando ou interferindo no processo de uma forma geral. Nesses casos, os pacientes podem aderir bem ao tratamento convencional medicamentoso, cirúrgico e físico, mas não alcançam a cura ou melhoria dos sintomas porque não são capazes de resolver seus problemas familiares, emocionais, afetivos, financeiros, espirituais, profissionais, etc. Muitos pacientes não melhoram apenas porque não acreditam ser capazes de melhorar ou porque estão inconscientemente presos à necessidade de estar doente, seja por algum benefício, por auto-punição ou por qualquer outro motivo oculto. O fato é que os humanos adoecem não só pelo que acontece dentro do que é real, mas também pelo que é virtual, subjetivo, possível e/ou imaginário. Já ouvi um caso curioso de uma senhora que acendia velas pra que uma determinada personagem da novela melhorasse de vida e não sofresse tanto; parece ridículo, mas parem pra pensar nas consequências que esse tipo de interferência pode causar na vida de um paciente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Pra finalizar a reclamação: sabe quem vai passar de 30 a 60 minutos conversando com o paciente enquanto está avaliando, massageando, alongando, fortalecendo, mobilizando e reabilitando? Sabe qual profissional da saúde tem tempo e contato suficiente pra descobrir que tem algo errado com a cabeça, com as pessoas e com o meio em que o paciente vive, e não só com seu corpo? E sabe quem NÃO TEM esse tipo de preparo psicoterapêutico adequado na faculdade, pra ser capaz de se proteger psicologicamente e pra encontrar e identificar as necessidades neuropsicoimunológicas do paciente? E então, ainda acha que fui dramático no começo do texto?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sim, a Fisioterapia anda na contra-mão e vai continuar assim se uma série de fatores não forem mudados logo, logo. A sociedade precisa conhecer e reconhecer a importância da Fisioterapia, não só como a brincadeira sem graça de que são massagistas profissionais: sim, somos excelentes massoterapeutas, mas fazemos muito mais, indiscutivelmente. Os governantes precisam nos dar um lugar decente e que já é merecido, não apenas esses cargos “de favor” ou complementares, pois se a sociedade ainda sofre com os efeitos da nossa ausência, é porque existem poucos fisioterapeutas atuando por número de habitantes e isso é uma triste realidade. O nosso próprio conselho deveria atuar muito mais a favor dos nossos interesses, estar bem mais presente na esfera política do governo e tomar decisões mais impactantes e ousadas. Se os médicos entram em greve, a população enlouquece e a mídia se escandaliza; se fisioterapeutas entram em greve, a sociedade ri alto. É justo?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E, por fim, é necessário muito mais interesse da própria classe em mudar a própria realidade. Inúmeros fisioterapeutas sentem uma inveja reprimida dos médicos, mas poucos deles conscientizam-se que é mostrando a nossa atuação e lutando pelos nossos direitos é que será possível alcançar nosso próprio espaço. Difamar ou inferiorizar outras áreas da saúde não vai melhorar nossa situação. Quantos fisioterapeutas fazem valer a pena o que aprenderam na faculdade? Quantos fazem uma residência decente, se especializam, se atualizam, fazem cursos complementares, se mantém estudando após a faculdade e antes de procurar emprego? Quantos fisioterapeutas se recusam a lucrar com “choquinho”, “gelinho” e “massagenzinha” de 10 minutos, feitos em 10 pacientes por vez, prejudicando a imagem da profissão e enganando pessoas apenas pra aceitar a esmola de seis, eu disse SEIS REAIS por sessão? Os que eu conheço, contos nos dedos, talvez de uma única mão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No dia 13 de outubro, dia do fisioterapeuta, eu percebi que só comemoro essa homenagem por amor, um amor que eu nem sabia que tinha pela profissão que acidentalmente escolhi e pela qual me mantenho apaixonado todos os dias. Reconheço que não sinto um pingo de orgulho pelos que representam minha classe profissional de uma forma geral; onde existem tantos maus profissionais; onde a ética interprofissional é tão pouco praticada; onde existe um fisioterapeuta oportunista se oferecendo por metade do salário na vaga daquele outro colega, que foi demitido por organizar uma manifestação a nosso favor; e que ainda briga pra definir quem é o melhor entre “generalista”, “intensivista”, “RPGista”, “osteopata”, “hidroterapeuta” e etc. Ainda tenho esperanças de que, no futuro, a Fisioterapia seja devidamente reconhecida e valorizada, mas até lá, todos os fisioterapeutas, de qualquer especialidade e qualquer lugar, precisam entender que o que nos une é muito maior do que aquilo que nos separa. Pensem nisso...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;FELIZ DIA DO FISIOTERAPEUTA!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;#13outubro&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-5852895907819121492?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/5852895907819121492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=5852895907819121492&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/5852895907819121492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/5852895907819121492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2011/10/fisioterapia-profissao-na-contra-mao.html' title='FISIOTERAPIA: PROFISSÃO NA CONTRA-MÃO'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-1111228166967667385</id><published>2011-10-08T01:34:00.001-03:00</published><updated>2011-10-08T01:48:02.016-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Momento (quase) totalmente nerd'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pra refletir'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>THE POWER OF GOOD-BYE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vFDSPV36Dno/THfD5ODpa1I/AAAAAAAAASk/CGZO2L9d-FA/s1600/efemero-adeus1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="290" width="390" src="http://3.bp.blogspot.com/_vFDSPV36Dno/THfD5ODpa1I/AAAAAAAAASk/CGZO2L9d-FA/s1600/efemero-adeus1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Nesses últimos dias parei pra pensar no poder do adeus — mas não o "adeus" usual, o até logo que serve de intervalo entre os encontros. A propósito, já perceberam que só nos despedimos com o pesado e formal "adeus" quando temos a intenção de torná-lo definitivo? Tamanho é o poder do adeus que até temos receio de usá-lo, afinal, significa abandonar permanentemente algo/alguém...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma de suas melhores músicas (a que entitula o post), Madonna diz que não existe maior poder do que o poder do adeus. E eu quase chego a concordar. É claro que eu não me refiro apenas às despedidas definitivas; o verdadeiro poder do adeus é o poder do eterno e constanta desapego!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia criamos muitas necessidades "de vida ou morte". Francamente: até comer, beber, dormir, respirar e excretar, que são necessidades humanas reais, sofrem alguma tolerância mínima e, dentro dos limites, podem ser adiados. Entretanto, nossas maiores necessidades cotidianas tornaram-se irrelevantes: ter uma roupa nova para uma festa, assistir ao filme tal, ter um namorado constantemente, comprar a novidade tecnológica da moda, acessar o Facebook 2 vezes por dia, assistir ao último episódio de True Blood, etc etc etc...  eu mesmo mantenho boa parte dessa lista como algo de moderada importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, isso é algo natural: como humanos que somos, criamos vínculos com aquilo que nos agrada. Se uma experiência é (dentro nos nossos parâmetros) prazerosa, então temos vontade de repeti-lá, mesmo que não seja algo plenamente saudável. E convenhamos que isso acontece com uma freqüência absurda, ao conhecer pessoas, ao degustar comidas e bebidas, ao experimentarmos novos lugares, ao interagirmos com objetos, etc. O problema é que nossos vínculos quase sempre ultrapassam o limite do prazer pro patamar de "apego necessário". Basicamente, um vício em pequena ou grande escala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, eu não estou aqui pra fazer a linha falso-moralista do desapego material, da abstinência sexual, do anti-alcoolismo ou anti-tabagismo e afins. Acho que esse modelo cristão de ver as coisas é absolutamente prejudicial, tornando todas as formas de prazer em pecados capitais. Séculos de privação global do prazer humano tornaram nossa sociedade hipócrita, preconceituosa, auto-punitiva e infeliz, e se existe algum tipo de "salvação" depois de todo esse desgosto, acredito firmemente que ela não me apetece e não vale a pena. Sim, meu sobrenome poderia ser "hedonismo", desde que praticado com moderação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande problema do nosso apego desmedido é que ele adquire caráter de necessidade. Não basta gostar de chocolate, é necessário ter uma dose à disposição o tempo todo ou com uma freqüência estável e fixa, caso contrário, ficamos frustrados. O exemplo acima ilustra a forma como tratamos as coisas que nos proporcionam algum tipo de prazer: primeiro apreciamos uma experiência, depois desejamos repeti-la, depois precisamos de uma freqüência estável em nossas vidas e, antes que possamos perceber, uma interrupção ocorre e entramos em algum grau de abstinência, sofrimento e frustração pela ausência do que desejamos. Façam uma auto-avaliação e perceberão que isso acontece a toda hora, todos os dias e com as coisas mais bobas. A melhor prova disso são as marcas: quantas vezes e quantas marcas você experimenta de um determinado produto antes de decidir qual é o melhor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E finalmente entrando no foco do assunto, vocês observaram como é realmente grande o poder do adeus? O poder de dizer adeus às coisas sem sofrer com o fato? A capacidade de aproveitar uma circunstância de prazer e apenas apreciá-lá como se fosse a última vez, ao invés de criar vínculos de necessidade que provavelmente terminarão em frustração? Imaginem quanto sofrimento social, afetivo, financeiro, material e sexual evitaríamos. Imaginem quantas situações de lamento e perda deixariam de existir. Imaginem como iríamos encarar melhor situações de perda e roubo material, términos de relacionamentos, falecimentos de entes queridos e similares. Imaginem ainda como nossas vidas seriam mais intensas, emocionalmente falando: iríamos aproveitar o que já consideramos como "bobagens cotidianas" com muito mais vida, como um nascer/pôr do sol, um sorvete de creme, um abraço de quem a gente ama, um pequeno capricho ou conquista realizada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ao chegar a essa conclusão, do quão poderoso é o poder do adeus, eu percebo o quanto ainda somos pouco evoluídos emocionalmente e, por que não, espiritualmente; o quanto ainda temos que aprender; e, principalmente, o quanto uma maioria esmagadora de humanos vai continuar reclamando da vida e se sujeitando a auto-punição apenas porque não foram capazes de aprender algo que sempre esteve diante dos olhos, mas não foi visto.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-1111228166967667385?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/1111228166967667385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=1111228166967667385&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/1111228166967667385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/1111228166967667385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2011/10/power-of-good-bye.html' title='THE POWER OF GOOD-BYE'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vFDSPV36Dno/THfD5ODpa1I/AAAAAAAAASk/CGZO2L9d-FA/s72-c/efemero-adeus1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-3989464454906480974</id><published>2011-09-03T16:12:00.000-03:00</published><updated>2011-09-03T16:12:36.278-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pra refletir'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>30 CONSELHOS GRATUITOS</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_BnGsyb4rTpI/TKPntY-BaTI/AAAAAAAAAl8/XKxaL4ngSGQ/s400/vela3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_BnGsyb4rTpI/TKPntY-BaTI/AAAAAAAAAl8/XKxaL4ngSGQ/s320/vela3.jpg" width="282" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;1- Saia cedo de casa, pra aprender a vida na prática. Isso não quer dizer que você vai fugir de casa nem se tornar um vagabundo de rua. Interaja com os outros, aprenda com o que é diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Fuja da sua zona de conforto sempre que possível. Inteligência se adquire com treino, paciência e disciplina. Sabedoria se adquire com vivência, maturidade e experiência. Prática só se adquire praticando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Formule bem cedo suas bases, à&lt;br /&gt;medida em que você começar a compreender que "certo" e "errado" são relativos. Modifique-as sempre que julgar necessário. Conheça a si mesmo, sua ideologia, sua espiritualidade (ou a ausência dela), seus limites e suas verdades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Tenha sempre em mente que suas bases e verdades são individuais. Valem pra você e pra sua forma de ver o mundo. Desista de aplicá-la a todos. Desista de moldá-la pra abraçar a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- A durabilidade das suas bases dependem do seu grau de informação, auto-conhecimento e argumentação, em primeira e terceira pessoa. A morte de uma certeza equivocada dá lugar a uma série de dúvidas sadias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6- Teimosia e convicção são coisas diferentes e suas fronteiras estão bem distantes, não misture-as.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7- Seja tolerante com as diferenças alheias, mas não seja complacente nem condescendente demais. Existem diferenças que devem ser entendidas e aceitas, mas também existem defeitos que são inadmissíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8- Se um comportamento alheio te parece reprovável, observe se ele pode ser explicado, compreendido ou modificado. Ajude os outros a melhorarem aquilo que os limitam. Afaste-se daqueles que não desejam melhorar, remova-os da sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9- Verifique também se sua condenação ao comportamento reprovável é justa e se não carrega valores pessoais ou preconceituosos. Nesse caso, conscientize-se ou busque ajuda para superar sua conduta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10- Não seja hipócrita e nem traia seus valores. Não se transforme naquilo que você rejeita. Não se permita agir de forma contrária ao que você acredita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11- Não aja sempre por impulsos, mas também não aprisione seus instintos. A emoção e a razão são faces de uma mesma moeda, que perderia o valor se fosse cortada ao meio. O equilíbrio é a direção da evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12- Não guarde rancores, ressentimentos, lutos, derrotas ou decepções: elas tem o poder de te adoecer física e mentalmente. Expresse-os de alguma forma, ritualize-os em algum momento. Faça as pessoas perceberem externamente sua dor ou seu ódio e, dessa forma, encontre um meio de arrancá-los de dentro de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13- A liberdade é, sem dúvidas, o maior presente e a maior responsabilidade que pode ser alcançada por um humano. Busque-a, aprenda a ser livre sem aprisionar ninguém nesse processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14- Tudo o que você faz tem um preço e uma consequência que se reflete em você mesmo, nas pessoas ao seu redor e no lugar onde você vive: isso ocorre em maior ou menor grau e não deve ser ignorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15- Não permita que suas crenças roubem de você o direito de sentir prazer, a menos que essa realmente seja a sua vontade. Coma, beije, ame, prove, transe, dance, beba, jogue, gaste e aventure-se. Só não se esqueça que tudo tem um preço (pra você, pros outros e pro mundo) e, de preferencia, ele não deve ser maior que o grau de prazer obtido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16- Não se sinta forçado a fazer aquilo que te desagrada descaradamente. Existe uma grande diferença entre respeitar e participar de convenções sociais ou aceitar gentis convites e anular-se para exclusivo proveito alheio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17- Não deixe de se amar fisicamente, intelectualmente, profissionalmente, socialmente e psicologicamente. Não permita que leis externas ditem como você deve ser: seu maior compromisso é agradar a quem você olha no espelho, ninguém mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18- Entretanto, não se permita acreditar que, do jeito que você já está, já é bom o suficiente. O amor-próprio deve ser dinâmico e inovador. Comodismo é a direção da regressão ou, no mínimo, estagnação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19- Busque o equilíbrio entre a arrogância e a humilhação, quase sempre a humildade corresponde à faixa de divisão entre elas. Entretanto, aprenda o bastante pra saber o momento de ser arrogante contra quem se coloca acima de você e acolhedor com quem se coloca abaixo de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20- Não se leve a sério demais. Não leve as pessoas e os fatos a sério demais. Não conceda às coisas mais importância ou gravidade do que elas realmente têm. Tenha bom-humor, saiba rir dos próprios erros, saiba rir das ofensas despropositadas; sempre partindo do princípio de que, pra começar, você não tem a obrigação de ser um modelo de perfeição pra si próprio e nem pra ninguém. Isso basta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21- Estando bem com quem você é, esteja preparado para procurar ou ser encontrado por uma pessoa (ou várias) que te aceite plenamente, sem julgamentos, sem decretos. Alguém que, necessariamente, seja compatível com você, que te ajude a melhorar como pessoa e que te ame de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22- Entretanto, saiba que brigas virão, dificuldades no relacionamento surgirão e todo tipo de problema inesperado acontecerá. É a tolerância, o amor entre vocês e a capacidade de acreditar que é possível superar tudo isso que fazem toda a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23- Saiba também que nem as condições mais ideais - sejam elas sentimentais, psicológicas, financeiras, sociais, de compatibilidade e a busca de um mesmo objetivo - nada disso será garantia de que um relacionamento dê certo. A responsabilidade de fazê-lo funcionar e de mantê-lo em sucesso é de ambos. O fracasso, da mesma forma, quase sempre é responsabilidade de ambos. As vezes, os caminhos simplesmente tornam-se diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24- Aceite que nem sempre o amor acontece. Nem sempre as pessoas buscam o amor e isso não é errado. Nem sempre as pessoas vivem em par (ou outras combinações mais exóticas) e nem sempre encontrar alguém pra chamar de seu é um destino certo, garantido. Quanto antes você encarar essa possibilidade real - a possibilidade de ficar sozinho - menos sofrerá no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25- Lute pelos seus direitos com a mesma força e convicção que você defenderia uma criança de um criminoso. Tendo filhos ou não, querendo ter filhos ou não: são as crianças de hoje que sustentarão e continuarão o legado que você construiu ou construirá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26- Não permita que a sua crença espiritual/religiosa seja contrária às suas bases, suas verdades. Não existe fé sem atitudes cotidianas, não existe crença sem prática diária. Se você não tem religião ou um lado espiritual, faça de suas bases a sua crença: em alguma coisa você deve acreditar, nem que seja em você mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27- Saiba expressar e demonstrar com atos e palavras: amor, gratidão, consideração, respeito, amizade, preocupação, remorso, arrependimento e perdão. Na maior parte das vezes, aquilo que não é visto ou percebido é encarado como inexistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28- Conscientize-se acerca das suas responsabilidades com o planeta e o meio-ambiente. Preserve-o, mas nem por isso deixe de ser prático ou acabe sendo um eco-chato. Só um imbecil destruiria a fonte básica de sua própria sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29- Dê às pessoas aquilo que elas merecem. Se elas desejam ser ignorantes, ofereça o silêncio. Se elas desejam o transtorno e o conflito, ofereça solidão. Se elas desejam ser cegas, ofereça a indiferença. Se elas buscam ajuda, orientação e conselhos, ajude-as dentro do seu possível. Reserve exceções àqueles que não sabem o que querem ou que direção tomar, aos seus verdadeiros amigos e aos familiares que verdadeiramente sabem ser sua família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30- Por maiores e melhores que sejam os sentimentos e intenções, não ocupe lugares que não te pertencem. Sendo filho, não seja pai. Sendo amigo, não seja superprotetor. Sendo marido/namorado, não esteja acima ou abaixo de quem você ama. Ocupar lugares alheios pode te oferecer uma sensação de felicidade por ajudar alguém especial, entretanto, acarreta em sofrer todos os problemas reais que o lugar ocupado naturalmente possuem. &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Lembre-se: tudo tem um preço...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alysson Furtado Andrade (que não é especialista em porra nenhuma - exceto em Terapia Manual - mas gosta de dar conselhos a esmo...)&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-3989464454906480974?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/3989464454906480974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=3989464454906480974&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/3989464454906480974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/3989464454906480974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2011/09/30-conselhos-gratuitos.html' title='30 CONSELHOS GRATUITOS'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_BnGsyb4rTpI/TKPntY-BaTI/AAAAAAAAAl8/XKxaL4ngSGQ/s72-c/vela3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-8335669999994295318</id><published>2011-05-14T05:07:00.000-03:00</published><updated>2011-05-14T05:07:21.692-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pra refletir'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>SOBRE PSEUDO-AMORES E PONTOS FRACOS</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Se você está apaixonadamente inflamado e deseja declarar ao mundo esse sentimento, fique à vontade, mas não subestime o significado da palavra amar, não na minha frente. Você tem todo direito de ser o alvo do famoso “amor à primeira vista”, desde que cumpra aos seguintes pré-requisitos: 1) ser um &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;teenage&lt;/i&gt;, bem adolescente típico mesmo; 2) ser virgem; 3) ser totalmente inexperiente sentimentalmente (o que engloba 99% do universo dos dois requisitos anteriores). Eu não acredito em amores prontos. Não acredito também que uma fada depositará pó de pirlimpimpim na minha vida e magicamente fará meu grande amor surgir. Acho que nem preciso dizer o que penso do cupido e da lenda do príncipe encantado, né?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mesmo correndo o risco de ser chato por martelar nesta mesma tecla há meses, reafirmo que, desde que decidi percorrer voluntariamente a solitária e congelada “floresta-do-amor-próprio”, percebi que é possível remover tantas situações sentimentalmente desagradáveis da vida que pouca coisa tem me tentado a voltar ao colorido “jardim-das-paixonites-temporárias”. Pode parecer medo de enfrentar possíveis amores, medo de dar a cara pra bater, mas não é não: o “nível” das pessoas que andam aparecendo e se jogando na minha vida só me faz constatar que, sim, eu mereço coisa melhor. Melhor do que rostos/corpos bonitinhos de cabeça vazia, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;teenages&lt;/i&gt; sonhadores e imaturos, máquinas de sexo &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;fast-food&lt;/i&gt;, gente mal resolvida, gente comprometida, gente fútil, gente carente e arquétipos similares. Se tudo que merece ser feito merece ser bem feito, por que no amor teria que ser diferente? Mas, infelizmente, isso é só uma meia verdade...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Entretanto – e é com muito pesar que eu digo este “entretanto” – eu recentemente me peguei observando e pensando em desconhecidos e tendo surtos de “paixonites” com direito a historinhas imaginárias idealizadas. É bizarro, mas parece que o tiro saiu pela culatra: eu conscientemente sei que é &lt;b&gt;IMPOSSÍVEL &lt;/b&gt;desenvolver sentimentos mais profundos por pessoas que você sequer conhece além da aparência e das duas frases trocadas no MSN, na academia, no ônibus, na fila do banco, enfim; mas é exatamente por esses sujeitos (e muitos deles nem são bonitos) que eu vendo desenvolvendo pseudo-amores. Irônico, não? Quando eu finalmente me acho capaz de abstrair a necessidade de ter alguém (possivelmente inadequado), e evitar todas as turbulências de um mau relacionamento, a vida me prega uma peça e me faz desenvolver esse tipo de sofrimento de forma ilusória e por antecipação em desconhecidos aleatórios...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por sorte, como eu disse em outros posts, eu já estou bem crescidinho e imune aos efeitos negativos da carência (mas não a ela em si). Eu não me preocupo com nenhuma dessas possibilidades estúpidas e nem desenvolvo nenhum tipo de expectativa por elas. O que me machuca é ver e sentir o quanto as coisas que eu mais odeio estão exatamente aqui, escondidas em alguma parte de mim. O que dói é ver que, a cada vez que eu aponto com 1 dedo o comportamento negativo alheio, 3 outros dedos devolvem pra mim o fardo de eu estar manchado com a mesma mácula. O que me maltrata é saber que essa lição eu ainda não aprendi...&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;OBS&lt;/b&gt;: Pra ler antes/depois – &lt;b&gt;&lt;a href="http://giuliano-nascimento.blogspot.com/2011/05/e-pra-ja.html"&gt;É pra já!&lt;/a&gt; (&lt;/b&gt;brilhante!!!)&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;OBS 2: &lt;/b&gt;Pra ouvir antes/depois de ler:&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/pink/453760/traducao.html"&gt;&lt;b&gt;Long Way To Happy - P!nk&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://letras.terra.com.br/paramore/1366934/traducao.html"&gt;&lt;b&gt;I Caught Myself - Paramore &lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-8335669999994295318?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/8335669999994295318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=8335669999994295318&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/8335669999994295318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/8335669999994295318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2011/05/sobre-pseudo-amores-e-pontos-fracos.html' title='SOBRE PSEUDO-AMORES E PONTOS FRACOS'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-6063007634483092157</id><published>2011-05-06T20:02:00.003-03:00</published><updated>2011-05-08T04:44:26.795-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pra refletir'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GLS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>YEAH, GOD IS GOOD...</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.kannimports.com/expressions/exp_amen_sm.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.kannimports.com/expressions/exp_amen_sm.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu não tenho nada específico contra as religiões de uma forma geral, eu apenas cheguei à conclusão de que eu não preciso de uma, o que também não quer dizer que eu seja ateu. Eu já fiz um post antes falando da minha opinião sobre religião e fé – sobretudo quando ela é cega ­– e admito que muito desse &lt;a href="http://syn-blog.blogspot.com/2009/01/fe-religioes-fatos-e-opinioes.html"&gt;antigo post&lt;/a&gt; foi um contra-ataque à intolerância anti-homossexual praticada por muitas religiões, por isso sinto nova necessidade de expor a minha visão racional e espiritual de uma forma menos “vingativa”. Reconheço a necessidade da espiritualidade/crença na vida das pessoas de uma forma individual e social. É algo natural dos humanos ter fé, ter esperança, ter dúvidas inexplicáveis; é humano ter crença em um Deus (ou em vários), em espíritos, em forças sobrenaturais ou até em uma ideologia sagrada. É igualmente normal ser ateu, agnóstico, não ter uma opinião formada a respeito e similares, afinal, questionar e duvidar é natural também.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Acho que, diferente do que tentam exaustivamente exibir, ciência e espiritualidade exploram os fatos de formas diferentes, mas não opostas. Certa vez um médico, talvez um dos meus amigos mais inteligentes, mencionou em seus estudos biológicos que, da mais rudimentar e desorganizada célula viva ao mais complexo e desenvolvido humano, a curvatura de evolução ocorreu de uma forma tão perfeita e relativamente rápida que é absurdo acreditar puramente em “coincidência”. A lei da seleção natural existe, mas baseia-se no método de tentativa e erro/acerto, ou seja, chegar aonde chegamos aparentemente levaria bem mais tempo do que acredita-se que levou. Por essa visão, acreditar na existência de uma divindade influenciando esses eventos deixa de ser tão absurdo, inclusive usando teorias científicas, aliando-as. Mas não é sobre isso que eu vim falar neste post...&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Existem sim inúmeros benefícios relacionados à religiosidade e espiritualidade, e eles são conhecidos. O simples ato de concentrar-se para uma oração é, do ponto de vista imunológico, benéfico. Em casos de doenças graves e crônicas, a fé, a esperança e a força pra não desistir podem ser diferença entre vida e morte em vários casos. São reconhecidos diversos estudos cruzados entre existência da fé e a prevalência reduzida em doenças e maior longevidade. Existem diversas atuações sociais e de amparo promovidas por grupos religiosos em centros de idosos, hospitais, centros de portadores de necessidades especiais e em comunidades carentes. Exemplos de pessoas como Madre Tereza de Calcutá e Dalai Lama são a evidência de que, sim, é necessário admitir os benefícios imunológicos, psicológicos e sociais (sem mencionar os culturais e históricos) das mais diversas religiões no nosso mundo.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não sejamos negativistas: ter fé não é um problema, nunca foi. O problema mora na associação entre fé cega e baixo nível instrução, algo bem comum no nosso país. A parte negativa da grande maioria das religiões é manipular a fé das massas menos instruídas na forma de um discurso anacrônico, distorcido, acolhedor e eloquente, tendo como base alguma escritura sagrada previamente adulterada, previamente selecionada, removida do seu contexto real ou convenientemente mal-traduzida. Eis a mais antiga forma de massificação da má-fé (literalmente), transformando a boa vontade e a espiritualidade de milhares de pessoas em arma, política ou negócio.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sejamos realistas: arrisco dizer que, na história deste mundo, nada matou mais do que a “palavra” de um deus, seja ele dos politeísmos (grego/egípcio/nórdico), seja ele o deus cristão das cruzadas ou da clássica guerra da terra prometida entre judeus e muçulmanos. É impressionante analisar o grau de intolerância social, racial, de crença espiritual, de valores e de orientação sexual promovido pela maioria das grandes religiões; é impressionante observar que uma instituição que diz pregar o amor (qualquer religião, sem exceção) está, na verdade, contribuindo pra disseminar ainda mais ódio. É nojento ver a atuação artificial e marqueteira de tantos políticos usando o nome de deus, da fé, da moral, dos bons costumes e dos valores familiares apenas para benefício próprio, sem se preocupar em absolutamente nada com o que isso significa e como pode ser diferente pra cada pessoa. E é doloroso ver tantas pessoas, carentes ou não, tendo seus recursos drenados por “doações” (de origem coerciva) para uma igreja de um líder religioso milionário em troca de meia dúzia de palavras de falso-conforto.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Aqui se observa outro câncer social promovida pela maioria das religiões: a dissociação entre causa e efeito. A fé manipulativa faz os fiéis acreditarem que seus problemas são ora a mera decisão fatalista e predestinada por deus – apenas uma espécie de “teste” que deve ser superado –, ora são eventos alheiros, “terceirizados”, que só podem ser superados com resignação, impotência e crença de que deus o resolverá na hora certa. Ao invés de preparar psicologicamente e espiritualmente seus fiéis para o momento de dificuldade, muitas religiões vêm alienando seus peregrinos de suas responsabilidades diretas sobre a causa de seus problemas. O objetivo é a criação de um círculo vicioso, onde a igreja escraviza fiéis, incapazes de resolver seus problemas e igualmente dependentes da fé da igreja para resolvê-los. Nem que seja pagando...&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por compreender todo esse lado negro por trás das religiões, prefiro não segui-las e nem desrespeitá-las, mantenho meu foco na argumentação contra suas acusações e na absorção daquilo que elas têm de bom a me oferecer. Qualquer pessoa equilibrada e racional enxerga a quilômetros o fato de que a culpa não está nas religiões especificamente ou em seus livros sagrados, mas sim em quem coordena de cima toda a manipulação, pelos bastidores, ou seja, a falha é humana e não divina. A religião não é o agente causador e nem a doença, é só o meio de transmissão desta. A bíblia, o alcorão ou qualquer outro livro sagrado podem sim ter sido escritos por inspiração divina, mas em anos de desenvolvimento da podridão e da maldade humana, nada e nem ninguém pode garantir que não houve modificações ou traduções erradas em suas escrituras. O conteúdo dessas escrituras, apesar de fascinante, é meramente literário, cultural, ético/moral e, até certo ponto, histórico; absolutamente baseado em sociedades de outros tempos que em muito diferem da nossa e, portanto, impossíveis de serem plenamente aplicadas na nossa realidade atual. Qualquer tentativa de aplicar literalmente um trecho de qualquer escritura sagrada na nossa realidade é um atentado contra toda a inteligência e evolução humana ao longo dos anos.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É por tudo isso que eu abracei uma visão espiritual mais compatível com minhas crenças, meu caráter e minha visão de mundo. Nela, eu admito que Deus de fato existe e não necessariamente precisa ser chamado assim ou ser temido como um tirano vingativo. Basta acreditar que Algo/Alguém muito maior do que tudo que eu acho relevante e poderoso existe, uma Força de pura virtude que não cabe na minha medíocre visão humana dos fatos. Um grande Ser que me deu a oportunidade de estar aqui e que me dá sentido a esta e – quem sabe? – a outras vidas. E sabe qual a crença que o meu Deus me orienta a seguir? É simples! Seja feliz, faça do mundo um lugar melhor, tenha amor-próprio, melhore como pessoa, evolua, supere-se, faça o bem a si mesmo sem permitir que isso cause qualquer tipo de mal alheio, seja humilde e ame todas as outras pessoas, inclusive as que não merecem, perdoe-as, ajude-as a evoluir e a serem felizes, não se omita diante do que não é ético, injusto, desonesto e nunca tenha certeza demais das suas certezas, questione-se, repense... Não se trata de apenas não praticar o mal, mas sim de tentar fazer o melhor pra si e para os outros. Ser útil.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E perceba, porque eu mesmo já admiti: esse discurso não é tão diferente da base essencial da maior parte das crenças religiosas, concorda?&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pra ouvir depois de ler:&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="187" src="http://www.youtube.com/embed/USR3bX_PtU4" width="210"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-6063007634483092157?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/6063007634483092157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=6063007634483092157&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/6063007634483092157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/6063007634483092157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2011/05/yeah-god-is-good.html' title='YEAH, GOD IS GOOD...'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/USR3bX_PtU4/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-732435049911508139</id><published>2011-04-26T04:26:00.001-03:00</published><updated>2011-04-26T04:35:52.380-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pra refletir'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>EI VOCÊ, QUE ESTÁ SOZINHO...</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CH-Hrd6h5WI/TbZy1L1OCuI/AAAAAAAAAQs/NyO6cD9o8f4/s1600/Ei+voc%25C3%25AA....bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-CH-Hrd6h5WI/TbZy1L1OCuI/AAAAAAAAAQs/NyO6cD9o8f4/s640/Ei+voc%25C3%25AA....bmp" width="291" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6067089746220559252&amp;amp;postID=732435049911508139" name="OLE_LINK2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6067089746220559252&amp;amp;postID=732435049911508139" name="OLE_LINK1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Há algumas semanas atrás, eu comecei a jogar umas frases de auto-reflexão no &lt;a href="http://twitter.com/#%21/alyssonfurt"&gt;twitter&lt;/a&gt; que fizeram certo sucesso, mas que só aumentaram uma inquietação dentro de mim. As frases, basicamente, falavam de um problema batido e rebatido: insatisfação e carência por ausência de relações afetivas, ou seja, solteirice crônica. Quem não conhece ao menos um indivíduo que não faz nada além de queixar-se por estar sempre sozinho(a), sempre sem namorado(a), sempre reclamando que ninguém o(a) quer, sempre exaltando suas qualidades de boa companhia?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O fato é: o quanto essas mesmas pessoas estão preparadas para ter um relacionamento? Porque o que se vê na maioria dos casos, é um grau absurdo de carência; ausência total de experiência afetiva; dependência física, sentimental e sexual; excessos de atitudes negativas como imaturidade de uma forma geral, ciúme e desconfiança; pouquíssima disposição pra ceder e aprender; intolerância a erros alheios; extrema seletividade e exigências para com os “possíveis candidatos” e praticamente nada, eu disse NADA, a oferecer. Não é a toa que o mantra reclamão que pede por um namorado é tão massivamente repetido por pessoas sem um pingo de auto-estima, incapazes de amar a si mesmas e pretensiosamente crentes que merecem ser amada pelo melhor dos companheiros.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sério, antes de desejar e esperar alguém que possa te fazer feliz, não seria apropriado aprender a ser feliz sozinho? E se, eventualmente, esse alguém que aparecer na sua vida estiver muito mais necessitado de ajuda e apoio na busca da própria felicidade do que disposto/capaz a te guiar pra felicidade? É complicado pedir amor dos outros quando não temos a capacidade de amar aquilo que nós somos. Pensando um pouco mais nisso, se alguém é tão incapaz de amar a si próprio, será que tal alguém possui características que mereçam ser amadas? Hábitos, comportamentos e formas de pensar podem ser reprogramados, vícios e defeitos podem e devem ser corrigidos quando identificados. Mas e se não houver interesse nem senso crítico suficientes pra corrigir o que temos de ruim, como esperar que outras pessoas se mobilizem e nos amem por quão ruim somos ou podemos ser? Complicado, né?&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fora o problema das exigências exageradas, quase num nível ridículo. É absurdo ver alguém, que tem tão pouco a oferecer, exigindo tanto dos outros. Entre os vários pré-requisitos – como beleza, inteligência, papo, atitude, bom-humor, complacência, coerência, paciência e, é claro, há quem exija gordo contra-cheque e conta bancária – existem pessoas esperando nada menos do que verdadeiras perfeições humanas, mesmo sendo tão medíocres. É claro, seria hipócrita dizer que as pessoas com a famosa beleza “comercial” (homem sarado, mulher gostosa) não são atraentes; desejá-las é algo absolutamente normal. Mas fazer do ápice da beleza (ou de qual qualquer outro pré-requisito) uma exigência rigorosa é tão eficiente quanto desejar acertar na loteria sem jogar. Outro problema é moldar um parceiro dos sonhos, mas sem ter a capacidade ou qualidades necessárias para atraí-lo. Ok, se você não é muito bonito e a natureza não o ajudou, isso é algo meio difícil de modificar e tal, mas é possível se vestir bem (que nada tem a ver com marcas e roupas caras), tornar-se interessante (ler ajuda, viu?), ter atitude, ser bem-humorado, enfim: é possível ter o que oferecer, fazer sua moeda de troca pra conseguir alcançar aquilo que se deseja. Complicado é esperar sentado por um príncipe imaginário que, convenhamos, não vai chegar...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E finalizando, é necessário saber lidar com um problema real: CARÊNCIA! Estando há quase um ano solteiro, desde que mergulhei de cabeça no modo “&lt;a href="http://syn-blog.blogspot.com/2010/08/frozen.html"&gt;Frozen&lt;/a&gt;”, fica incrivelmente fácil ver isso, aos poucos eu me tornei meio imune aos efeitos negativos da carência, mas não à carência em si. É claro que eu tenho meus momentos de solidão, de desejar ter alguém pra abraçar, pra conversar e pra me apoiar, de um jeito que amigos e amigas não podem ajudar, mas é necessário não permitir que isso abale seu senso de estabilidade racional e emocional. Uma vez solteiro por opção, eu consegui perceber o quanto as pessoas muitas vezes se agarram a um “qualquer” só pelo medo de ficarem sozinhas por mais tempo. Todos esses sinais de solidão e carência destroem minuciosamente o senso de crítica e percepção daquilo que queremos pra nós mesmos. Os resultados desastrosos se refletem em cada relacionamento mal-sucedido, abalando a fé em acreditar que alguém realmente legal possa gostar de você. Eu mesmo percebi isso nos meus relacionamentos anteriores, eu mesmo percebi e decidi corrigir tal erro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E se ainda assim, nada disso for suficiente pra que a companhia dos sonhos apareça na sua vida e torne-a perfeita, a dica é: ESQUEÇA ISSO! Vá se divertir com seus amigos, estudar/trabalhar, assistir filmes, pegar um sol, curtir uma praia, praticar esportes, fazer exercícios, ouvir boa música, ler bons livros e blogs, rir com seriados ou com a internet, pirar em festas, praticar sua espiritualidade, se distrair, se concentrar, meditar, faça a vida valer a pena. Faça da ausência de um companheiro a desculpa que faltava pra iniciar a busca da felicidade por conta própria, mesmo que seja sozinho. Não digo isso num sentido de “enfeitar o seu jardim” pra que um dia você seja capaz de “atrair as borboletas”; às vezes as mais belas borboletas estão dentro de casa, numa bela flor que foi deixada aleatoriamente sobre um móvel, e você nunca percebeu porque estava concentrado demais no jardim do lado de fora da janela. Às vezes a felicidade não depende de “borboletas”. Pense nisso!&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pra ouvir e refletir depois de ler: &lt;a href="http://youtu.be/Ork65rlksRA"&gt;&lt;b style="color: black;"&gt;A sombra - Pitty&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; (dica do &lt;a href="http://twitter.com/#%21/mauricioalbino"&gt;@&lt;span class="screen-name screen-name-mauricioalbino pill"&gt;mauricioalbino&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;).&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-732435049911508139?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/732435049911508139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=732435049911508139&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/732435049911508139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/732435049911508139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2011/04/ei-voce-que-esta-sozinho.html' title='EI VOCÊ, QUE ESTÁ SOZINHO...'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-CH-Hrd6h5WI/TbZy1L1OCuI/AAAAAAAAAQs/NyO6cD9o8f4/s72-c/Ei+voc%25C3%25AA....bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-1315690602068767956</id><published>2011-04-04T23:10:00.003-03:00</published><updated>2011-04-04T23:23:50.675-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pra refletir'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>PROBLEMAS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0zIZ-MhvvEc/TZpzs6lwwRI/AAAAAAAAAQo/5ADvVp9QMao/s1600/fluxograma_problema1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-0zIZ-MhvvEc/TZpzs6lwwRI/AAAAAAAAAQo/5ADvVp9QMao/s320/fluxograma_problema1.jpg" width="304" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo mundo tem problemas e isso não é novidade pra ninguém, faz parte da evolução humana: se o homem primitivo não tivesse percebido que ficar na chuva, coletar comida, perambular sem rumo e se expor ao perigo é problemático e potencialmente letal, dificilmente teríamos chegado ao nível de civilização aonde chegamos. Mas isso você também já sabe... o que você talvez não saiba é que, apesar do nosso grau de civilização, as reações humanas diante dos problemas podem ser mais primitivas do que se espera.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na vida selvagem, quase todos os problemas estão direta ou indiretamente relacionados à sobrevivência (e de uma forma metafórica, na vida civilizada também), e quando o risco de vida entra em jogo, as respostas instintivas são quase sempre padronizadas em três:&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;1-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;O alvo torna-se agressivo e ataca;&lt;br /&gt;2-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;O alvo decide fugir da melhor forma possível;&lt;br /&gt;3-&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;O alvo torna-se imóvel, imperceptível ou finge de morto;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar da racionalidade única do humano, problemas reais evocam nosso lado mais primitivo e, quase sempre, a reação é puramente instintiva: agressividade e resolução imediata; fuga ou alienação; ou imobilidade, inatividade e apatia diante do problema. Uma auto-avaliação revela imediatamente qual o seu padrão mais frequente, se você for sincero consigo mesmo, claro.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de odiar tal reação, assumo sem nenhum orgulho que quase sempre me “finjo de morto” diante de problemas reais. Deveria ser só uma fase latente pra pensar a respeito e me dar tempo de encontrar saídas, mas sei que intimamente a real razão é a de esperar que o problema se resolva sozinho milagrosamente. Não é nada racional e quase sempre inefetivo, eu sei; mas se você observar, nenhuma das reações são boas soluções. A agressividade é socialmente problemática e exaustiva, além do fato de que resolver as coisas no calor da emoção quase nunca é satisfatório. Fugir dos problemas então, nem se fala!&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mudando ligeiramente o foco: problemas são um mal necessário, são importantes no desenvolvimento da auto-crítica, da vida social, da vida profissional, da vida sentimental, enfim, da vida de uma forma geral. Problemas são indicadores reais de que as coisas estão sendo feitas da forma certa ou errada, uma espécie de “nível de evolução”. Você provavelmente não consegue entender porque se desesperou tanto com alguma prova difícil da época da escola, já que é algo relativamente bobo se comparado com as responsabilidades da vida adulta. E problemas são sim insuportáveis, principalmente quando surgem independente das suas ações, mas eles SEMPRE podem ser superados, contornados ou, na pior das hipóteses, absorvidos.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;O que eu simplesmente não entendo é esse estranho life-style super positivista de que a vida é sempre perfeita, sempre agradável, que problemas não existem ou são irrelevantes. Há poucos dias eu e a &lt;a href="http://confissoes-femininas.blogspot.com/"&gt;Dama de Cinzas&lt;/a&gt; conversávamos no twitter (que modernidade!) sobre o assunto, perplexos pelo fato de que tem muita gente que não gosta de admitir que tá mal, que tá por baixo. Tem gente que é incapaz de “curtir uma fossa”, de recusar uma festa porque algo está fora de ordem, de se recolher no seu canto e sentir a necessidade de reflexão e introspecção. As redes sociais, sobretudo o Facebook e o (falecido) Orkut, são a maior prova disso e poderiam mudar seus endereços pra “www.eusousemprefeliz.com”. E lá você vê de tudo: gente de luto com a foto do perfil numa festa; gente de baixa auto-estima com foto seminua na frente do espelho; gente mal-amada em fotos com dezenas de desconhecidos, gente doente com foto antiga e sadia; gente exageradamente photoshopada... e por aí vai!&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;E mudando de foco pela última vez, ontem parei pra pensar no quanto eu aconselho amigos a resolverem seus problemas. Na terceira pessoa, longe do foco do problema, fora do olho do furacão, é absurdamente mais fácil raciocinar e encontrar possiveis saídas (nunca soluções prontas e nem o velho e inútil "vai ficar tudo bem!"). Entretanto, eu observei o quanto eu me tornei um depósito de experiências e emoções guardadas para benefício alheio, nunca pra mim. E observei o quanto eu sou reticente ao aceitar qualquer tipo de aconselhamento de quase qualquer pessoa, com raríssimas excessões. Parte disso é reflexo da minha desconfiança e do quanto eu já compreendi o significado de "suas palavras poderão e provavelmente serão usadas contra você"; a outra parte é pura arrogância e incapacidade de admitir que nem sempre eu posso resolver meus problemas sozinhos...&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Finalizando: a vida é dura, chata, cheia de dor, apatia, doenças, maldade, perdas e sofrimento. Encará-la como um campo de uma batalha já vencida ou já perdida não muda em nada os fatos. Resta a você ter a capacidade de controlar seus instintos negativos, aprender a tirar as pedras do seu caminho e &lt;b&gt;NÃO&lt;/b&gt; seguir o modelo do fluxograma que ilustra o post. Já é um excelente começo!&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;Pra ver e ouvir depois de le&lt;/b&gt;r:&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="174" src="http://www.youtube.com/embed/6oqXVx3sBOk?rel=0" title="YouTube video player" width="280"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-1315690602068767956?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/1315690602068767956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=1315690602068767956&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/1315690602068767956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/1315690602068767956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2011/04/problemas.html' title='PROBLEMAS'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-0zIZ-MhvvEc/TZpzs6lwwRI/AAAAAAAAAQo/5ADvVp9QMao/s72-c/fluxograma_problema1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-3852127264537757570</id><published>2011-03-03T00:41:00.000-03:00</published><updated>2011-03-03T00:41:58.804-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>WALK AWAY</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.affordablehousinginstitute.org/blogs/us/walk_away_2_small.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://www.affordablehousinginstitute.org/blogs/us/walk_away_2_small.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;Evolução: &lt;/b&gt;é o mínino a se esperar dos vivos, embora não seja uma regra pra todos. Hoje eu me peguei "curtindo" um dos piores dias da minha vida ao som de boa música, divertida, animada e no mais alto volume. Até cumprir a minha rotina básica foi fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos não tão distantes, dias ruins eram sinônimo de um "eu" quieto, apático, cinzento, calado, sombrio e às vezes até choroso. Dias ruins eram "comemorados" ao som de música baixinha e invariavelmente triste, anorexia, sono exagerado, descuido total da saúde, da higiene e da vaidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, quando esse antigo eu morreu? Que marcas ele deixou? Quanto de mim ele levou ao ser destruído? Até que ponto isso pode ser considerado algum tipo de evolução? E pior: até que ponto esse novo "eu", frio, que eu me tornei pode esconder os muitos pedaços espalhados por trás de uma casca sorridente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yeah! I'm walk away... e eu ainda não sei quando vou parar.&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-3852127264537757570?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/3852127264537757570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=3852127264537757570&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/3852127264537757570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/3852127264537757570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2011/03/walk-away.html' title='WALK AWAY'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-6925991968858655325</id><published>2010-10-29T08:36:00.008-03:00</published><updated>2010-10-29T14:36:03.299-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Music Baby'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pra refletir'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Agradecimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><title type='text'>FOGOS DE ARTIFÍCIO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.firework-screensaver.com/images/screenshots/firework-10-med.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://www.firework-screensaver.com/images/screenshots/firework-10-med.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu não estou postando este clipe porque a Katy Perry é uma diva pop, ou porque o clipe foi lançado ontem ou porque toda a massa GLBT (principalmente a G) já viu, aprovou (ou não) e já decorou toda a letra da música e a música. Não, também não tem nada a ver com o beijo gay. Eu detesto modinha e, apesar de adorar sim a música pop, eu não gosto da forma como ela é supervalorizada atualmente, sendo uma fútill substituta da cultura decente. Mas a Katy realmente me surpreendeu com este novo clipe.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu já ouvi todo o novo CD dela e já conhecia a letra de “Firework” (fogos de artifício). Eu já gostava da música e já havia captado a mensagem por trás da letra. Quando soube que seria o próximo single do CD, bateu ao mesmo tempo uma satisfação e um medo: será que o clipe vai ser tão bom quanto a letra e a melodia da música? E olha só que bela surpresa... veja você mesmo(a):&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;object height="290" width="430"&gt;&lt;param name="movie"value="http://www.youtube.com/v/QGJuMBdaqIw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;paramname="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;paramname="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embedsrc="http://www.youtube.com/v/QGJuMBdaqIw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"type="application/x-shockwave-flash"allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"width="430" height="290"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Katy Perry e sua equipe conseguiram demonstrar uma postura positiva, de enfrentamento dos seus medos e preconceitos, de visibilidade externa dos nossos problemas, de otimismo e recomeço, de atitudes capazes de mudar a sua realidade. A sensação que dá é literalmente de explodir como um fogo de artifício, reunir sua luz interior e deixar que ela brilhe. O efeito visual&amp;nbsp; de cada caso do clipe é 100% contagiante e me emocionou de verdade em todos eles. Simplesmente fantástico, totalmente auto-explicativo, sem um pingo de mensagens clichê ou no estilo auto-ajuda!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Finalmente a Katy destacou-se por uma mensagem que realmente faz a diferença, e não por ser a menina que beijou outra garota numa festa ("&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=tAp9BKosZXs&amp;amp;ob=av3e"&gt;I kissed a girl&lt;/a&gt;") ou por querer espiar o pinto alheio ("&lt;a href="http://www.vagalume.com.br/katy-perry/peacock-traducao.html"&gt;Peacock&lt;/a&gt;"). Firework foi tão tão brilhante que me injetou toda essa positividade por no mínimo uma semana e eu não quero parar de ver e ouvir tão cedo!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;Parabéns e obrigado de coração, Katy Perry! &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[...]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;PS: Aos interessados, tem letra e tradução clicando &lt;a href="http://www.vagalume.com.br/katy-perry/firework-traducao.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;OBS: “&lt;span class="editablearea"&gt;Fourth of July” ou 4 de Julho, é o dia da independência dos EUA (país da Katy Perry), e por lá esse dia é comemorado de forma similar ao Réveillon, repleto de fogos de artifício... =)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-6925991968858655325?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/6925991968858655325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=6925991968858655325&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/6925991968858655325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/6925991968858655325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/10/fogos-de-artificio.html' title='FOGOS DE ARTIFÍCIO'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-4807112954721052288</id><published>2010-10-28T03:26:00.001-03:00</published><updated>2010-10-28T03:33:28.120-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissionalmente falando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pra refletir'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><title type='text'>PENSAMENTOS CONFUSOS</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_FmWae7yS77w/SLQvxAuh88I/AAAAAAAAAFc/uwD1lH8xEzw/s320/Dia+da+Psicologia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/_FmWae7yS77w/SLQvxAuh88I/AAAAAAAAAFc/uwD1lH8xEzw/s400/Dia+da+Psicologia.jpg" width="312" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Meus amigos e conhecidos vivem dizendo que eu deveria ter feito Psicologia, e não Fisioterapia. Motivo: sou bom em dar conselhos. Assim como a &lt;a href="http://confissoes-femininas.blogspot.com/"&gt;Dama &lt;/a&gt;costuma dizer, detesto frases prontas, do tipo “vai ficar tudo bem” e “o que tiver que ser, será”. Quando aconselho alguém evito ser eufemista ou clichê, tento ser o mais direto e reflexivo possível. Tento fazer o sujeito enxergar os problemas e complicações da forma mais prática e realista, sem dramas, estimulo a pensar no que foi ou está sendo feito de errado (causa) e no que pode ser feito pra resolver tudo (possível solução). Tem algum segredo nesse processo?! Nenhum! Se eu sou um “bom conselheiro”, isso nada tem a ver com Psicologia, que é algo profissional, sério e muito importante (e que eu admiro bastante!). É uma visão matemática e lógica das coisas. A questão é que os problemas que eu costumo aconselhar são relativamente fáceis, corriqueiros ou bem conhecidos. Mas isso é só meia verdade...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Refletindo bem sobre o assunto, a verdade é que os problemas que eu me arrisco aconselhar são realmente muito fáceis e, sendo mais sincero, é muito fácil dar pitaco nos problemas alheios, vendo todos os fatos e atos em 3ª pessoa. Mas quando os problemas são nossos, aplicar o modelo de procurar causas e encontrar soluções deixa de ser algo tão matemático e lógico e torna-se algo nada prático ou rápido. Problemas grandes exigem grandes períodos de reflexão e, no meu caso, de introspecção – pra não falar isolamento quase total. E outros problemas, mesmo pequenos e com soluções existentes ou não, podem não ser práticos ou fáceis por exigirem de nós um preço alto demais. Exemplo: um dos amigos mais inteligentes, racionais e diretos que eu conheço, nesta manhã, foi ao velório da própria mãe sendo hoje o seu aniversário. Não existe conselho no mundo que possa sequer aliviar a dor dele. Não existe mente prática ou racional que seja capaz de encontrar soluções pra essa situação, simplesmente porque a solução não existe (e aí sim, a Psicologia tem muito o que fazer). E isso é um alerta ao constante egocentrismo humano: seus problemas não são os maiores, suas dores não são as piores...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Desviando, mas nem tanto, o assunto, ontem voltei a ouvir Gabriel, o Pensador, um verdadeiro exercício de auto-crítica e reflexão social. Gabriel, que faz juz ao seu título de “Pensador”, é um sujeito extremamente politizado e um verdadeiro bom-conselheiro, num nível mais amplo, de um jeito que eu nem me imagino sendo igual. E isso me faz pensar no quanto eu sou ineficiente pra resolver os problemas que afetam grandes grupos ou todas as pessoas, sobretudo os políticos e sociais. Num balanço entre “o que eu posso fazer” e “o que eu faço de fato” pra tornar o mundo um lugar melhor, não existe nenhum equilíbrio. E isso me bota pra baixo, sobretudo quando vem associado ao fato de que ultimamente eu estou sendo um incompetente em resolver alguns problemas pessoais. A sensação chega a ser de impotência. Espero um dia ter a maturidade, a atitude, a sabedoria e os recursos necessários pra ser um sujeito mais politizado e atuante. Preciso parar de pensar que sendo rico e bem sucedido e indo morar na Europa, as coisas se resolveriam.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E voltando ao começo do post, eu realmente pretendo estudar Psicologia ou Psicanálise, mas entendo muito bem o porque eu escolhi Fisioterapia: é muito mais fácil, rápido, prático e eficiente tratar dos problemas do corpo do que os da mente. Mas no fundo, eu sei que não dá pra separar uma coisa da outra, principalmente porque é impossível passar quase 1 hora de atendimento completamente mudo diante de um humano com dores e problemas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É, as vezes eu deveria mesmo é pensar menos, censurar meus pensamentos confusos e sem rumo...&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;[...]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;object height="195" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/673zYtoWM_Y&amp;amp;rel=0&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;version=3"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/673zYtoWM_Y&amp;amp;rel=0&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="320" height="195"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-4807112954721052288?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/4807112954721052288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=4807112954721052288&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/4807112954721052288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/4807112954721052288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/10/pensamentos-confusos.html' title='PENSAMENTOS CONFUSOS'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_FmWae7yS77w/SLQvxAuh88I/AAAAAAAAAFc/uwD1lH8xEzw/s72-c/Dia+da+Psicologia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-6521828860950003924</id><published>2010-10-25T10:28:00.000-03:00</published><updated>2010-10-25T10:28:15.057-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pra refletir'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>EU ME ARREPENDO...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_94zDaSfLDQo/SmTEVTBEExI/AAAAAAAAARY/C6RRKDXQg1w/s320/arrependimento%5B1%5D.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="302" src="http://4.bp.blogspot.com/_94zDaSfLDQo/SmTEVTBEExI/AAAAAAAAARY/C6RRKDXQg1w/s320/arrependimento%5B1%5D.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu não sou um modelo pra absolutamente ninguém e detestaria ser. Tenho uma penca de defeitos contra os quais luto progressivamente para contê-los ou modificá-los (pra não dizer cortá-los). Metade do eu digo que sou (aqui no blog, no twitter, na vida) é exatamente o que eu sou o tempo todo: nem todo dia é um bom dia e meu humor não é algo lá muito estável. Por isso me arrependo de certas coisas que fiz ou deixei de fazer, apesar de acreditar que todo aprendizado é válido e que mesmo as piores experiências tem a sua razão!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meu primeiro e maior arrependimento é ter sido por muito tempo da minha vida um completo babaca, piegas, certinho demais, preconceituoso, hipócrita, arrogante, anti-social, enfim, um merda. Tinha um senso de superioridade (sem um pingo de motivos pra ser “superior” de fato) que me fazia acreditar plenamente que era o dono da razão. Não me divertia, não dançava, não bebia, não saía de casa, tinha pouquíssimos amigos, não tinha vida social nem sexual; julgava tudo e todos da minha posição “elevada” e acreditava que todo mundo iria pro inferno (menos eu mesmo, claro) e que eu jamais mudaria de opinião. Ainda bem que eu estava errado, ainda bem que eu mudei e hoje sou a prova de que o sistema da manipulação social falha...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me arrependo de só ter dado atenção necessária ao mercado de trabalho tarde demais. Só fui me preocupar com possibilidade (muito provável) de ficar desempregado quando eu já estava saindo da faculdade, sendo que o seu marketing pessoal e profissional deve ser feito muito antes. O resultado previsível é o meu desemprego prolongado, fato que só piora devido à saturação profissional na minha área...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me arrependo de ter demorado demais pra começar namorar, demorado mais ainda a namorar com meninos, de ter me fechado pro amor, de ter desacreditado que relacionamentos podem sim acontecer e serem bons na medida em que se reconhece as próprias limitações e as do outro também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me arrependo de ter praticado a falsa arte de forjar amizades, já fui adepto dessa mania de forjar situações pra me aproximar de pessoas que eu considerava interessante, tudo artificialmente. Era algo que hoje eu considero doentio: incluía fuçar a vida do indivíduo para depois listar seus interesses e gostos, arranjar um jeito de conviver com ele, demonstrar “coincidentemente” o quanto éramos parecidos e oferecer à ele exatamente o que ela iria gostar. Isso só prova o quanto eu era anti-social e incapaz de criar laços reais com naturalidade. As poucas amizades dessa época da minha vida são um presente de pessoas que, no fundo, acreditavam que um Alysson legal existia dentro de mim...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me arrependo de já ter beijado (y otras cositas más!) rapazes nem tão bonitos, nem tão interessantes, nem tão inteligentes, enfim, insuficientes pra mim. O arrependimento nem é pelo ato em si, mas sim pelos motivos por trás dele: carência, baixa auto-estima, necessidade de auto-afirmação, excesso de álcool associado à baixa capacidade de avaliação... ou seja, um verdadeiro descontrole emocional afogado numa postura nada segura ou saudável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me arrependo de ter permitido que meu primeiro namorado me sustentasse em toda e qualquer despesa minha enquanto eu estava com ele, embora eu só cedesse após grande relutância. Talvez isso tenha sido um dos motivos que o fizeram acreditar que as coisas poderiam ficar bem quando, na verdade, nunca estiveram. Me arrependo também de ter praticamente sustentado o meu segundo namorado, o que acabou me privando de beber, comer, sair ou me divertir quando a minha grana não era suficiente pra nós dois. Acho lamentável existir dependência financeira forçada de qualquer lado num relacionamento e não pretendo admitir isso nos meus futuros namoros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Me arrependo de ter sido leviano com os sentimentos alheios. Me arrependo de ter afastado alguns amigos da minha vida por terem pontos de vista muito diferentes, numa época da minha vida em que acreditava que diferenças eram letais... hoje eu sei o quanto elas são saudáveis e importantes. Me arrependo de ter economizado grana demais e também de ter esbanjado demais nas horas erradas. Me arrependo de não ter convencido minha mãe em trazer com a gente o meu amado cãozinho quando nos mudamos. Me arrependo de não ter dito tudo o que devia às pessoas que mereciam (e precisavam) ouvir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Arrependimentos bobos, outros nem tanto. C'est la vie...&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-6521828860950003924?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/6521828860950003924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=6521828860950003924&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/6521828860950003924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/6521828860950003924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/10/eu-me-arrependo.html' title='EU ME ARREPENDO...'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_94zDaSfLDQo/SmTEVTBEExI/AAAAAAAAARY/C6RRKDXQg1w/s72-c/arrependimento%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-6177762978814910462</id><published>2010-10-21T05:18:00.005-03:00</published><updated>2010-10-21T05:31:50.522-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Momento (quase) totalmente nerd'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pra refletir'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:eWbLFqniQaRbNM:http://www.jornalpequeno.com.br/Blog/RobertLobato/wp-content/uploads/2009/06/balanca.jpg&amp;amp;t=1" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:eWbLFqniQaRbNM:http://www.jornalpequeno.com.br/Blog/RobertLobato/wp-content/uploads/2009/06/balanca.jpg&amp;amp;t=1" width="287" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um pensamento intrigante me tirou o sono ontem de madrugada: você já parou pra pensar que seus sentimentos por alguém dificilmente são retribuídos da mesma forma, em níveis de “quantidade” e “importância” equivalentes? Se você discorda, observe cada caso, pois eu não me referi exclusivamente a relacionamentos. Aplique o auto-questionamento acima entre você e seus conhecidos, seus amigos, seus colegas de trabalho/estudo, seus familiares, etc. É raro que alguém tenha consideração, respeito, sentimentos, afinidade e grau de importância equivalentes ao que você oferece a esse alguém. E não, isso não é uma crítica específica a alguém, nem a você e nem às pessoas de uma forma geral, mas sim uma observação que vale a pena ser feita.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na balança sentimental e social, equivalência é uma coisa rara, geralmente são “dois pesos e duas medidas”. E isso não acontece porque a maioria das pessoas é ingrata ou mau-caráter. Na verdade, as particularidades individuais influenciam poderosamente naquilo que é ou não relevante pra nós. E por mais que você ofereça constantemente aos outros aquilo que acredita ter grande valor, estes podem ter uma opinião de valores bem diferente da sua. Acredite!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Exemplificando: eu tenho 4 “melhores amigos”, amigos de verdade, amigos que estão em níveis iguais de importância acima dos demais. São duas mulheres (&lt;b&gt;A&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;B&lt;/b&gt;) e dois homens (&lt;b&gt;C&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;D&lt;/b&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;A amiga “&lt;b&gt;A&lt;/b&gt;” é a minha primeira amiga, conheço-a desde que eu tinha cerca de 5 ou 6 anos. Com ela eu vivi situações de aprendizado que datam da época escolar até os dias de hoje. Nos entendemos e comunicamos numa mera troca de olhares. Enfrentamos preconceitos juntos na infância/adolescência: eu por ser magricelo, ela por ser gordinha, ambos por sermos “inamoráveis”. Agora, adultos, enfrentamos novos preconceitos juntos: eu por ser gay, ela por ser bi (a única bi genuína que eu conheço!). Tivemos criações muito similares, temos valores muito parecidos, crescemos juntos, obviamente, temos muito em comum. Ela é a minha melhor amiga e eu sou o melhor amigo dela. Tenho absoluta certeza (diariamente e pessoalmente confirmada) de que ela tem por mim a consideração, o amor, o respeito, os sentimentos, a afinidade e o grau de importância exatamente igual ao que eu tenho por ela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: magenta;"&gt;A amiga “&lt;b&gt;B&lt;/b&gt;” (a &lt;a href="http://danonesplace.blogspot.com/"&gt;&lt;b&gt;Danone&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;) é, além de uma gigantesca amiga, uma professora de vida (já falei disso antes &lt;a href="http://syn-blog.blogspot.com/2010/07/sabedoria.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Apesar de conhecê-la há relativamente pouco tempo, compartilhamos de valores muito semelhantes. Entretanto, ela tem bem mais idade que eu e, conseqüentemente, mais experiências de vida (positivas e negativas); ela é mãe, sustenta a sua família e tem responsabilidades que eu ainda não compreendo. Sinto que ela me dá um valor que eu não possuo totalmente e, talvez por isso e por nossas sutis diferenças, eu não consigo retribuir totalmente toda a importância que ela merece, apesar de amá-la profundamente. É um caso onde eu ofereço menos do que recebo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;O amigo “&lt;b&gt;C&lt;/b&gt;” é um grande amigo que eu conheci recentemente, na faculdade. Já nos conhecemos com nossas personalidades totalmente formadas, tivemos criações completamente diferentes, temos grande divergência de opiniões, nascemos e crescemos sob culturas totalmente distantes. Vale mencionar que ele é um garotão heterossexual típico. E apesar de tantas diferenças, sinto um carinho por ele que ultrapassa os limites da amizade e beira a quase-paternidade, apesar de ser mais novo que ele. Sinto uma forte necessidade de manter contato constante, de ajudá-lo sempre que possível, de tentar entender e questionar positivamente suas opiniões, de sempre estar presente na vida dele. Por outro lado, pela divergência absurda de opiniões, a forma de ele demonstrar amizade seja diferente demais da minha. Sinto que, em graus de importância, eu o valorizo muito mais do que sou valorizado. É um caso onde eu ofereço mais do que recebo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;O amigo “&lt;b&gt;D&lt;/b&gt;” (o &lt;a href="http://laisse-faire.blogspot.com/"&gt;&lt;b&gt;Laisse-Faire&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, também mencionado &lt;a href="http://syn-blog.blogspot.com/2010/07/sabedoria.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;) é um amigo que eu conheci durante a minha adolescência e é 3 anos mais velho que eu. Durante muitos anos, nossa amizade foi quase inexistente e bastante ausente, com encontros esporádicos. Há alguns anos, começamos a aumentar drasticamente o nosso contato. Considero-o um sujeito excêntrico (até demais) e bastante paciente, características das quais não compartilho. Somos bastante diferentes, apesar de termos sim algumas coisas em comum. Aqui existe um caso de oscilação de equilíbrio da amizade. Por oras (e sem motivos especiais) ele se torna importante pra mim e eu o procuro. Da mesma forma, por oras eu me torno importante (sem motivos especiais) pra ele e sou procurado. Em outros momentos, somos “esquecidos” temporariamente um pelo outro e a vida continua. Sinto que nossos níveis de importância, sentimentos, respeito, etc, são quase similares, mas com margens de oscilação de uns 25% para mais ou para menos, em ambos os lados.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E é claro, existem pessoas ingratas sim, aproveitadores que se beneficiam da má fé e generosidade alheia (em todos os sentidos) sem pensar em retribuir nada em troca. Também existem os casos de “complexo de Sol”, onde o indivíduo acredita ter um valor maior do que realmente tem, um super ego que menospreza o que lhe é oferecido porque acredita sempre merecer mais. Existem também os casos acidentais, de má comunicação, onde a sutileza das demonstrações de afeto, sentimento e importância é tão grande que tudo passa despercebido. E existem também os casos que, de tão exagerados e efusivos (quase sempre falsos), são simplesmente desconsiderados, mesmo que sejam verdadeiros.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Essa observação sobre o desequilíbrio entre as duas partes da balança sentimental e social é interessante porque nos faz refletir algo presente na vida de muitas pessoas: a IDEALIZAÇÃO. É muito comum criar expectativas exageradas sobre pessoas que, muitas vezes, não podem ou não querem concretizá-las. E isso pode acontecer por trás de cada caso de amor platônico, de decepção nas amizades, de assincronia sentimental entres casais. E pra evitar tais situações, é fundamental criar estratégias para não se machucar e ser realista e sincero o suficiente com os outros, para não machucá-los. Na pior das hipóteses ou em casos de dúvida, evite grandes sentimentos: quanto menor o vôo, menor a queda, basicamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Reflitam... e ouçam uma música que tem tudo a ver com o assunto!&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;object height="195" width="320"&gt;&lt;param name="movie"value="http://www.youtube.com/v/J5xDMCoAim0&amp;amp;rel=0&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;version=3"&gt;&lt;/param&gt;&lt;paramname="allowFullScreen"value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;paramname="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embedsrc="http://www.youtube.com/v/J5xDMCoAim0&amp;amp;rel=0&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;version=3"type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true"allowScriptAccess="always" width="320"height="195"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-6177762978814910462?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/6177762978814910462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=6177762978814910462&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/6177762978814910462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/6177762978814910462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/10/expectativas-desleais.html' title='DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-8020204533677814944</id><published>2010-10-15T03:29:00.000-03:00</published><updated>2010-10-15T03:29:31.426-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>VÍTIMAS CRÔNICAS</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; 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Sim, foi um disperdício total. Eu sou bastante complacente com blogs, até porque é impossível ser um blogueiro sem exibir alguns clichês, e principalmente porque eu não sou ninguém especialmente capacitado pra avaliar blogs. Encontrei blogs poéticos bonitos, mas fora da minha realidade; encontrei blogs pornográficos, que tem lá sua utilidade, mas não eram o meu foco; encontrei blogs-diário que, apesar de correrem o risco de serem cansativos pela mesmice, tem seus momentos interessantes; encontrei blogs cômicos e ácidos bem inteligentes, mas fazendo as mesmas piadas de sempre. Mas nada me incomodou tanto quanto uma categoria de blog crescente e que ta virando modinha: blogs-vítima. Por azar, encontrei dezenas de exemplares de blogs-vítima e confesso que me irritei.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um blog-vítima é um blog bem fácil de identificar, seu único e exclusivo objetivo é reclamar, deliberadamente e exaustivamente sobre tudo que acontece com o blogueiro-vítima, além disso, tudo de ruim e errado que acontece é resultado de uma conspiração cósmica concentrada apenas na ruína da sua nada humilde pessoa. As conhecidas leis de Murphy foram gravadas no ferro frio e entregues diretamente ao blogueiro-vítima pra servirem de diretriz pessoal. De uma forma geral, eu já detesto pessoas que se “vitimizam” o tempo todo, quando escrevem sobre isso então, é fatal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Vítimas crônicas são irritantes por serem incompetentes naturais, ou no mínimo incompetentes em potencial, são incapazes de reconhecer suas falhas, são incapazes de identificar onde suas escolhas foram infelizes. Eles ignoram o fato de que, por trás de um acontecimento ruim, existem uma série de atos, fatos, escolhas e palavras erradas que culminaram no evento trágico. E ignoram porque é muito mais fácil fazer o papel do coitadinho injustiçado que não teve culpa alguma se tudo dá errado. Sim, acidentes acontecem e o acaso (que recebe o nome de azar) infelizmente existe, mas admita que na grande maioria dos casos o que acontece é uma incapacidade de reconhecer os próprios erros e a tragédia é só o fechamento de um ciclo, uma relação de causa e efeito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não sou perfeito, não tento ser, gosto de levar porradas da vida (excelente professora!) e confesso que já me fiz de vítima no passado. Mas me envergonho profundamente disso e tento fugir dessa situação o máximo possível. Não sou o Sr. Sucesso, mas tento fazer das tripas coração para que os meus sucessos e a resolução efetiva dos meus problemas sejam o mais próximos de uma constante. Por isso me irrito tanto quando vejo reclamões incompetentes e incapazes de admitir sua própria participação ativa em tudo que acontece de ruim em suas vidas. Sinto na pele a fúria de assistir o retrocesso da raça humana...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sério, só eu que ando enxergando mediocridade em cada canto que olho?!&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-8020204533677814944?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/8020204533677814944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=8020204533677814944&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/8020204533677814944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/8020204533677814944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/10/vitimas-cronicas.html' title='VÍTIMAS CRÔNICAS'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-8128436538884481379</id><published>2010-10-09T04:58:00.000-03:00</published><updated>2010-10-09T04:58:26.120-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GLS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>SOU BI. E DAÍ?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.acemprol.com/download/file.php?id=12288&amp;amp;t=1" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="160" src="http://www.acemprol.com/download/file.php?id=12288&amp;amp;t=1" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;img src="http://www.blogger.comhttp://img2.blogblog.com/img/video_object.png" style="background-color: #b2b2b2; " class="BLOGGER-object-element tr_noresize tr_placeholder" id="ieooui" data-original-id="ieooui" /&gt; &lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapedefaults v:ext="edit" spidmax="1026"/&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapelayout v:ext="edit"&gt;   &lt;o:idmap v:ext="edit" data="1"/&gt;  &lt;/o:shapelayout&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não, o Syn não ta tentando mudar de lado. Continuo sendo 100% gay, do tipo que não gosta de meninas (ou meninos que parecem meninas), salvo em raríssimas exceções. Não sou bi e não tenho nada contra os bissexuais. Mas que fique claro: não tenho nada contra os &lt;b&gt;VERDADEIROS &lt;/b&gt;bissexuais. A ciência diz que cerca de 2 a 22% da população é homossexual (ou teve experiências homossexuais) e uma ínfima parcela disso pode ser considerada bissexual. E eu acredito na ciência! O que eu não acredito é nessa onda de bissexualidade que explodiu atualmente, tomando o patamar de uma coisa que eu detesto: &lt;b&gt;MODINHA&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Bissexual, pra mim, é aquele(a) que tem a plena consciência de que se sente atraído por homens e mulheres num nível muito equivalente. E embora o sujeito não necessariamente tenha assumido sua condição de bi publicamente, ele mesmo deve estar bem consciente do que é, deve ter assumido sua bissexualidade pra si mesmo. Um bissexual é um indivíduo que sai pra uma balada, olha uma garota extremamente sensual e um rapaz estupidamente atraente e fica na dúvida real de qual deles ele deve investir primeiro. Ser bissexual é entender que você pode estar num futuro relacionamento/rolo/fica com um homem ou com uma mulher, com possibilidades muito parecidas (quase iguais) entre os dois gêneros. Ponto final.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“&lt;span style="color: red;"&gt;Ah, fulano é gay/lésbica e já ficou com alguém do sexo oposto, então é bi!&lt;/span&gt;”. Afirmação muito infeliz essa. Eu, por exemplo, sou gay e tive 4 namoradas. Sim, você leu &lt;b&gt;NAMORADAS&lt;/b&gt;, no feminino, e duas delas sabiam plenamente que eu era (sou) gay e que esse fato não quer dizer que eu não possa me atrair por mulheres. Nada me impede de achar uma garota bonita e de me interessar por ela, principalmente sendo uma &lt;a href="http://www.noticiacompleta.com/wp-content/uploads/2009/03/katy-perry-posa-sensual.jpg"&gt;Katy Perry&lt;/a&gt; da vida! Da mesma forma, heterossexuais podem se atrair por pessoas do mesmo sexo e continuarem sendo heterossexuais. O que nos “define” não é a exceção, mas sim a regra, o que é constante. Se você não vê homens e mulheres heterossexuais praticando a homoafetividade publicamente ou com freqüência, a explicação pra isso é sócio-cultural (machista, misógina e preconceituosa). Mas daí a definí-los como bissexuais existe um espaço gigante e real. Ok ok, até eu devo admitir: a minha pior foda com um homem foi absolutamente melhor do que a minha melhor foda com uma garota. Por isso eu sou gay e ponto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O que se torna irritante são os casos onde a bissexualidade é usada pra atenuar ou facilitar a aceitação alheia de uma homossexualidade eminente, pra não dizer evidente. O típico sujeito que sai quase sempre com meninos, mas diz que fica com meninas de vez em quando (e até fica mesmo) só pra manter a linha normal, numa tentativa de se auto-explicar pra sociedade: “Ei, não tenha preconceito, eu posso ‘voltar ao normal’ a hora que eu quiser. Sério, vou casar com uma mulher e ter filhos!”. Isso sim irrita. Isso cria uma visão deturpada de que ser gay/lésbica é algo mutável e dá respaldo social pra muito psicólogo oportunista e preconceituoso sair tentando mudar (leia reprimir) nas pessoas uma característica que lhe é natural. E o resultado seria tão gritante quanto alisar e pintar de louro-branco os lindos e negros cachos da &lt;a href="http://img.blogs.abril.com.br/1/utmodas/imagens/tais-araujo-helena.jpg"&gt;Thaís Araújo&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sério, o fato de um sujeito não ter a coragem necessária pra assumir que gosta (ou que também gosta) de pessoas do mesmo sexo não faz delas bissexuais. Isso tem nome: preconceito internalizado. E esse sim tem excelente tratamento, e nem sempre precisa de terapia. O problema é que as pessoas com medo, ou outra coisa que os impeçam, de assumir suas preferências sexuais pra si mesmo (nem precisa ser publicamente), criam “máscaras de heterossexualidade”. E como eu costumo dizer: “o maior perigo das máscaras não é possibilidade delas caírem, mas sim o ponto em que elas não caem mais”, ou seja, a adoção da máscara como se fosse a própria realidade. O maior dos problemas é o potencial que esses indivíduos mal-resolvidos têm de destruírem vidas alheias, casando, tendo filhos, enganando a todos, sendo infelizes e tardiamente explodindo sozinho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Outro grande equívoco: declarar-se bissexual e achar que isso dá ao sujeito o direito de ser um promíscuo “legalizado”. Ou seja, ter o direito de ter um namorado e uma namorada e esperar que isso seja normal e absolutamente compreensível por todos (porque né? Já vi gente que topa cada coisa...). Tem gente que não aprende, adora tentar dar uma de esperto. Eu mesmo já quase tive problemas com um cara que pensava exatamente assim, e pulei fora rapidinho (não por esse motivo isolado, whatever). Bissexualidade não tem nada a ver com promiscuidade: basta ser humano, de qualquer sexualidade, é o suficiente pra ser um promíscuo em potencial. Mas pra esses espertinhos, o melhor remédio é revidar imediatamente: “&lt;span style="color: purple;"&gt;Quer ter um namorado e uma namorada? Tudo bem, seu direito, mas isso me dá o direito de ter dois namorados. Ponto.&lt;/span&gt;”. Isso resolve facilmente o problema desses “bissexuais” oportunistas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Finalizando, faço questão de repetir: não tenho nada contra os &lt;b&gt;VERDADEIROS &lt;/b&gt;bissexuais. E tenho tudo contra quem tenta usar esse título pra se beneficiar de alguma forma, abusando da credibilidade de uma orientação sexual que já sofre preconceito suficiente de heterossexuais e homossexuais. E tenho dito!&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-8128436538884481379?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/8128436538884481379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=8128436538884481379&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/8128436538884481379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/8128436538884481379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/10/sou-bi-e-dai.html' title='SOU BI. E DAÍ?'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-3730596587534539107</id><published>2010-09-28T02:01:00.000-03:00</published><updated>2010-09-28T02:01:47.039-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>DESABAFO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://kitupiras.files.wordpress.com/2010/03/fracasso.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="215" src="http://kitupiras.files.wordpress.com/2010/03/fracasso.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapedefaults v:ext="edit" spidmax="1026"/&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapelayout v:ext="edit"&gt;   &lt;o:idmap v:ext="edit" data="1"/&gt;  &lt;/o:shapelayout&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Eu superei muitos dos meus preconceitos, medos e restrições. Não todos, porque já existem e sempre existirão novos problemas, dúvidas e limitações. A vida não é estática, aliás, pouca coisa nesse mundo atual é estática. Eu não resolvi tudo sozinho, é verdade. Eu tive pessoas, amigos, colegas, tutores e alguns conhecidos que disseram as coisas certas nas horas certas. Pequenos atos que mudaram radicalmente minha forma de pensar num curtíssimo período, o que pode ser chocante e muito aterrador. Entretanto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sério, eu não tenho a menor obrigação de ser condescendente com quem tem problemas que são parecidos (em maior ou menor grau) com os meus antigos problemas. Eu posso sim, se essas pessoas forem importantes pra mim, apoiá-las, orientá-las, perder algum tempo distraindo-as ou sussurrar a direção que eu tomaria. Mas eu já estou ficando farto da juventude atual e das suas atitudes quase inexistentes pra resolver seus próprios problemas, quiçá mudar pra melhor a nossa realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou cansado de dizer pra meninas-teenage-bonitinha-baladeiras-patricinhas-de-cabeça-oca que a juventude passa num piscar de olhos e que todo esse glamour precisa ser substituído por algum estudo/vocação decente. Estou cansado de explicar pra jovens-gays-afeminados-e-emos que usar roupas, cabelos e acessórios coloridos, falar com voz fininha e gesticular de forma afetada não ajuda ninguém a arranjar algum emprego, não garante uma universidade, não facilita na pegação com outros rapazes, não vai forçar uma aceitação externa e nem vai ajudar a causa gay. Estou cansado de dizer que música não é exclusivamente uma questão de opinião, afinal, eu detesto as músicas do Elvis Presley e não ouço jazz/blues com um bom whisky (e uma cara de cult) porque eu não gosto desses estilos musicais, mas sei que tais músicas representam grande valor e possuem qualidade indiscutível; coisa que não se vê mais em tempos de Restart. Estou ficando irritado ao ver cada menino ou menina suspirando pelo Edward Cullen (ou pelo Robert Pattinson, a maioria não faz distinção das duas pessoas), como se existisse a possibilidade de que um sujeito absolutamente idealizado pudesse descer do céu e mudar radicalmente a vida de um/uma Bella; e eu até sou ligeiramente simpatizante da saga. Estou boquiaberto em ver jovens fumando cada vez mais cedo só pra causar impacto; ou contando aos berros, nos dedos, o número de drogas que já experimentou; ou vangloriando-se pelo número de vezes que fugiu de casa pra ir a alguma balada fuleira, onde trepou, vomitou, ficou de ressaca e ainda brigou com os pais por “besteira”.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Se juventude é a fase de errar – e eu concordo com essa teoria – o fim da adolescência, lá por volta dos 17-18 anos, já é tempo de dar indícios de responsabilidade pessoal e coletiva, senão a vida te derruba e te mete porrada de um jeito feio e grosseiro, sem piedade. E é justamente as lágrimas e os lamentos dessa fase monocromática da vida que eu já estou cansado de ver e ouvir. Por isso, da próxima vez que eu for bruto ou partir em pedaços o sonho juvenil cor-de-rosa de alguém, vou me limitar a voltar pra casa e aceitar o título de antiquado com muito orgulho: pelo menos sou um antiquado bem-sucedido, ao meu modo.&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-3730596587534539107?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/3730596587534539107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=3730596587534539107&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/3730596587534539107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/3730596587534539107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/09/desabafo.html' title='DESABAFO'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-5374579707976475073</id><published>2010-08-30T14:19:00.001-03:00</published><updated>2010-08-31T16:35:25.509-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Agradecimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>MATURIDADE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_abi37r8eUiI/Srg7-Z3IFfI/AAAAAAAAAcc/OKViZXxo7B0/s1600/maturidade.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="292" src="http://4.bp.blogspot.com/_abi37r8eUiI/Srg7-Z3IFfI/AAAAAAAAAcc/OKViZXxo7B0/s400/maturidade.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos últipos episódios do (perfeito) seriado "&lt;b&gt;Queer As Folk&lt;/b&gt;", um personagem quarentão e "deslocado" chamado Ted, cansado dos padrões esterotipados (de beleza física, juventude, relacionamentos monogâmicos ou poligâmicos perfeitos, entre outros) finalmente entende algo que metade da população ocidental (ou mais) ainda não entendeu: a perfeição é inatingível e os estereótipos são só o que são e valem apenas para quem os seguem como valores pessoais. Muito maduro da parte dele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ted entendeu que não precisava fazer plásticas para se manter jovem, magro e bonito, não precisava sofrer tanto na academia pra se manter no peso ideal, não precisava de drogas (lícitas ou não) pra se sentir feliz, não precisava de festar diárias e orgias pra conseguir sexo e não precisava ser perfeito para atrair um namorado... e mais importante que isso, desejou ter a sabedoria para não enlouquecer sem um namorado e para ser feliz, assim mesmo, ainda que ninguém viesse a aparecer na sua vida. Isso é maturidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho fascinante o poder que o tempo exerce sobre as pessoas. Não que a extrema velhice me agrade, afinal, sou humano e temo envelhercer (algo que considero normal e que a &lt;a href="http://confissoes-femininas.blogspot.com/2010/08/sobre-envelhecer.html"&gt;Dama de Cinzas&lt;/a&gt; detalhou muito bem). Mas é verdade: o tempo faz verdadeiros milagres em mentes e corpos humanos. Em outra série que ando assistindo, "&lt;b&gt;Men of Certain Age&lt;/b&gt;", me surpreendo como os personagem se tornaram quarentões divertidos, questionadores, inteligentes, vaidosos, sedutores, carinhosos e, adivinhem, extremamente maduros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu demorei certo tempo pra entender o quanto a maturidade é relevante pra mim, ou seja, entre as pessoas com quem convivo e me relaciono. Hoje eu percebo que não se trata só de "relevância", mas sim um padrão de "exigência", quase um pré-requisito social que pode fazer a diferença entre uma amizade/namoro e o afastamento total, ainda que muitas vezes isso ocorra meio sem querer, de forma inconscientemente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar da minha idade relativamente curta, eu vejo que eu realmente sou maduro, dentro das minhas limitações óbvias. E me orgulho disso. O &lt;a href="http://laisse-faire.blogspot.com/"&gt;Laisse Faire&lt;/a&gt; vez ou outra comenta: "&lt;b&gt;Alysson, olha o quanto tu ja evoluiu!&lt;/b&gt;". Até bem pouco tempo atrás eu nem ligava pra isso, achava que era alguma tirada irônica. Mas é verdade, ele tem razão. E a melhor parte disso é saber que, ao mesmo tempo, não me tornei um chato, um inútil e nem perdi o meu senso de humor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ok, mas o que um moleque de 23 anos sabe sobre maturidade? E eu respondo: muita coisa! Certamente bem menos do que vou saber quando tiver mais idade. Certamente bem mais do que muita gente de 23 anos que existe por aí. Certamente bem mais do que várias pessoas mais velhas do que eu. Porque maturidade, apesar de estar ligeiramente enroscada com a idade, não é dependente apenas dela. Maturidade é ter a sabedoria que nos leva a tomar decisões mais adequadas, é ter novas perguntas, é ter respostas mais simples e mais satisfatórias, é ter paciência e serenidade, é dar a nós mesmos nem mais e nem menos importância e respeito do que realmente temos, é ter a capacidade de rir de si mesmo, é ter credibilidade, responsabilidade e palavra. Maturidade é não levar as coisas tão a sério... e levá-las totalmente a sério, dependendo da necessidade. Boa parte disso eu já consegui aos poucos e pretendo conseguir bem mais.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;blockquote&gt;[...] &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;MATURIDADE &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Maturidade é saber que nunca somos totalmente maduros pra viver. Portanto, sempre teremos o que aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maturidade é ter o poder de controlar a raiva e de resolver divergências sem violência nem destruição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maturidade é ter paciência e disposição para abrir mão de um prazer imediato, com vistas a uma vantagem a longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maturidade é ter perseverança, é empenhar-se a fundo num programa, a despeito da oposição e dos contratempos desalentadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maturidade é ter abnegação, é atender às necessidades alheias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maturidade é ter a capacidade de enfrentar o desagradável e a decepção sem nos tornarmos amargos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maturidade é ter humildade. Uma pessoa madura consegue dizer: "Perdoe-me." E, quando fica provado que estava com a razão, não sente a necessidade de se vangloriar: "Eu não disse?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maturidade significa credibilidade, integridade e cumprimento da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os imaturos encontram pretexto para tudo. São os retardatários crônicos, os contadores de vantagens, que falham no momento das crises. A vida dessas pessoas é um emaranhado de promessas não cumpridas, assuntos inacabados e amizades desfeitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maturidade é ter a capacidade de viver em paz com o que não se pode mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;(Autor Desconhecido)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-5374579707976475073?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/5374579707976475073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=5374579707976475073&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/5374579707976475073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/5374579707976475073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/08/maturidade.html' title='MATURIDADE'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_abi37r8eUiI/Srg7-Z3IFfI/AAAAAAAAAcc/OKViZXxo7B0/s72-c/maturidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-9164060508335635794</id><published>2010-08-26T02:23:00.004-03:00</published><updated>2010-08-26T03:13:46.550-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><title type='text'>FROZEN</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/THYEbjZAD6I/AAAAAAAAAPY/6jIST_2EGnk/s1600/frozen_heart_03052008_.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/THYEbjZAD6I/AAAAAAAAAPY/6jIST_2EGnk/s320/frozen_heart_03052008_.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509596065537462178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="font-style: italic;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;You only see what your eyes want to see&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;How can life be what you want it to be?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;You're frozen&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;When your heart's not open.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;(Frozen - Madonna)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Eu guardei meu coração num freezer. Ok, quase isso. Só arranquei o coração pra fora do seu espaço e, no seu lugar, coloquei um espelho de corpo inteiro, algumas garrafas de vodka, um mp3 player cheio de boas músicas, uns DVDs de pornografia e o meu celular. Eu finalmente ativei o meu lado egocêntrico e hedonista que, anteriormente, eu não tinha coragem nem vontade de abraçar. Tudo isso sem um pingo de ressentimento ou revolta, juro!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos dois anos (que alguns de vocês acompanharam aqui no Sinapses) eu mantive o meu coração derretido, cheio, livre, solto demais. E com todo esse poder, por vezes ele dobrou a vontade do meu lado racional, quase sempre dominante. Por dois anos eu fui um Alysson compreensivo demais, humanizado demais, espiritualizado demais, muito cuidadoso com os sentimentos alheios, cheio de amor pra dar e sem esperar NADA em troca (não o tempo todo,  não sou perfeito). E só recebi esse tipo de recompensa: mesmice, ingratidão, baixa consideração e indiferença (da maioria esmagadora, mas não de todos). E como sou um homem prático, se as coisas não estão dando certo, eu avalio as causas e fatores envolvidos no fracasso e tento mudar a minha tal realidade. Pode demorar um pouco em alguns casos, mas geralmente tarda sem falhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse motivo, cansado de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;slap in my face&lt;/span&gt;, vou inverter tudo pro extremo oposto e recomeçar do zero na jornada pra alcançar um equilíbrio adequado. Até lá, coração em criogenia, duro como pedra, fechado, inacessível e intocável. Não pensem que é desilusão ou qualquer tipo de trauma, sério, não é nada disso. Só não quero assumir a responsabilidade por qualquer um que, ocasionalmente, acabar saindo machucado dessa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ok, Alysson. E o que isso muda, efetivamente?&lt;/span&gt;". Eu respondo: muita coisa, sobretudo os meus focos. Percebi que nesse tempo, a pessoa que eu menos amei foi o próprio Alysson, eu mesmo. E desgastado como estou, nada posso fazer pra contribuir positivamente com ninguém. Sendo assim, vou cuidar mais de mim, dos meus interesses, dos meus princípios e pontos de vista. É como eu disse, inicio uma fase egocêntrica, mas no melhor sentido que isso pode ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero me divertir, me aproveitar, me permitir. Isso significa recusar um ou outro favor, se eu tiver algo melhor em mente. Isso significa dizer "não estou interessado, obrigado", "não posso", "não quero" ou "vou estar ocupado com outra coisa", sem medo de causar qualquer má impressão. Até porque estive disponível, topando qualquer ajuda/tarefa/missão faz um certo tempo e foda-se quem resolver lembrar só das minhas respostas negativas, provavelmente são pessoas que não vão fazer falta. É claro que eu não vou ser uma pessoa ruim desnecessariamente, nem vou deixar de ser gentil ou prestativo. Só não vou dar ênfase nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero dançar, beber, fumar, transar se e quando me der vontade. E negar tudo isso se a minha vontade recusar. Enfim, quero fazer comigo aquilo que me der vontade, viver a promiscuidade despudorada. Me dando o devido respeito e cagando e andando pra opinião alheia. Quero viver a maior boemia se isso estiver ao meu alcance. Eu não quero namorar. Eu quero não ter que ligar no dia seguinte pro garoto da noite anterior. E quero não ter que atendê-lo, caso ele ligue. Quero fazer isso sem me sentir mal. Eu quero dizer "você NÃO é importante pra mim" com a mesma sinceridade e efeito de quando eu digo "eu te amo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu quero estudar mais, começar a trabalhar com entusiasmo (finalmente!), ler mais, pensar mais, meditar mais, assistir aquilo que me acrescenta ou que simplesmente me faz rir. Eu quero mais humor. E quero mais programas lights, como conversar com amigos por horas, sobre os temas mais relevantes ou sobre a mais fútil banalidade que nos vier na cabeça. Quero assistir filmes bons, e os ruins também. Quero ouvir música boa, e as ruins também. Quero perder o meu tempo numa tarde de RPG com amigos, numa noite de papo sob luz da lua ou numa caminhada solitária pela praia ao amanhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero correr diariamente, pra cuidar da minha saúde e do meu corpo enquanto eu não posso pagar por uma academia. Quero ir ao dentista, ao médico, ao fisioterapeuta e ao psicanalista, nem que seja só pra ouvir um "está tudo bem". Quero mudar o corte de cabelo, cuidar da minha pele, quero precisar de uma manicure/pedicure, quero comer mais e melhor. Quero estar plenamente satisfeito com o espelho, dentro do possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero congelar a minha camada mais periférica e a casca do meu coração propositalmente. Eu quero estar tão bem comigo mesmo, ao ponto de me sentir completo sozinho, sem precisar de qualquer apoio ou "alma-gêmea". Eu vou aumentar as minhas chamas interiores, aquecer lentamente o que importa dentro de mim. E quando eu me cansar de aproveitar tudo o que eu sou e o que eu posso ser, só então eu irei procurar alguém tão completo quanto eu deverei estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até lá, "quero ver apenas o que os meus olhos querem ver"  e "estar congelado, enquanto meu coração não estiver aberto". Não é, Madonna?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.4shared.com/embed/95792283/f4c52367" width="420" height="250" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-9164060508335635794?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/9164060508335635794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=9164060508335635794&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/9164060508335635794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/9164060508335635794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/08/frozen.html' title='FROZEN'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/THYEbjZAD6I/AAAAAAAAAPY/6jIST_2EGnk/s72-c/frozen_heart_03052008_.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-449503690869878815</id><published>2010-08-24T15:26:00.004-03:00</published><updated>2010-08-24T17:42:57.206-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>ELEIÇÕES 2010</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/THQrIHSvBmI/AAAAAAAAAPI/kZbLrrepA0Y/s1600/eleicoes2010.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 356px; height: 204px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/THQrIHSvBmI/AAAAAAAAAPI/kZbLrrepA0Y/s320/eleicoes2010.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509075662577534562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right; font-style: italic;"&gt;"Agradeço pela ração&lt;br /&gt;Aqui tudo está sempre a mão&lt;br /&gt;Um cantinho pra eu me deitar&lt;br /&gt;Uma bola pra me acalmar..."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;"Te cuido tanto aqui&lt;br /&gt;Te dou o que quiser&lt;br /&gt;É só me divertir&lt;br /&gt;E não tentar fugir..."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Rato na roda - Pitty)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Minha opinião sobre a política no Brasil vocês já conhecem (ou podem lembrar clicando &lt;a href="http://syn-blog.blogspot.com/2009/01/sou-brasileiro-e-j-desisti-faz-tempo.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Ela não mudou praticamente em nada: chegam as novas eleições e o cenário é o mesmo, políticos arrumados, desinteressantes, muitos deles criminosos e que nem disfarçam que estão apenas lendo o que foi passado pela "equipe" eleitoral deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nível estadual, as chances dos Sarney continuarem mandando no Maranhão são bem altas (acreditem!), a maioria dos concorrentes são igualmente corruptos ou esquerdistas revoltadinhos. Os deputados estaduais e federais repetem o de sempre sem se preocupar e, pior, ainda agem em níveis bem restritos, falam de defender os interesses de tal cidade, tão região, como se APENAS suas localidades fossem relevantes. Entre os senadores, não há nada novo: mudaram apenas as faces e o discurso é o mesmo, isso porque nunca ficou tão claro que o político é só um reflexo do seu partido. Entre os presidenciáveis, aí sim a coisa fica lamentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dilma&lt;/span&gt;, além de ter uma série de pontos negativos na campanha do PT-boa vizinhança-corrupção-jeitinho, mal tem coragem de estabelecer uma campanha sem sair do ombro do Lula. Você confiaria em alguém que só obedece ordens alheias? Você votaria em alguém visivelmente volúvel? Eu não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Zé Maria&lt;/span&gt; chuta o balde e promete salários mínimos de 2 mil reais, redução da carga horária de trabalho máxima de 35 horas (sem redução do salário) e um completo apoio ao MST, garantindo desapropriação de terras privadas e doação das mesmas pra quem nela trabalha. Você acredita em um mínimo equilíbrio econômico baseando-se nessas 3 promessas? Eu não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Plínio&lt;/span&gt; foi o único a assinar o termo de compromisso em favor dos interesses GLBT, ok. Mas e além disso? O Programa dele inclui excentricidades graves similares ao de Zé Maria e, além disso, sua divulgação e propaganda são tão superficiais e frágeis. Você votaria? Eu não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Marina Silva &lt;/span&gt;aparentemente tem uma proposta bem limpa: se por um lado ela não apóia uma ou outra causa, por outro ela deixa isso bem evidente e explica suas razões. No máximo, diz que existem poucas informações sobre o assunto e "advoga a favor de um plebiscito" (SIC). Mas sinceramente, eu tenho os dois pés atrás com QUALQUER pessoa que venha de uma religião tipicamente fundamentalista como a dela. Admito, é uma forma de preconceito sim, sob uma fachada de auto-proteção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Serra &lt;/span&gt;até tem boas propostas. Mas é só você conversar com alguns paulistas pra você conhecer um pouco do que ele fez por lá. Enquanto era governador, a criminalidade aumentou, os pedágios aumentaram, houve censura quando tentaram criticar o seu governo, entre outros motivos bem graves. Fora o partido dele, que tem carteirinha marcada em várias CPIs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eleitor, eu não sei o que fazer, em quem votar. Não confio mais em votos nulose branco, ainda mais com a lenda (ou não) de que essas opções têm livre manipulação. Não vi em nenhum dos candidatos aquele entusiasmo que se espera pra modificar o que há de mais grave no nosso país, ou seja, as 3 necessidades mais basais e urgentes: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;EDUCAÇÃO&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SAÚDE &lt;/span&gt;e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SEGURANÇA&lt;/span&gt;. Pouco se fala sobre tais necessidades e, quando se fala, é de um jeito completamente superficial e pisando em ovos. O que me remete a um grande medo de arriscar, de tentar fazer algo que possa definitivamente resolver uma boa parte dos problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra finalizar, deixo o resto da minha opinião escancarada nas palavras do jornalista e blogueiro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gabriel Cadete&lt;/span&gt; (em "&lt;a href="http://brave-new-word.blogspot.com/2010/08/sobre-politica.html"&gt;Sobre Política&lt;/a&gt;" e "&lt;a href="http://brave-new-word.blogspot.com/2010/07/o-voto-gay.html"&gt;O voto gay&lt;/a&gt;?") e do ator &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Felipe Neto&lt;/span&gt; (em "&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=dAQkMjebkeA"&gt;Não Faz Sentido! - Políticos&lt;/a&gt;").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-449503690869878815?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/449503690869878815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=449503690869878815&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/449503690869878815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/449503690869878815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/08/eleicoes-2010.html' title='ELEIÇÕES 2010'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/THQrIHSvBmI/AAAAAAAAAPI/kZbLrrepA0Y/s72-c/eleicoes2010.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-7068718385597315561</id><published>2010-08-20T03:22:00.005-03:00</published><updated>2010-08-20T05:15:56.212-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><title type='text'>EPÍLOGO DE UMA RELAÇÃO (E UM DESABAFO)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/TG4qYI-kFXI/AAAAAAAAAOg/KVtsNF-V04Y/s1600/sonho.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 355px; height: 303px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/TG4qYI-kFXI/AAAAAAAAAOg/KVtsNF-V04Y/s320/sonho.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5507385988535817586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;I am not waiting for&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A prince on a white horse just to save me&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;I know I have to do by myself&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;And this time I will be free&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(IGNORIN' U - Pitty)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Com fatos e sentimentos turbulentos devidamente digeridos, chega a hora de expelir a conclusão. É assim mesmo, costumo me superar muito rápido. E essa conclusão diz respeito a tudo o que eu experimentei no meu último relacionamento. E por esse motivo, este post acaba sendo um desabafo ao meu ex-namorado, e mesmo que ele nunca venha a ler, sinto necessidade de exteriorizá-lo aqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Este texto é todo pra você "A". Eu encontrei a resposta pra sua pergunta: sim, eu te amei, por um período de tempo que eu não sei definir, mas que certamente ocupou menos de 50% dos nossos 6 meses de namoro. E eu já sei o porque eu terminei o nosso namoro: o cara que eu conheci e me apaixonei desapareceu, está escondido em algum lugar dentro de você, provavelmente atrás do seu maior defeito, sua teimosia. E, sinceramente, eu nem quero ou pretendo que ele saia de lá, porque eu realmente deixei de te amar cerca de um mês antes do fim do nosso relacionamento. E eu não me arrependi, eu me sinto bem, me sinto livre. Eu achei que seria difícil, mas cheguei à conclusão de que eu não precisava manter um namoro se fosse pra ser daquele jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não tenho ódio por você, eu não tenho motivos para te diminuir, te ofender, te menosprezar. Eu agradeço de verdade por tudo o que você me proporcionou, agradeço pelo que eu aprendi com você, agradeço pelas pessoas divertidas e diferentes que você me apresentou, agradeço pelos inúmeros orgasmos, agradeço pelo seu apoio e agradeço até pelas nossas crises. Tudo isso ficará guardado em uma parte boa de mim e, acredite, ela é bem maior do que a dor e o ressentimento que você me causou. Considere-me superado, assim como eu te considero uma boa e importante lembrança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não mudei com você. Eu só tive a completa consideração de desaparecer da sua frente, porque eu sabia que você ainda me amava; e como dizem: "o que os olhos não vêem, o coração nao sente". É isso que eu gostaria que fizessem comigo se eu estivesse na mesma situação... e, curiosamente, é isso que fizeram por mim quando eu passei por isso (está registrado em alguma parte deste blog). E eu não fugi, eu desviei propositalmente meus caminhos dos seus, mas caso nos encontrássemos (como aconteceu), eu não fugiria de você (e eu não o fiz).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagino o quanto foi difícil pra você, mas eu sabia que não podia te ajudar. O único tipo de salvação que eu poderia te oferecer seria nada menos do que minha própria sentença de morte. E, felizmente, meu &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;amor próprio&lt;/span&gt; é maior do que meu &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;altruismo&lt;/span&gt;. Quando você percebeu isso, acabou reagindo (desesperadamente e infantilmente) da forma mais lamentável possível. Eu repito sem medo: a escolha de trocar o seu amor por mim por ódio é sua, eu não posso fazer nada a não ser lavar as mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não finja inocência, não seja cínico ou hipócrita, não te conheci com tais defeitos. Você conhece SIM a sua parcela de culpa. Você sabia que me matava a cada vez que fugia ou deixava uma discussão sem conclusão. Sim, a sua teimosia não era, não é e jamais será um argumento. A sua imaturidade não justifica de forma alguma a forma com que fui (muito mal) tratado por dias. A sua incapacidade de se colocar no meu lugar foi decisiva. A sua exigência por mudanças da minha parte e a pressão que você me impôs, sempre impedindo a expontaneidade das minhas atitudes, nunca foi justa. Não eram igualitárias aos meus pedidos de mudança da sua parte. O "A." que eu conheci era menos amargurado e julgava menos do que o garoto que eu deixei sozinho no fim do namoro. E como se não fosse suficiente, você me fez perder exatos 6 dias de sono, um recorde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só não me persiga, não me vigie, não me atrapalhe. Tire o seu ódio do caminho, pois minha consciência tranquila quer passar. Se continuar me ofendendo pela internet, o máximo que conseguirá provar é o nível da sua maturidade. Se você quiser espalhar aos 4 cantos que viveu um "amor de hipocresia" (alias, a palavra certa é hipocrisia), lembre-se bem de tudo o que eu fiz por você, das vezes que eu te apoiei, do dinheiro que eu gastei com você, da fidelidade imaculada que eu te prometi (e cumpri), dos meus pequenos sacrifícios, de todos os momentos bons e positivos na sua vida enquanto estivemos juntos... e se ainda assim você julgar que eu fui hipócrita, nada eu posso fazer. Apenas dormir em paz e com a minha consciência tranquila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu te conheci, eu me apaixonei, eu te amei, passamos um tempo juntos, eu percebi que você não era quem eu pensava que fosse, eu deixei de te amar e me afastei. Um ciclo justo, limpo, sem mentiras, sem falsidade, sem arrependimentos, com começo e um fim, que veio exatamente no momento em que eu percebi que eu nada poderia fazer pra voltar a te amar e não poderia mais esperar ou exigir uma mudança sua. Exatamente antes que o nosso relacionamento fosse lembrado por momentos ruins em vez dos bons. Você pode não admitir ou não concordar, mas foi e ainda é assim pra mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se eu ainda puder te desejar algo, que seja mais &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;maturidade&lt;/span&gt;, mais &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tolerância &lt;/span&gt;e mais &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;auto-controle&lt;/span&gt;. Não pra mim, não pro seu próximo namorado (ou namorada), não pra agradar seus amigos, sua família ou qualquer outra pessoa. Mas pra que você evolua como um humano, um homem melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;P.S.:&lt;/span&gt; A aliança que está no meu dedo anelar esquerdo permanecerá lá, no exato lugar onde estava no dia que você me conheceu. Ela &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;ainda &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;significa (e sempre significará) um completo auto-compromisso. Um compromisso de amor, respeito, sinceridade, cuidado e fidelidade a mim mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-7068718385597315561?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/7068718385597315561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=7068718385597315561&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/7068718385597315561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/7068718385597315561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/08/epilogo-de-uma-relacao-e-um-desabafo.html' title='EPÍLOGO DE UMA RELAÇÃO (E UM DESABAFO)'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/TG4qYI-kFXI/AAAAAAAAAOg/KVtsNF-V04Y/s72-c/sonho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-5593437495644094873</id><published>2010-08-18T02:04:00.007-03:00</published><updated>2010-08-18T16:22:18.854-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><title type='text'>PERCEBI</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/TGtrqUJHgfI/AAAAAAAAAOY/byqCVF5UiP4/s1600/face+%28li%29.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 244px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/TGtrqUJHgfI/AAAAAAAAAOY/byqCVF5UiP4/s320/face+%28li%29.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5506613344096190962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Percebi que não consigo escrever sobre situações/fatos/sentimentos enquanto eles ainda estão acontecendo na minha vida. Percebi que não consigo escrever sobre situações/fatos/sentimentos passados enquanto os atuais ainda estão me incomodando e inflamando minha mente. Percebi que por mais que eu tente desenvolver um pensamento sobre alguma coisa aleatória, esse pensamento sofre direta influência do meu estado de espírito e de humor vigente, que por sua vez, é um produto direto do que eu vivo no presente (ou passado próximo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E percebendo isso, eu me calo por alguns dias, porque eu não criei um blog pra vomitar situações/fatos/sentimentos turbulentos, mas sim pra jogar a "pá de cal" da minha opinião sobre eles, depois que tudo já está devidamente digerido e superado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: sim, sou eu mesmo na foto (há 2 anos atrás)...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-5593437495644094873?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/5593437495644094873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=5593437495644094873&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/5593437495644094873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/5593437495644094873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/08/percebi.html' title='PERCEBI'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/TGtrqUJHgfI/AAAAAAAAAOY/byqCVF5UiP4/s72-c/face+%28li%29.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-7514277893687707147</id><published>2010-08-03T04:23:00.002-03:00</published><updated>2010-08-03T04:45:19.912-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><title type='text'>SOLTEIRO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.millyanjos.com.br/site/wp-content/uploads/2009/08/solteiro_copy-blog1.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 234px; height: 300px;" src="http://www.millyanjos.com.br/site/wp-content/uploads/2009/08/solteiro_copy-blog1.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;Estou solteiro há alguns dias. Novamente. Mas sem queixas, sem arrependimentos e nem aquela sensação ruim de vazio e tédio das outras vezes. O que sinto agora é um misto de fadiga mental, sede social e alívio psicológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez eu não detalharei passo-a-passo as (possíveis) causas do fim e nem vou enxer o meu ex de defeitos. Além de não haver a menor necessidade ou motivo que possa justificar esse ato, dessa vez as coisas foram diferentes: as causas do rompimento do namoro não estão claras na minha consciência, só estão evidentes no meu coração. O sentimento existiu de fato, eu realmente gostava dele; a diferença é que o sentimento não era maduro ou forte o suficiente pra sobreviver por uma longa temporada de crise e tortura emocional, pelo menos não intacto. O que eu sinto por ele não morreu, só mudou de uma quente paixão para uma amizade bem morna; um carinho que é frio demais pra aquecer um namoro. Diria que o sentimento ainda existe, mas está irreconhecível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E dessa vez não existem xingamentos a serem vomitados ou defeitos a serem expostos. O meu ex é muito parecido comigo, é praticamente um "Alysson" com 18 anos (idade dele), um garoto muito cheio de certezas, (verdades indicutíveis) que, nos atuais 23 anos, foram substituídas, modificadas, adaptadas ou extintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez eu estou bem. Eu me sinto bem com a minha decisão em finalizar um relacionamento que já não tinha mais sentido. Pelo menos não no meu coração. Finalizar tudo antes que os bons momentos fossem substituídos por brigas, boicotes, chateação mútua e farsa. Antes que as boas lembranças ficassem distantes demais para serem resgatadas. Antes que eu abrisse mão de ser o "&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Alysson&lt;/span&gt;" que eu sou para me tornar o "&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102); font-weight: bold;"&gt;Alysson&lt;/span&gt;" que o meu ex-namorado e o relacionamento pediam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo difícil terminar um namoro, por melhor ou pior que ele tenha sido, eu me sinto orgulhoso por ter reunido a força necessária pra fazer o que eu acredito ter sido a coisa certa. Apesar do medo inicial, fico feliz de ter a coragem e o amor-próprio necessários para que eu estivesse bem, right now...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo isso se justifica. Mesmo sendo bastante questionadas e desacreditadas as teorias holísticas, a física/medicina/ciência quântica, a lei da atração e as filosofias orientais; uma coisa que todas essas correntes de pensamento possuem e estão certas: seus sentimentos e sensações são verdadeiros "medidores" do seu atual estado de felicidade e paz-interior. Se você não se sente bem agora, jamais voltará a se sentir bem novamente a menos que modifique ou remova aquilo que te impede de ser feliz. E isso, tenho o orgulho de dizer, eu sei fazer muito bem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-7514277893687707147?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/7514277893687707147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=7514277893687707147&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/7514277893687707147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/7514277893687707147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/08/solteiro.html' title='SOLTEIRO'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-7283948518836226777</id><published>2010-07-27T21:25:00.004-03:00</published><updated>2010-08-20T05:23:50.269-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>INGENUIDADE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://intensidade.files.wordpress.com/2008/06/daily-selection037.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 394px; height: 349px;" src="http://intensidade.files.wordpress.com/2008/06/daily-selection037.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CAlysson%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   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bold;"&gt;Meninas&lt;/span&gt;: criaturas esquisitas, frescas, moles, abundantemente enfeitadas e pintadas, e que, mesmo desperdiçando tempo, tiram boas notas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Meninos&lt;/span&gt;: criaturas que, em teoria, deveriam ser parecidas comigo... só em teoria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diretora&lt;/span&gt;: alguém que você não vai querer conhecer nem nos seus piores pesadelos;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bola&lt;/span&gt;: algo tão perigoso e divertido como um soco, ou uma pedra vindo em sua direção;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Escola&lt;/span&gt;: um lugar cheio de pessoas diferentes e esquisitas, que fingem ser o que não são para atingirem seus objetivos (sejam lá quais forem);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Futebol&lt;/span&gt;: uma aglomeração de 22 pessoas violentas, com intenções violentas e armas violentas, praticando ações violentas e se divertindo enquanto isso;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Irmão&lt;/span&gt;: alguém que, apesar de ter um DNA extremamente parecido com o seu, não poderia ser mais diferente de você;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TV&lt;/span&gt;: um troço que, se não tiver passando desenho animado ou conectado a um vídeo-game, é a coisa mais chata possível;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mamãe&lt;/span&gt;: uma pessoa neurótica, bipolar, emocionalmente instável e que tem sempre razão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Papai&lt;/span&gt;: uma versão mais bruta, mais durona, menos fresca e mais pobre que a mamãe;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prova&lt;/span&gt;: a melhor, mais eficiente e mais valorizada moeda de troca com a mamãe... ou uma causa mortis muito justa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Chato&lt;/span&gt;: um cara que esqueceu ou desaprendeu a ser divertido;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Peso&lt;/span&gt;: um motivo comum pra criticar as pessoas, desde que seja alto ou baixo demais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Verduras&lt;/span&gt;: um troço quase sempre verde, sem gosto, nojento, cheio de “nutrientes” e que os seus pais te obrigam a comer;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dinheiro&lt;/span&gt;: uma coisa rara, legal e que você não deve pegar dos outros (NUNCA!);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Redação da escola&lt;/span&gt;: uma invasão da sua privacidade que vale nota;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cópia de texto&lt;/span&gt;: algo que a professora te obriga a fazer mesmo sabendo que é uma puta perda de tempo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Deus&lt;/span&gt;: um cara grande, velho, barbudo, invisível, muito poderoso e que te castiga freqüentemente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Anjo da guarda&lt;/span&gt;: uma versão muuuuito menor, menos poderosa de Deus e, no meu caso, um verdadeiro inútil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cachorro&lt;/span&gt;: se for seu, é um dos melhores amigos possíveis, se for dos outros ou de rua, um perigo ambulante, cheio de dentes grandes e afiados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gato&lt;/span&gt;: um bicho fofo, temperamental e que pode te infectar com o perigoso “vírus-da-asma”;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bonecas&lt;/span&gt;: a coisa mais sem graça (e que as meninas adoram) possível;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sexo&lt;/span&gt;: hã?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tatuagem&lt;/span&gt;: uma coisa errada, suja, feia e demoníaca, assim como brincos e cabelos compridos para meninos... e meninos para as meninas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Padre&lt;/span&gt;: um homem que pode usar vestido, que muita gente acha que é gay, mas não comenta isso com ninguém;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diversão&lt;/span&gt;: jogar vídeo-game, espiar vizinhos fazendo sexo (apesar de eu não saber o que é isso), escavar o chão do quintal, tirar notas boas e comprar doces com o troco do pão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Carnaval&lt;/span&gt;: uma coisa chata, barulhenta, cheia de violência, música enjoativa, regada de álcool e que eu vou odiar por mais 3 anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cerveja&lt;/span&gt;: algo com um gosto horrível, mas incrível por ter a capacidade de fazer papai ficar divertido, comunicativo e generoso (inclusive com grana);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Empregada&lt;/span&gt;: uma criatura esquisita, autoritária, feia, mas que no fundo só quer o seu bem;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Peixe&lt;/span&gt;: é quando o almoço adquire um gosto insuportável e te forçam a comer;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Recuperação&lt;/span&gt;: é um tipo de prova que eu nunca vou fazer (até os 14 anos);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Namoro&lt;/span&gt;: é uma coisa que envolve sentar no colo, trocar abraços, conversar e rir baixinho, rir sem motivo, e coisas afins... todas sem nenhum sentido;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Casamento&lt;/span&gt;: algo que só dá certo entre os meus pais (pelo menos até os meus 17 anos);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alysson&lt;/span&gt;: um sujeito chato, petulante e esquisito e que vai mudar muito até os 23.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-7283948518836226777?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/7283948518836226777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=7283948518836226777&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/7283948518836226777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/7283948518836226777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/07/ingenuidade.html' title='INGENUIDADE'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-7017558982359863848</id><published>2010-07-17T05:57:00.005-03:00</published><updated>2010-07-17T06:10:25.574-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Agradecimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><title type='text'>SABEDORIA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_BRTsFEeRtzs/SSPnZ4lr0AI/AAAAAAAAAtc/NyQZN1fxQOE/s400/MaosDadas.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 340px; height: 314px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_BRTsFEeRtzs/SSPnZ4lr0AI/AAAAAAAAAtc/NyQZN1fxQOE/s400/MaosDadas.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na vida eu tive muitos professores. Professores da escola, professores da faculdade, professores de natação, professores-amigos, professores de todos os tipos. Mas de um tipo específico de professor, eu tive bem poucos: professor de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus pais não me ensinaram muita coisa sobre a vida, eles estavam preocupados demais em manter minhas notas altas, em manter meu comportamento social dentro do normal e, sobretudo, em me manter quieto dentro de casa. Talvez por isso eles nem se importassem tanto quando eu passava de 15 a 18 horas por dia plantado na frente de um vídeo-game ou computador... exceto quando a conta de energia vinha alta, claro Eles também não se importávam com minha vida social quase inexistente... a sexual então, nem se fala! Além disso, tudo o que eles insistiam em me ensinar já era exaustivamente repetido por outras pessoas, com mais freqüência por tios ou pelos professores da escola. Não é meu papel aqui questionar a educação que eu recebi de pais, professores e parentes, apesar de eu considerá-la moralista e hipócrita em uma série de aspectos, mas sim exaltar esses poucos “professores de vida” que eu tive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na falta de gente capacitada pra me ensinar como viver adequadamente, eu tive que aprender sozinho por muito tempo, e confesso que nem fui tão bem. Até que a própria vida botou dois amigos-professores na minha frente: o &lt;a href="http://laisse-faire.blogspot.com/"&gt;Laisse Faire&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://danonesplace.blogspot.com/"&gt;Danone&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Danone me ensinou a não julgar, foi a primeira grande lição que eu tive dela. Aos poucos, ela me ensinou o real valor de um amigo, de um jeito que eu não entendia antes. Ela me ensinou na prática o que eu já havia lido no Pequeno Príncipe: tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Depois ela me ensinou a fazer o bem, não somente pra “ir pro céu” ou esperando qualquer espécie de retorno. A Danone me ensinou inúmeras vezes a perdoar. E me ensinou que independente de como a sua família te trate, ela sempre será a sua família e você deve preservá-la (ou pelo menos tentar bastante) antes de somente julgá-la ou abandoná-la. Ela me ensina a cada dia a jamais desistir e a entender que nada do que você enfrenta é maior do que a sua capacidade de sobreviver. Ela me ensinou algo que eu havia perdido há anos: o significado de Deus, de religião, de espiritualidade, de fé e a importância disso na vida. E por fim ela me ensinou que não importa o quanto os seus problemas podem ser gigantescos, sempre haverá alguém com problemas maiores ou mais devastadores que o seu. E por mais incapaz e impotente que você esteja em relação aos problemas de quem você ama, um mero abraço, uma palavra de conforto ou um simples ouvido e ombro amigo podem fazer a diferença entre tudo e o nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Laisse Faire, antes de ser sequer o meu amigo, me ensinou a ter paciência, e talvez ele nem saiba como fez isso. Ele foi a primeira pessoa com quem eu falei de minha sexualidade, antes de eu sequer aceitá-la, e ele ainda nem era meu amigo. E depois ele me ensinou a não ser odioso, a enfrentar problemas, a viver de cabeça erguida e a entender que não se deve levar as coisas, as pessoas e nem a vida tão a sério. E aí sim ele tornou-se o meu amigo. E mesmo vacilando algumas vezes comigo, ele acabou se fixando de uma forma totalmente permanente na minha vida. Foi ele quem melhorou meus hábitos de leitura e meu gosto musical. O Laisse Faire me ensinou que não basta rir, é necessário rir com um mínimo de inteligência, mesmo com a maior bobagem da humanidade. E ele, de uma maneira esquisita, me ensinou que o silêncio e a distância podem ser valiosos nos momentos certos, e que as coisas contraditórias não são exatamente ruins. O Laisse Faire me ensinou que amar não deve ser feito de forma leviana, que não se pode enganar o seu coração e que, mesmo que alguém te deixe em pedaços, ainda é possível viver, sobreviver, superar-se e ser feliz novamente, sendo capaz de rir das próprias histórias do passado e convivendo amistosamente com quem já te ofendeu ou te magoou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esses dois queridos amigos, eu só devo a maior gratidão, a maior consideração, um real sentimento de admiração, de companheirismo, de amizade e de uma ternura irônica e divertida. Obrigado de verdade por entrarem na minha vida, por me ensinarem mais do que eu merecia e por se manterem ao meu lado em toda hora. Eu não costumo falar isso publicamente, mas eu definitivamente AMO vocês!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: abaixo, uma breve homenagem à Danone e ao Laisse Faire, respectivamente, músicas que eu simplesmente não consigo ouvir sem associar ao contexto desses dois grandes amigos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ACCIDENTALY IN LOVE - COUNTING CROWS&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;object width="240" height="192"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qxlXmKgbfX0&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/qxlXmKgbfX0&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="240" height="192"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;LUZ DOS OLHOS - CÁSSIA ELLER&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;object width="240" height="192"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/apXxepen87E&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/apXxepen87E&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1?color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="240" height="192"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-7017558982359863848?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/7017558982359863848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=7017558982359863848&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/7017558982359863848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/7017558982359863848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/07/sabedoria.html' title='SABEDORIA'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_BRTsFEeRtzs/SSPnZ4lr0AI/AAAAAAAAAtc/NyQZN1fxQOE/s72-c/MaosDadas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-3316797533938227603</id><published>2010-06-26T23:41:00.003-03:00</published><updated>2010-06-26T23:52:23.620-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GLS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>A PARADA GAY</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://cadasegundo.files.wordpress.com/2009/07/parada_gay.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; 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Ponto. Ele provavelmente ficará chateado pelo fato de que eu não ter aceitado o convite para acompanhá-lo na primeira vez que ele vai à Parada, uma coisa absolutamente comum entre namorados gays. Ponto. Mas a questão é que eu não aceitei o convite por motivos que nada tem a ver com falta de vontade ou disponibilidade de tempo. Também não é por pirraça, implicância ou nada que indique qualquer problema entre nós. Os motivos não são frágeis nem extrínsecos, pelo contrário, são extremamente pessoais e basais: eu não concordo com o movimento político atualmente apresentado pelas Paradas Gays da maior parte do Brasil e do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente das gerações mais novas, a minha geração (e várias passadas, como disse a Dama em um coment do post passado) sofreu muito pra sair dos seus respectivos armários particulares (e não só do armário da sexualidade). Sexo, sexualidade e afins estavam embalsamados em tabus muito rígidos que, se por um lado eram sérios até demais, pelo menos não eram banalizados e esculhambados como são hoje. Foram períodos que, com certeza, estavam repletos de sofrimento, de violência, de estereótipos, de estigmas. E eu admiro muito quem lutou por uma posição por nós, que compomos toda a “classe” GLBT. Admito que nasci em uma geração onde a maior parte das trevas tórridas do “homossexualismo” já havia passado, ou seja, sou uma geração de transição. E talvez seja exatamente por isso que eu tenha tanto respeito e orgulho da militância que existiu e ainda persiste, apesar de não participar ativamente do movimento, mas sim como um colaborador que parte do micro para o macro (ou seja, o pouco de todos constitui o muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É exatamente a contra-mão das novas gerações que me preocupa. Mesmo correndo o risco de parecer ser um velho-gagá, conservador, tirano e com medo das mudanças, me assusta a banalização com que o tema GLBT tem sido tratado pelos jovens. Se por um lado eu admiro a naturalidade com que os jovens se assumem (intimamente e publicamente), cada vez mais cedo e sem retaliações tão violentas e tristes como eram antes (ou pelo menos bem menos freqüente do que antes); por outro lado, me revolta o desapego, a imaturidade e a irresponsabilidade que eles tem para com as principais decisões sociais e políticas que dizem respeito a todo(a) gay, lésbica, bi e etc. A Parada Gay é só um mero reflexo disso. Ali impera a corrente de pensamento atual: vamos nos divertir, vamos mostrar para o mundo o que fazemos e do que somos capazes, vamos incomodar a visão dos heteros nem que seja por um mero dia, vamos escandalizar, vamos ficar semi-nus, vamos nos vestir com trajes coloridos, purpurinados e caricaturados. Não fica claro que assim só aumenta o abismo e se reforça o pensamento de que os atuais estereótipos sobre os GLBT são verdadeiros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sou hipócrita e me orgulho disso. Eu me divirto, eu beijo em público, não tenho vergonha de andar de mãos dadas com um garoto na rua e ainda pretendo ter uma camiseta totalmente pintada com as 7 cores do arco-iris. A diferença é que eu faço disso uma constante, do meu dia-a-dia. Não existe a menor necessidade de reforçar a minha sexualidade para os heterossexuais ou transformá-la em algo totalmente alienígena e que deve ser engolido pelas massas a seco, cedo ou tarde. Características como “apreciar a diversão”, “indiscrição”, “atrevimento”, “voyeurismo”, “promiscuidade” e etc NÃO SÃO exclusivas do grupo GLBT. Nunca foram e nunca serão, e é exatamente por isso que eu não concordo que expor tais atitudes numa avenida superlotada, seguindo trio-elétricos repletos de gogo boys semi-nus e drag-queens exuberantes, ao som de “I Will survive” e outra grandes músicas do repertório pop e eletrônico de divas seja a melhor forma de romper as barreiras do preconceito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não se engane: eu adoro gogo boys semi-nus (ou peladões mesmo), adoro festas (embora odeie superlotação), acho as drag-queens bem feitas e montada LINDAS, um espetáculo a parte (apesar de não ter vontade e nem coragem de imitá-las), adoro a maior parte das músicas que lá tocarão (como Lady GaGa e Madonna) e também adoro o clima de pegação e sensualidade que existe na maioria das Paradas Gays. E de forma homóloga, um homem heterossexual típico adora mulheres gostosonas semi-nuas (ou peladas mesmo), podem gostar de festas, podem gostar de fetichismo, podem gostar de seus respectivos estilos musicais e, mesmo que neguem, em sua maioria adoram sexo e sensualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se essas pessoas não selecionam um dia pra expor a vasta seleção de características do típico homem heterossexual brasileiro com orgulho e imposição, porque EU deveria apoiar um movimento que faz isso de forma similar e muitas vezes debochada, apenas porque a sexualidade do movimento mudou? Não é totalmente contraditório pedir direitos iguais e exigir um dia especial para nós membros do grupo GLBT, onde tudo o que pertença a “nossa cultura” seja exaltado e forçadamente exposto? E pra finalizar: será que é honesto dizer que ali estão representadas todas as “subcategorias” da comunidade GLBT? Mesmo sabendo que somos humanos como qualquer outro e, por sermos humanos, somos particulares, únicos, diferentes em muitas coisas e semelhantes exatamente apenas por sermos TODOS diferentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que antes de fingirmos que o mundo é cor-de-rosa, é bom lembrar que ele foi vermelho escarlate, manchado do sangue que já foi derramado em lutas políticas para garantir o pouco que temos hoje. E mesmo se você não for um militante politicamente ativo, tenha o mínimo respeito por quem garantiu nosso presente e faça o possível, atitudes pequenas, que possam garantir que o futuro das pessoas que você ama seja um pouco melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu simplesmente não me importo que meu namorado, meus amigos e pessoas queridas e conhecidas vão à Parada Gay, não me envergonho delas por irem, não os critico ou os julgo por terem decisões e atitudes diametralmente opostas à minha neste aspecto. Eu só peço que não me obriguem a ir e, que da mesma forma, não julguem a minha opinião e a minha atitude: elas estão fortemente embasadas e, até que eu receba uma contra-argumentação que me convença, elas não mudarão. E ponto final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-3316797533938227603?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/3316797533938227603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=3316797533938227603&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/3316797533938227603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/3316797533938227603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/06/parada-gay.html' title='A PARADA GAY'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-2871352771389367425</id><published>2010-06-22T02:27:00.003-03:00</published><updated>2010-06-22T02:33:22.028-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><title type='text'>STEP BY STEP...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img164.imageshack.us/img164/347/trilogia2dw0.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 333px; height: 469px;" src="http://img164.imageshack.us/img164/347/trilogia2dw0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CAlysson%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;A história começa no dia 2 de maio de 1987 em Belém-PA.  Eu não sei se fez sol, se choveu (em se tratando do Pará, 99% de chances de ter chovido) se foi um dia importante, se foi um dia triste, se foi um dia cinzento, aliás, não sei praticamente nada sobre esse dia. Sei apenas que foi o dia em que nasci. Minha mãe jurava que daria a luz a uma menina, já que a gravidez foi completamente oposta, desgastante, conturbada e turbulenta, se comparada à gravidez do meu irmão mais velho. Essa foi a primeira vez que eu contrariei as expectativas da minha mãe (o que viria a se repetir muito mais pela frente), quer dizer, nem tanto... eu digo, humoristicamente, que naquele dia, nós empatamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras lembranças que eu tenho de vivo são flashes muito rápidos, em cidades que eu não reconheço. Na primeira real e nítida lembrança que eu tenho, eu estava sobre uma mesa, com um gravador e um microfone de brinquedo em minhas mãos, cantando uma música antiga, que eu só lembro alguns versos: “Se uma estrela cadente o céu cruzar e uma chama no corpo me acender, vou fazer um pedido e te chamar pro começo do sonho acontecer”. Meus primos gravaram esse showzinho e meus pais e meus tios adoravam ver. Naquela época, eu não era exatamente uma criança bonita, mas era realmente cativante. As pessoas gostavam de me carregar, de brincar comigo, de me ouvir falar ou cantar. Eu lembro que minha cor preferida era o vibrante e alegre amarelo e eu repetia isso compulsivamente. Eu era uma criança feliz e desinibida, que acreditava plenamente que o mundo era um lugar totalmente feliz e sem problemas tão graves assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei exatamente quando esse Alysson “morreu”. O único ponto de referência é o de uma tarde cinzenta, por volta das 16 horas, quando todos os meus vizinhos (a maioria mais velhos que eu) me ridicularizaram publicamente no maior ato homofóbico que eu já sofri em minha vida. Me chamaram de bichinha, de viado, me imitavam afeminadamente... coisas do tipo. O detalhe: foram liderados pelo meu irmão. Outro detalhe: eu tinha aproximadamente 6 os 7 anos. Minhas atitudes naquela época eram, certamente, andróginas e assexuadas, mas isso não poderia passar em branco. Eu nem sabia direito o que era ser gay, nem tinha atração sexual por sexo algum, eu sequer tinha ereções voluntárias. E ali, naquele dia, mataram a “fada” dentro do Alysson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu comecei, a partir de então, a brincar sozinho, a gostar de azul (uma cor fria e discreta), a conter minhas emoções, a desenvolver um senso se superioridade e arrogância sobre as pessoas, por puro medo e raiva de que elas pudessem me humilhar novamente. Eu deixei de cantar alto. Deixei de viver uma vida social infantil e, por pouco, perdi quase toda minha adolescência. Eu me enfiei num mundo onde existiam personagens de desenhos, de histórias, de fantasias, de jogos, de filmes, de virtualidade, onde eu sempre me via como superior aos outros, um herói, um semi-deus quase inalcançável. E o preconceito pela homossexualidade foi tão escancarado naquela fase da minha vida, que eu cheguei a acreditar que ser gay era realmente errado (mas esta história vocês ja conhecem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, acreditem, isso foi o de menos: eu permiti que me convencessem a ser um moralista de carteirinha. As pessoas diziam: seja honesto; estude para ser alguém na vida, ainda que isso sacrifique qualquer coisa; sexo/farra/festa é vergonhoso e sujo; não traia; ajude os amigos não esperando nada em troca; desvalorize dinheiro; respeite os mais velhos apenas por serem mais velhos; e trate bem os seus familiares, quase de forma incondicionalmente e rastejante, mesmo aqueles que não merecem. E quem dizia isso tudo eram pessoas desonestas, burras, promíscuas, vadias, infiéis, interesseiras, egoístas, materialistas, arrogantes, inescrupulosas, falsas e, obviamente, hipócritas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demorou muito, muito tempo pra que eu tivesse a consciência de criar e adaptar meu próprio código ético-moral. Demorou muito tempo para que eu pudesse abrir os olhos e enxergar além daquilo que diziam ser verdade, ser pecado, ser errado, ser certo. Demorou muito tempo, e custou toda a minha inocência, pra eu enxergar os humanos como seres que podem estar no limite da sua idealização de perfeito ou conceito de desprezível, e demorou mais ainda pra perceber que idealizá-las, conceituá-las e rotulá-las simplesmente é uma perda de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, 23 anos, 21 dias e várias horas depois do meu nascimento eu me dei conta do estrago que foi feito em minha vida, de como as coisas poderiam ter sido diferentes, de como eu poderia ter me tornado outra pessoa, caso a minha pequena sociedade fosse diferente. E não é sob a ótica de um “coitadinho de mim” ou “isso me traumatizará para sempre”, mas sim de um sincero e humilde pedido a mim mesmo: que eu não seja capaz de fazer nada parecido com isso na vida de ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico feliz que, há tempos, eu olho pro céu com a humildade de quem diz “você é grandioso e bonito”, e não com a arrogância de quem diz “eu te dominarei”. E passo a passo, eu só pretendo sobreviver...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-2871352771389367425?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/2871352771389367425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=2871352771389367425&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/2871352771389367425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/2871352771389367425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/06/step-by-step.html' title='STEP BY STEP...'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-2478761638410151151</id><published>2010-03-06T01:46:00.003-03:00</published><updated>2010-03-06T02:03:51.400-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>DANDO SATISFAÇÕES</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;Eu não morri, nem estou doente, nem estou tentando fugir do Blog. Sei lá, eu sempre tive vontade de dar esse tipo de satisfação pra vocês, que lêem o Sinapses. É que os meus sumiços me incomodam e me fazem pensar duas coisas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Todo dia eu penso em alguma (ou mais de uma) coisa brilhante (mentira, nem sempre é algo brilhante) que seria legal postar no blog. Daí o dia passa, eu "me ocupo" e só vou lembrar de postar no fim do dia, antes de dormir, quando já não dá mais tempo. Fora que eu nunca anoto nada do que penso, ou seja, no dia seguinte eu não vou lembrar e, obviamente, não vou postar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Droga Alysson, tem um monte de gente que tá postando coisas legais, e você tá lendo, adorando mas não tem a consideração de comentar? Que tipo de filho da puta você é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é por esse motivo que esse curtíssimo post apareceu em plena madrugada, hora de dormir, exatamente pra dar satisfações, porque eu nem sei se vocês se importam, mas pra mim é BASTANTE importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, eu sumi por esses motivos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Estou num começo de namoro, que tá indo maravilhosamente bem... preciso dizer mais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Estou me esforçando mais do que de costume pra conseguir um emprego o quanto antes. Isso inclui distribuição de currículos, babar tios-ricos-influentes (DETESTO!) e estudando, o que me leva a...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Tá vindo pela frente um concurso excelente, e dessa vez não pretendo ficar na 17ª colocação (sendo que só tinha 4 vagas pra Fisioterapeuta), ou seja, quero estudar MESMO pra passar nessa joça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Comecei a assistir "Queer as Folk", um seriado gay extremamente cativante e que me viciou desde o primeiro episódio (aliás, valeu por isso &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Laisse Faire&lt;/span&gt;!!!)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- Estou lendo, cansativamente por sinal, "Incidente em Antares". Não gostei nem um pouco do livro, mas não vou parar de ler agora que já estou nas últimas 50 páginas... foda-se se eu não gostei!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6- Descaso. Exatamente, isso aqui está jogado as traças e o motivo também é descaso, o famoso "deixar pra amanhã", e isso eu posso resolver o quanto antes... e prometo resolver isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso. Não sou o novo companheiro de blogagem, o &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Paulo Braccini&lt;/span&gt;, mas... enfim, é o que tem pra hoje...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-2478761638410151151?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/2478761638410151151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=2478761638410151151&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/2478761638410151151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/2478761638410151151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/03/dando-satisfacoes.html' title='DANDO SATISFAÇÕES'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-4032364426271853842</id><published>2010-02-08T02:26:00.006-03:00</published><updated>2010-02-08T02:38:33.265-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Agradecimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Familiares'/><title type='text'>CARTA À PRIMEIRA (E ÚNICA) MULHER DA MINHA VIDA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/S2-hHBYK8oI/AAAAAAAAAOA/p3A_9_y5iAs/s1600-h/mom01.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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Ou nem tanto. Mas se houveram mudanças, ninguém melhor que você (dentre todas as pessoas do mundo) para percebê-las. Você, aquela que eu sempre esqueço a necessidade de chamá-la pelo nome, pois não há palavra tão bela e com significado tão próximo de “amor” do que a que eu uso pra te chamar: MAMÃE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não lembro desde quando te conheço. Não sei quantas vezes te disse “te amo”. Não sei quantas vezes achei que te odiava (fique tranqüila, foi por minutos, no máximo horas). Não tenho idéia de quantas vezes te magoei, quantas vezes te orgulhei, quantas vezes te abracei... mas se eu pudesse escolher uma pessoa, somente uma, para entregar a minha vida, seria você. Sem dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas seu bebê cresceu. Tem barba (ou um projeto de barba). Está formado. É bem inteligente, saudável, bonito (e foi você mesma quem me convenceu disso), tem bom caráter e, sobretudo, é ético. Um partidão, né? Nem tanto. Seu “bebê” tem defeitos, medos, dúvidas, incertezas, vergonhas, instabilidades; seu bebê ainda chora. Seu filho tem problemas que só o teu colo já não pode mais resolver. Seu filho pensa parecido com você em muita coisa, mas em várias outras, tem opiniões completamente diferentes da tua. Seu filho faz planos que você nem imaginaria, e que talvez você nem gostaria que se realizassem (tipo a minha futura tatuagem). E ainda assim, eu cresci e mudei. E continuo te amando, muito, sempre, hoje mais do que ontem e menos que amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mãe, eu lembro de muita coisa. Lembro de quando você me deu o meu primeiro vídeo-game. Das vezes que você se divertia comigo aprontando no quintal de casa. Das viagens pra Belém e São Luís, durante minha infância. Ainda lembro da primeira vez que você me protegeu durante o medo que eu tinha de cães. Lembro de quando você descobriu minha aracnofobia. Lembro das inúmeras tardes que passávamos vendo os álbuns de infância. Lembro de quando íamos ao parque de diversões. Eu lembro também de bobagens, como quando você tentou esconder de mim o parto da minha gatinha de estimação me fazendo ouvir Xuxa. E de quando eu tentei espiar você e papai na cama. E de quando você encontrou as embalagens dos bombons que eu roubava da lojinha lá de casa. Lembro de como você ficou desapontada quando eu fiquei de recuperação pela primeira vez, na 6ª série. E do seu orgulho quando eu lutei sozinho e consegui entrar na melhor escola da cidade. E eu lembro da felicidade que você sentiu por eu ter te escolhido como minha madrinha de formatura na escola e também na da faculdade. E você sempre esteve linda, radiante, sorridente, forte. Lembro das vezes em que você me apoiou, como quando eu não conseguia parar de fazer xixi na cama (até os 13 anos). E de quando finalmente você entendeu que seu filho é gay e o que exatamente isso significa. E o apoio que você me deu. E de quando conversamos abertamente pela primeira vez sobre isso, quando você me levou de carro para eu terminar com o meu primeiro namorado. E de como você tratou bem e carinhosamente o meu atual namorado. E eu lembro das suas lágrimas, quando eu mudei para a capital e você continuou sozinha na sua vida e naquela cidadezinha. Lembro de como você ficou feliz ao saber que iríamos morar juntos de novo. Eu lembro, sinto e jamais esquecerei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não esquecerei seus valores, sua responsabilidade, sua força, seu amor, sua honestidade, sua confiança, sua estabilidade, sua fé. Não esquecerei da nossa constante e forte cumplicidade. Não esquecerei que uma enorme parte do que eu sou é produto daquilo que você me ensinou a ser. E existe muito de você em mim, muito mais do que seus genes ou seu sobrenome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, minha mãe, meu amor, perdoe-me por cada ofensa, cada decepção, cada lágrima sua derramada por minha causa, cada briga, cada indiferença. Perdoe-me pelas grosserias que eu cometi, pela falta de suficientes demonstrações de amor. Perdoe-me pelo muro que eu tentei criar entre nós dois durante minha depressão, e que você, pacientemente, removia tijolo por tijolo, sem nunca desistir de mim. E obrigado por tudo. Pelos acertos e pelos erros, sempre recheados de intenções de acertar. Obrigado pelos presentes, pela criação, pelos mimos, pelo amor. Sou completamente orgulhoso do que me tornei e devo grande parte do que sou a você. Hoje e sempre. Por isso: MUITO OBRIGADO!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;FELIZ ANIVERSÁRIO MAMÃE!!!&lt;br /&gt;TE AMO INFINITAMENTE!!!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Pra mim não existe melhor pessoa no mundo do que você, Mãe. TE AMO!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: esta postagem deveria ter sido feita no dia do aniversário da minha mãe (05/02), mas a pós-graduação não permitiu. Sorry mom...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-4032364426271853842?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/4032364426271853842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=4032364426271853842&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/4032364426271853842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/4032364426271853842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/02/carta-primeira-e-unica-mulher-da-minha.html' title='CARTA À PRIMEIRA (E ÚNICA) MULHER DA MINHA VIDA'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/S2-hHBYK8oI/AAAAAAAAAOA/p3A_9_y5iAs/s72-c/mom01.gif' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-8630404803235163871</id><published>2010-01-31T03:25:00.004-03:00</published><updated>2010-02-01T00:11:38.920-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Agradecimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><title type='text'>AINDA BEM</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blogfullmoon.blogs.sapo.pt/arquivo/beijo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 366px; height: 283px;" src="http://blogfullmoon.blogs.sapo.pt/arquivo/beijo.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:595.3pt 841.9pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:35.4pt;  mso-footer-margin:35.4pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt;   Dia 17 de Janeiro de 2010. Eu já estava bastante satisfeito com o dia. Pela manhã, fui à praia com a minha mãe e dois primos. Pela tarde, me diverti na piscina com mais uns primos e primas. No final da tarde e começo da noite, aproveitei meu tempo com uma amiga que tá mais pra irmã de sangue, e talvez de alma também, vai saber. E no fim da noite, marquei de sair com minha melhor amiga (páreo duro com essa amiga anterior, nem costumo categoriza-las assim por medo da rivalidade) numa boate. Tava bom demais pra ser verdade, dias perfeitos não são comuns, mas entrei na onda de otimismo que poderia terminar a madrugada ainda melhor. E funcionou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na boate, estava convicto de duas coisas: iria beber e não iria flertar. Eu andava meio “coração gelado” e sem um pingo de saco pra todo aquele joguinho de sedução necessário pra conhecer alguém. Os olhares, as insinuações, os flertes, todos foram desligados propositalmente. Sem nenhum tipo de 2ª intenção, comecei a dançar com minhas amigas, sem “sensualizar” (adoro!) pra ninguém. No máximo admirei a beleza alheia, sem dar sinais de interesse. E da mesma forma, comecei a beber sem um pingo de preocupação. Até que, lá pra 1 da manhã, ele aparece...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não o vi chegar, não dei atenção especial, principalmente porque eu já estava bem ébrio. Mas ele se aproximou, perguntou meu nome, dançou comigo e me beijou. E quando eu me dei conta, estava adorando a companhia inesperada. Só havia um problema: existia uma certa urgência sexual em nós dois, o que imediatamente me deixou com um pé atrás. Mesmo assim, trocamos telefones e continuamos a diversão. E eu até confundi o nome dele, rsrs. Só que ele teve uma atitude que mudou toda a noite. Mudamos de lugar e, ao invés de prosseguir na “urgência sexual”, começamos um papo modesto, beijos carinhosos, tímidas carícias, tudo com certo receio. Logo estávamos a sós no meio de uma multidão, nos descobrindo lentamente e, falo por mim, gostando bastante da descoberta. Quando a noite acabou, o laço foi rompido e eu era só incerteza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei com boas lembranças, uma leve ressaca e uma angústia esquisita. Só restou as boas lembranças ao ver que ele já tinha ligado. Retornei. Ele queria me ver. Eu também queria vê-lo. Daí foi só deixar o fluxo do tempo e da sorte nos levar por um caminho de mais descobertas, várias semelhanças e muito carinho. No dia 21, por puro acaso, conhecemos as famílias um do outro (foi divertido e muito bom). No dia 22, sob insinuação direta do garotão, eu o pedi em namoro (com grande sucesso). No dia 24,  a certeza e a declaração de estar apaixonado. Hoje, dia 31, faz exatos 15 dias que eu o conheci, já fizemos pequenos e tímidos planos em curto prazo e, de uma forma precoce, porém séria, firmamos um forte laço de compromisso (não, não é noivado ou coisa parecida).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se é o certo ou se vai dar certo? Não foi rápido demais? Sinceramente eu não sei. Só sei que num período de boas mudanças e felicidades estáveis, ele é como uma “cereja no bolo”, como um presente adicional. Aliás, é como se fosse minha recompensa final. (que talvez eu nem mereça). E eu sei que é bom, verdadeiro e recíproco. A constante vontade de estar com ele e a saudade que eu sinto na sua ausência são provas de que, de alguma forma, ele tocou uma parte de mim que ainda estava totalmente inexplorada. E ele dá, a toda hora, sinais de cuidado e entrega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu estou bem, e ele me faz bem, então essas perguntas não me importam. Ainda bem...   =)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KBCQ4EA5xnw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/KBCQ4EA5xnw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-8630404803235163871?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/8630404803235163871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=8630404803235163871&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/8630404803235163871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/8630404803235163871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/01/ainda-bem.html' title='AINDA BEM'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-2932824119909764547</id><published>2010-01-11T17:40:00.011-03:00</published><updated>2010-01-12T03:32:08.359-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><title type='text'>O ROUXINOL E A ROSA</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="font-family: times new roman;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_RVaI5RhlO1w/SqpYPM2dRfI/AAAAAAAAAto/RBxDhWjOc3Y/s400/sem+t%C3%ADtulorouxinol.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_RVaI5RhlO1w/SqpYPM2dRfI/AAAAAAAAAto/RBxDhWjOc3Y/s400/sem+t%C3%ADtulorouxinol.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- Ela disse que dançaria comigo se eu lhe levasse rosas vermelhas&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 51);"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;- lamentou-se o jovem Estudante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; -&lt;/span&gt; Mas, em todo o meu jardim, não há nenhuma rosa vermelha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;De seu ninho, no alto de um azinheiro, o Rouxinol o ouviu e, admirado, olhou por entre as folhas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- Nenhuma rosa vermelha em todo o meu jardim &lt;/span&gt;- lamentou-se. E seus lindos olhos se encheram de lágrimas. - &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Ah, como é frágil a felicidade! Li tudo que os sábios escreveram. Sei de todos os segredos da filosofia. Mesmo assim, por falta de uma rosa vermelha, sou um desgraçado nesta vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- Enfim, um verdadeiro amante&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;- disse o Rouxinol. &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- Noite após noite cantei canções em seu louvor, sem nunca tê-lo conhecido. Noite após noite contei sua história às estrelas e agora o vejo. Tem os cabelos escuros como a flor do jacinto e os lábios vermelhos como a rosa que lhe falta, mas a paixão deixou-lhe o rosto pálido como o marfim e a tristeza selou seu semblante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- O Príncipe dará um baile amanhã à noite &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;- murmurou o jovem estudante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- e minha amada estará entre os convidados. Se eu lhe levar uma rosa vermelha, dançaremos até o alvorecer. Se eu lhe levar uma rosa vermelha, tomá-la-ei em meus braços e ela deitará a cabeça em meu ombro e em minha mão pousará a sua. Mas, não há rosas vermelhas em meu jardim. Por isso, eu me sentarei sozinho em um canto e ela nem tomará conhecimento de mim. Ela passará por mim sem me notar e meu coração se partirá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- Aí está, de fato, o verdadeiro amante&lt;/span&gt; - disse o Rouxinol. - &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;As canções que canto, ele as vive em sofrimento. As histórias com que me alegro são as de sua dor. O Amor é mesmo maravilhoso. É mais precioso que os diamantes e mais estimado que a mais fina opala. Pérolas e romãs não podem comprá-lo, nem se pode encontrá-lo nos mercados. Os comerciantes não o vendem e a balança não é capaz de medir seu peso em ouro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- Os músicos se sentarão em suas galerias &lt;/span&gt;- disse o jovem estudante&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; -, farão soar as cordas de seus instrumentos e minha amada dançará ao som das harpas e violinos. E ela dançará tão suavemente que seus pés não tocarão o chão. Os cortesãos, em seus trajes festivos, formarão rodas em torno dela. Mas, comigo ela não dançará, porque eu não tenho uma rosa vermelha para lhe dar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Atirou-se então na grama, enterrou o rosto nas mãos e caiu em pranto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 51);"&gt;- Por que ele está chorando? &lt;/span&gt;- perguntou um pequeno Lagarto Verde, ao passar ao seu lado com a cauda levantada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 255);"&gt;- É. Por quê?&lt;/span&gt; - disse uma Borboleta, que voejava em busca de um raio de sol.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;- É. Por quê?&lt;/span&gt; - sussurrou uma margarida a outra, a voz suave e delicada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- Ele está chorando por uma rosa vermelha&lt;/span&gt; - disse o Rouxinol.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Por uma rosa vermelha? &lt;/span&gt;- exclamaram. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Que ridículo atroz!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E o pequeno Lagarto, que era um tanto quanto cínico, caiu na gargalhada. Mas o Rouxinol sabia o segredo da tristeza do Estudante e pousou em silêncio no galho de um carvalho, refletindo sobre o mistério do Amor. De repente, ele abriu as asas castanhas e alçou vôo. Passou pelo pequeno bosque como uma sombra, e como uma sombra cruzou o jardim. No centro do gramado, havia uma bela Roseira. E, quando ele a viu, voou em direção a ela e pousou em um de seus ramos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- Dê-me uma rosa vermelha &lt;/span&gt;- pediu - e eu lhe cantarei a mais bela canção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Roseira, porém, sacudiu a cabeça. &lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;- Minhas rosas são brancas&lt;/span&gt; - respondeu &lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;-, brancas como a espuma do mar e mais brancas que a neve que cobre a montanha. Mas vá ter com minha irmã que mora ao redor do velho relógio de sol. Talvez ela tenha o que você quer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Rouxinol então voou até a Roseira que morava ao redor do velho relógio de sol.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- Dê-me uma rosa vermelha&lt;/span&gt; - pediu &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- e eu lhe cantarei a mais bela canção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Roseira, porém, sacudiu a cabeça. &lt;span style="color: rgb(255, 255, 51);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;- Minhas rosas são amarelas&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;- respondeu &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;-, amarelas como os cabelos da sereia que reina em seu trono de âmbar e mais amarelas que o narciso que floresce nos campos antes que o ceifador venha com seu alfange. Mas vá ter com minha irmã que mora embaixo da janela do Estudante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Rouxinol então voou até a Roseira que morava embaixo da janela do Estudante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- Dê-me uma rosa vermelha &lt;/span&gt;- pediu &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- e eu lhe cantarei a mais bela canção.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Roseira, porém, sacudiu a cabeça. &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;- Minhas rosas são vermelhas&lt;/span&gt; - respondeu &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;-, vermelhas como as patas das rolinhas e mais vermelhas que as grandes flores-de-coral que serpeiam nas profundezas do oceano. Mas o frio do inverno gelou minhas veias, a geada queimou meus botões e a tempestade quebrou meus ramos. Por isso, nenhuma rosa terei este ano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;-Tudo o que eu quero é uma rosa vermelha&lt;/span&gt; - desesperou-se o Rouxinol -&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;, uma única rosa vermelha! Será que não há nenhum meio de conseguí-la?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;- Há um meio&lt;/span&gt; - respondeu a Roseira&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; -, mas é tão terrível que não ouso contar-lhe.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- Conte-me &lt;/span&gt;- disse o Rouxinol.&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt; - Não tenho medo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;- Se você quer uma rosa vermelha&lt;/span&gt; - prosseguiu a Roseira &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;-, terá de cantar à luz do luar até nascer uma rosa, e tingí-la com o sangue de seu coração. Você terá de cantar para mim com o peito comprimido contra um espinho. Por toda a noite terá de cantar para mim com um espinho cravado no coração, até que o sangue que lhe dá vida corra em minhas veias e se torne meu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- A Morte é um alto preço a se pagar por uma rosa vermelha&lt;/span&gt; - queixou-se o Rouxinol &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;-, e a Vida é por todos estimada. Encanta-me pousar na verde relva e contemplar o Sol em sua carruagem de fogo e a Lua em seu rosário de pérolas. Doce é o perfume do jasmim; doces os lírios-do-vale e as magriças que desabrocham nas colinas. Ainda assim, o Amor é melhor que a Vida. E como pode o coração de um passarinho comparar-se ao de um homem?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele então abriu as asas castanhas e alçou vôo. Passou pelo jardim como uma sombra, e como uma sombra cruzou o pequeno bosque. O jovem Estudante continuava estirado na grama, onde ele o deixara, e as lágrimas ainda não haviam abandonado seus lindos olhos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;- Alegre-se&lt;/span&gt; - disse o Rouxinol &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;-, alegre-se; você terá sua rosa vermelha. Cantarei à luz do luar até nascer uma rosa e tingí-la-ei com meu próprio sangue. Tudo que lhe peço em troca é que seja um verdadeiro amante, pois o Amor é mais sábio que a Filosofia (e quão sábia é ela...) e mais forte que o Poder (e quão forte este é...). As asas do Amor são da cor do fogo e, como o fogo, colorido é o seu corpo. Doces como o mel são seus lábios e seu hálito é como o incenso.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Estudante, deitado na grama, levantou os olhos e ouviu, mas não entendeu o que o Rouxinol lhe dizia, pois não era capaz de compreender senão as coisas que se escrevem nos livros. O Carvalho, porém, entendeu. E se en&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;tristeceu, porque muito estimava o pequeno Rouxinol que um dia havia feito um ninho em seus galhos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;- Cante-me uma última canção&lt;/span&gt; - suplicou &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;-, sentirei muita solidão quando você partir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Rouxinol então cantou para o Carvalho, e sua voz era como água vertendo de um jarro de prata. Quando o Rouxinol terminou sua canção, o Estudante levantou-se e sacou de seu bolso um caderno e um lápis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Ele tem método &lt;/span&gt;- pensou o estudante, enquanto atravessava o pequeno bosque a caminho de casa&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; - isso não se lhe pode negar; mas terá sentimento? Temo que não. Na verdade, ele é como a maioria dos artistas: sobra-lhe estilo e lhe falta sinceridade. E não se sacrificaria por outros, pois pensa apenas na música. Todo mundo sabe que a arte é egoísta. Não obstante, deve-se admitir que há belas notas musicais em sua voz. É uma pena que nada signifiquem e que de nada sirvam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entrou então em seu quarto, deitou-se em sua cama de palha e começou a pensar na amada. Um pouco depois, adormeceu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E quando a Lua brilhou no céu, o Rouxinol voou até a Roseira e lançou-se de encontro ao espinho. Por toda a noite ele cantou com o espinho em seu peito, e a fria Lua de cristal inclinou-se e escutou. Por toda a noite ele cantou, o espinho cravando cada vez mais fundo no peito, até que seu sangue se exauriu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele primeiro cantou o amor que nasce no coração de dois jovens. E no mais alto ramo da Roseira, uma linda rosa desabrochou. Uma a uma, as pétalas despontavam, assim como uma a uma soavam as canções. De início, a rosa era alva como a bruma que cobre o rio - alva como a face da manhã e cor de prata como as asas da aurora. Reflexo de uma rosa em um espelho de prata ou em uma lagoa de cristal, assim era a flor que nasceu no mais alto ramo da Roseira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas a Roseira rogou ao Rouxinol que apertasse ainda mais o peito contra o espinho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;- Aperte mais, pequeno Rouxinol &lt;/span&gt;- disse a Roseira &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;-, ou o dia nascerá antes que a rosa esteja pronta.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Rouxinol então pressionou ainda mais o peito contra o espinho. E cada vez mais alto soava sua música, pois cantava a paixão que nasce na alma de um homem e de uma donzela. As pétalas coraram-se de um delicado tom de rosa, como o que cora a face do noivo quando ele beija os lábios da noiva. Mas, como o espinho ainda não atingira o coração do passarinho, o da rosa continuava branco, pois apenas o sangue do coração de um Rouxinol pode enrubescer o coração de uma rosa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E a Roseira rogou ao Rouxinol que apertasse ainda mais o peito contra o espinho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;- Aperte mais, pequeno Rouxinol &lt;/span&gt;- disse a Roseira &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;-, ou o dia nascerá antes que a rosa esteja pronta.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Rouxinol então pressionou ainda mais o peito contra o espinho. E o espinho tocou seu coração, infligindo-lhe uma dor atroz. Cruciante, intolerável era a dor e cada vez mais frenética era a música, pois que ele cantava o Amor que a Morte torna perfeito, o Amor que no túmulo não morre. E a linda rosa era agora escarlate, como a rosa que nasce no leste. Escarlate era a coroa de pétalas e rubro como um rubi era o seu coração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas a voz do Rouxinol ficou mais fraca. Suas asinhas começaram a bater e uma fina névoa embaçou-lhe os olhos. Cada vez mais baixo ele cantava, e sentia algo a lhe apertar a garganta. Então de seu peito irrompeu uma derradeira explosão de música. A Lua muito branca escutou-a e esqueceu-se da aurora, demorando-se no céu. A rosa vermelha escutou-a e, toda trêmula em êxtase, abriu suas pétalas no ar frio da manhã. Eco a conduziu até sua púrpura caverna nas colinas e acordou de seus sonhos os pastores adormecidos. Ela flutuou por entre os juncos do rio, que levaram sua mensagem ao mar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;- Veja! Veja! &lt;/span&gt;- exclamou a Roseira&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; - A Rosa está pronta.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas, o Rouxinol nada respondeu, pois jazia morto no gramado com o espinho cravado no coração. Ao meio-dia, o Estudante abriu a janela do quarto e espiou lá fora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- Ora essa! Que sorte incrível!&lt;/span&gt; - exclamou &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- Uma rosa vermelha bem aqui! Nunca vi uma rosa como esta em toda minha vida. É tão deslumbrante que certamente deve ter um nome bem comprido em latim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então inclinou-se e arrancou a flor. Depois colocou seu chapéu e, com a rosa na mão, correu até a casa do Professor. Sentada à porta com seu cachorrinho deitado a seus pés, estava a filha do Professor, enovelando um carretel de seda azul.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- Você disse que dançaria comigo se eu lhe trouxesse um rosa vermelha &lt;/span&gt;- lembrou-lhe o Estudante.&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; - Aqui está a rosa mais vermelha do mundo. Você vai usá-la junto ao peito esta noite e, quando estivermos dançando, ela lhe dirá quão grande é o meu amor por você.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A garota franziu as sobrancelhas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt;- Não creio que ela combine com meu vestido&lt;/span&gt; - respondeu.&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt; - Além disso, o sobrinho do Tesoureiro da Cidade enviou-me jóias de verdade. E todo mundo sabe que jóias custam muito mais que flores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- Palavra de honra que você é muito ingrata&lt;/span&gt; - disse o Estudante, nervoso. E atirou na rua a rosa, que foi parar na sarjeta, onde acabou esmagada pela roda de uma carroça qualquer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt;- Ingrato! &lt;/span&gt;- exclamou a garota&lt;span style="color: rgb(204, 102, 204);"&gt;. - Sabe de uma coisa? Você é muito grosseiro. Além do mais, não passa de um Estudante. E nem ao menos usa sapatos com fivela de prata, como os do sobrinho do Tesoureiro. Inacreditável!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Levantou-se então da cadeira e voltou para dentro de casa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- Que tolice é o amor&lt;/span&gt; - refletiu o Estudante, enquanto retornava. &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;- Não tem nem a metade da utilidade da Lógica. Além de não provar coisa alguma, está sempre iludindo as pessoas e fazendo-as acreditar em inverdades. Com efeito, não tem praticidade alguma. E, como hoje em dia praticidade é tudo, voltarei à Filosofia, vou estudar Metafísica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;De volta ao seu quarto, o Estudante retirou da prateleira um grande e empoeirado livro e começou a ler.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;“O Rouxinol e a rosa” é um dos contos do livro “Histórias de fadas”, publicado pela primeira vez em 1888 por Oscar Wilde. Ele escreveu um livro de contos infantis para os próprios filhos e sua intenção era mostrar, além dos príncipes, gigantes e rouxinóis, a vida como ela é e como deve ser vivida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Conheci este conto na época da escola, e nunca me conformei com o seu desfecho lamentável. Agora, com um pouco mais de experiência de vida, pensei sobre os personagens dela e te convido refletir junto comigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Como o &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Estudante&lt;/span&gt;, existem pessoas que desistem ante a primeira dificuldade e, mesmo quando conseguem resolver seus problemas, exigem dos outros valorização e esforços que eles mesmos nunca tiveram, fizeram ou experimentaram. São pessoas fracas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Como os &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Animais&lt;/span&gt;, existem pessoas que ridicularizam o sofrimento alheio sem sequer tentar entender. São pessoas levianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Como a &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Roseira &lt;/span&gt;das rosas vermelhas, existem pessoas que nos  ajudam em gigantescas necessidades. E que às vezes nos solicitam sacrifícios em troca de grandes  recompensas, e sempre que possível nos dão a oportunidade de escolher. São bons  amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Como a &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Filha &lt;/span&gt;do professor, existem pessoas que nos exigem muito, mais do que podemos conseguir e que sequer pensam em retribuir. E mesmo quando suas exigências são cumpridas, novas exigências são feitas, nada as satisfaz. São pessoas egoístas e ingratas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- E finalmente, como o &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Rouxinol&lt;/span&gt;, existem pessoas que estão prontas pra lutar por aquilo que consideram verdadeiramente nobre: o amor, a justiça, o caráter, o bom-senso, etc. Lutam apaixonadamente mesmo que grandes sacrifícios sejam necessários. São as melhores pessoas que eu conheço!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Estudantes, Animais&lt;/span&gt;,&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Roseiras&lt;/span&gt;,&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Filhas &lt;/span&gt;e&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Rouxinóis &lt;/span&gt;existem em sua vida? Reflitam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-2932824119909764547?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/2932824119909764547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=2932824119909764547&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/2932824119909764547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/2932824119909764547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/01/o-rouxinol-e-rosa.html' title='O ROUXINOL E A ROSA'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_RVaI5RhlO1w/SqpYPM2dRfI/AAAAAAAAAto/RBxDhWjOc3Y/s72-c/sem+t%C3%ADtulorouxinol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-6600363980710390908</id><published>2010-01-09T20:58:00.005-03:00</published><updated>2010-01-09T21:41:50.942-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Agradecimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><title type='text'>2010</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/S0kgOHu-C8I/AAAAAAAAAN4/a4zI_pqEpx8/s1600-h/i_wanna_fly_away2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="32" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Intense Reference"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="33" semihidden="false" unhidewhenused="false" qformat="true" name="Book Title"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="37" name="Bibliography"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="39" qformat="true" name="TOC Heading"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 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Além disso, o texto está repleto de metáforas, mas com essas vocês já estão bem acostumados. Este post é parte da minha necessidade de mudanças. Obrigado!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha vida estava um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CAOS &lt;/span&gt;e eu sabia disso o tempo todo. Eu só tentava dar outros nomes a esse caos, como “depressão”, “derrota” e “fundo do poço” (&lt;a href="http://syn-blog.blogspot.com/2009/12/fundo-do-poco.html"&gt;lembra?&lt;/a&gt;). Daí, quando eu me conscientizei da existência e persistência do caos, resolvi adiar minha reação a ele pra 2010, e eu mudaria a minha vida. Eu mesmo já sabia dessa necessidade de mudar desde os últimos dias de 2009, na semana do Reveillon, mas ainda assim, resolvi adiar pra 2010. Os humanos têm essas idéias esquisitas e malucas de que a mera mudança de um ano pode trazer mudanças de vida... E o pior, traz sim! Mudar de ano significa que uma série de coisas precisam acontecer de novo, sobretudo datas e épocas, e essa repetição nos traz uma espécie de oportunidade pra mudar e até melhorar nossas escolhas e atitudes. É como se a mesma data necessitasse de novos significados ou novas representações...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que o alerta do caos instalado na minha vida veio de onde eu menos esperava e da pessoa menos indicada: o infeliz que fez do meu fim de ano um inferno glacial monocromático e monótono. Exatamente, o rapaz que me deu uma rasteira, me derrubou e me deixou totalmente no chão. O mais irônico, e até engraçado, é que as palavras dele foram tão eloqüentes que por pouco eu não mudei minhas próprias ideologias. Foi como se ele tentasse me convencer de que a culpa por eu ter caído não era dele; ele apenas deixou o pé no meio do caminho, “acidentalmente”; o errado tinha sido eu, que passei “distraidamente” no lugar e na hora errada e acabei tropeçando no pé dele. Mas eu sei (e você também deveria saber) que não é certo deixar o pé no meio da passagem, a menos que a intenção do ato seja &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;EXATAMENTE&lt;/span&gt; derrubar alguém. E fica a dúvida: eu sou assim tão masoquista pra me permitir tropeçar no pé no meio do caminho ou ele precisava sustentar seu ego sabendo que ainda era capaz de derrubar alguém? Eu até acredito em ingenuidade, mas não acredito na inocência de quem é inteligente e/ou bem experiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, se é que existe alguma coisa boa nisso tudo, é que o indivíduo acima me imunizou com dicas de como não tropeçar em pés, pedras, tijolos, raízes, calçadas e afins no meio do caminho. E também me mostrou que o meu caos era totalmente reversível. E sendo assim, eu usei os últimos dias de 2009 pra programar toda a mudança no meu&lt;span style="font-style: italic;"&gt; life style&lt;/span&gt;, que aconteceria em 2010. E acreditem: eu mal bradei com orgulho sobre os meus planos, com uma sucessão de mudanças que aconteceria e 90% daqueles que me cercam duvidaram de mim. “Tu vai mudar Alysson? Duvido, você não vai conseguir...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia um “babaca” disse: o homem um dia poderá voar. E esse babaca foi ridicularizado e desacreditado. Hoje, os babacas são aqueles que ridicularizaram e desacreditaram &lt;span&gt;Santos Dumont&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;right&lt;/span&gt;? Sim, porque ele conseguiu provar que estava certo enquanto os outros (os babacas) foram esquecidos. E é esse o exemplo que eu quero pra mim. Por isso dei um banho de sal grosso nos meus planejamentos, me imunizei contra o mau olhado alheio e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;voilà&lt;/span&gt;! Dei os primeiros árduos passos em direção à mudança, passos que servirão como sofrimento e expiação necessárias, até porque assim eu tenho a impressão de que as coisas em breve irão melhorar. Objetivos finais perfeitos requerem esforços pesados e imediatos, então eu preciso apenas me concentrar nos objetivos (afinal, os fins justificam os meios).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve não haverá mais pés e pedras no caminho. Porque depois que todas as minhas modificações e todos os meus esforços estiverem concluídos, caminhar estará totalmente abaixo das minhas capacidades. Sim, como Santos Dumont, eu quero de fato &lt;span&gt;voar&lt;/span&gt;!&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Let’s go&lt;/span&gt;!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-6600363980710390908?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/6600363980710390908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=6600363980710390908&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/6600363980710390908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/6600363980710390908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2010/01/2010.html' title='2010'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/S0kgOHu-C8I/AAAAAAAAAN4/a4zI_pqEpx8/s72-c/i_wanna_fly_away2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-1905847024960783470</id><published>2009-12-22T00:31:00.008-03:00</published><updated>2009-12-22T03:34:39.781-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Music Baby'/><title type='text'>MUSICANDO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/SzA9-5RcL1I/AAAAAAAAANw/xUXYuJGZ_8g/s1600-h/blogagem_musica.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/SzA9-5RcL1I/AAAAAAAAANw/xUXYuJGZ_8g/s320/blogagem_musica.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417898502461861714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu e a música temos uma relação bastante transparente. Ela sabe que eu não vivo sem ela. E eu sei que, apesar de ser dependente dela, detenho todo o poder de escolha. Com o passar dos anos e da convivência, eu percebi que consigo fazer qualquer coisa enquanto escuto música. Isso inclui assistir filmes/TV, estudar, ler um livro, conversar... e até coisas que requerem um absurdo de atenção, como cozinhar (e eu sou um monstro desprezível na cozinha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música evoluiu fantasticamente na minha vida. Antes, eu morava em um interior (do Maranhão) onde eu só tinha acesso a 3 estilos musicais: forró, brega e reggae de má qualidade. Aos poucos, entrariam o axé, o samba e o pagode na lista. Eu, obviamente, detestava a condição, até porque esses estilos musicais não diziam o que eu gostaria de ouvir. Mas aí o meu querido irmão me apresentou o rock nacional, o rock internacional, o pop e aos poucos a música eletrônica, e aí sim eu encontrei muita coisa legal, no início tudo bem "mainstream" (ou seja, aquilo que vende muito e geralmente é o gosto da maioria). Mas aí aos poucos eu pude escolher o que eu queria escutar e o momento certo pra cada música. Foi a minha liberdade musical, alavancada pela internet e pelos bancos de músicas. Hoje digo, sem dúvida alguma, que o meu gosto musical reflete muito de quem sou e é totalmente influenciado pelo que as pessoas que eu amo escutam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É completamente injusto criar um top 5 de músicas porque elas iriam refletir o momento e não o todo. Então pra tentar ficar mais justo, vou criar o top 5 de 5 momentos específicos, onde a música diz exatamente aquilo que minha alma grita em silêncio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;TOP 5:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102); font-weight: bold;"&gt;TENSÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;1- Sunday bloody sunday (U2)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;2- Anna's song (Silver Chair)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;3- Ignoring U (Pitty)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;4- How you remind me (Nickelback)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);"&gt;5- Time of your life (Green Day)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;TOP 5:&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0); font-weight: bold;"&gt;ALEGRIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt;1- Paparazzi (Lady GaGa)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt; 2- I gotta a feeling (Black Eyed Peas)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt; 3- If I had you (Adam Lambert)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt; 4- Stereo Love (Edward Maya Ft. Alicia)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 0);"&gt; 5- That's what you get (Paramore)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;TOP 5:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-weight: bold;"&gt;TRISTEZA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;1- That I would be good (Alanis Morisette)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; 2- Clocks (Coldplay)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; 3- Je Saigne Encore (Kyo)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; 4- Kriptonita (Ludov)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; 5- Speechless (Lady GaGa)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;TOP 5: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;CALMA E REENCONTRO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;1- Bittersweet symphony (The Verve)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; 2- Equalize (Pitty)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; 3- Breath no more (Evanescence)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; 4- Undisclosed desires (Muse)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; 5- Enjoy the silence (Lacuna Coil)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;TOP 5: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;FÚRIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;1- Sober (P!nk)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; 2- I'm so sick (Flyleaf)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; 3- Água contida (Pitty)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; 4- Don't bother (Shakira)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; 5- A little piece of heaven (Avenged Sevenfold)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá pra ver nitidamente que o meu gosto musical se transformou numa coisa totalmente complicada de se entender, uma mistureba total que eu valorizo bastante e que eu pretendo que ninguém entenda, só aceite que é o meu gosto e ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outros posts eu detalho melhor os meus maiores amores musicais e o motivo deles, mas até lá, convido você a conhecer um pouquinho do que eu ouço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;OBS: desculpem o atraso Jay e Alê, tive um bloqueio criativo e o post não queria sair. Pra falar a verdade, nem gostei tanto do post, mas quero cumprir a promessa! Abração...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS2: Dia 23 vai ter um post reflexivo de Natal. Peço a ajuda de vocês pra melhorar o texto o máximo possível. Motivo: ele será o "discurso de Natal" antes da ceia da minha família. Por favor, contribuam com o próximo post!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-1905847024960783470?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/1905847024960783470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=1905847024960783470&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/1905847024960783470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/1905847024960783470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2009/12/musicando.html' title='MUSICANDO'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/SzA9-5RcL1I/AAAAAAAAANw/xUXYuJGZ_8g/s72-c/blogagem_musica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-248794486479107328</id><published>2009-12-15T13:35:00.004-03:00</published><updated>2009-12-15T13:50:49.659-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>STAIRWAYS TO HEAVEN</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/Sye8iaW1pPI/AAAAAAAAANo/hEq3MhmXMtM/s1600-h/Stair_Way_To_Heaven.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/Sye8iaW1pPI/AAAAAAAAANo/hEq3MhmXMtM/s320/Stair_Way_To_Heaven.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415504376312997106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:"Cambria Math";  panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;  mso-font-charset:1;  mso-generic-font-family:roman;  mso-font-format:other;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face  {font-family:Calibri;  panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:swiss;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-unhide:no;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  margin-top:0cm;  margin-right:0cm;  margin-bottom:10.0pt;  margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:Calibri;  mso-fareast-theme-font:minor-latin;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;  mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault  {mso-style-type:export-only;  mso-default-props:yes;  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:Calibri;  mso-fareast-theme-font:minor-latin;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;  mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault  {mso-style-type:export-only;  margin-bottom:10.0pt;  line-height:115%;} @page Section1  {size:595.3pt 841.9pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:35.4pt;  mso-footer-margin:35.4pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;br /&gt;A grande diferença entre &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;agüentar &lt;/span&gt;e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;enfrentar &lt;/span&gt;uma situação é a velocidade do processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Agüentar &lt;/span&gt;é como tomar pílulas de dor: você experimenta a amargura, o ódio, o ressentimento e a dor em pequenas porções, em doses suportáveis. Isso permite que você se distraia com outras coisas e esqueça temporariamente o terrível gosto da situação que se está tolerando. Pelo menos até a hora próxima dose, que geralmente chega de surpresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Enfrentar &lt;/span&gt;é uma opção menos atraente, mas é muito mais valente. Enfrentar é como beber um copo cheio fel liquefeito. É se obrigar a sentir o gosto total da amargura, do ódio, do ressentimento e da dor, tudo de uma vez, sem pausas, sem distrações, sem alívio temporário. E atente para um detalhe: o tamanho do copo não é nada pequeno, mas a vantagem dessa atitude é saber que não vai haver um “próximo copo” para a mesma situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agüentar é o meio mais &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fácil&lt;/span&gt;, mas tem graves &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;efeitos colaterais&lt;/span&gt;. Enfrentar é o meio mais &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;rápido &lt;/span&gt;e no máximo causa uma &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;indigestão passageira&lt;/span&gt;, no dia seguinte, já está tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu escolhi agüentar, mas acabei sendo coagido a enfrentar. E o “dia seguinte” já chegou. Ontem eu adormeci bem cedo, muito antes do nascer do sol. Hoje acordei cedo também, bem antes do sol de por. Tomei um café da manhã, coisa que não fazia há muito tempo. E almocei às 12:30, bem diferente do meu antigo “horário normal”, entre 18:00 e 19:00. Não senti nenhum pesar ao acordar, não tive vontade de ouvir músicas tristes, não passei fome e nem sede, não me entreguei à preguiça, não ignorei minha vaidade nem minha higiene. Hoje eu senti saudades, eu liguei pra dizer “mãe, te amo!”, eu fui altruísta e menos egoísta, eu aceitei responsabilidades e cumpri o que prometi. Eu me dei presentes, eu dei gargalhadas e até cantei e dancei um pouco... eu me amei um pouquinho mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabei descobrindo que sou muito bom em me auto-recuperar e situações críticas. Estou me sentindo bem, como nunca mais havia me sentido. E estou em paz, ainda cambaleando fisicamente, mas bem estável espiritualmente. Vou passar a tarde toda com aquela que eu considero minha melhor amiga neste mundo (perdendo apenas pra minha mãe). E acreditem, estou bem satisfeito de ter saído do fundo do poço sem a ajuda de um “ombro amigo e/ou materno”, como havia dito no post passado. Agora é manter as coisas como estão e torcer pra que continuem assim. É subir o primeiro degrau, sem se importar com o tamanho da escadaria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mudando um pouco de assunto:&lt;/span&gt; hoje o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sinapses &lt;/span&gt;têm exatos 50 posts. E dando uma olhadinha nos posts passados, acho que cumpri muito bem o objetivo de ter e manter um blog, uma das minhas “resoluções de ano novo” de 2009. 50 posts divididos em posts felizes, posts divertidos, posts críticos, posts militantes, posts deprê, posts ainda mais deprê (fossa mesmo!)... apesar dos sumiços e retornos, continuo por aqui firme e forte, sem nem cogitar a possibilidade de abandonar meu pequeno espaço virtual. Por isso, aviso que estou de volta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-248794486479107328?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/248794486479107328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=248794486479107328&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/248794486479107328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/248794486479107328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2009/12/stair-way-to-heaven.html' title='STAIRWAYS TO HEAVEN'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/Sye8iaW1pPI/AAAAAAAAANo/hEq3MhmXMtM/s72-c/Stair_Way_To_Heaven.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-7244334456946828493</id><published>2009-12-11T03:15:00.007-03:00</published><updated>2009-12-11T04:11:28.187-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><title type='text'>FUNDO DO POÇO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/SyHnKGcwGQI/AAAAAAAAANg/D0d5DC8xir4/s1600-h/fundo-do-poco.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 239px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/SyHnKGcwGQI/AAAAAAAAANg/D0d5DC8xir4/s320/fundo-do-poco.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413862387791960322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que muitos dizem, o “fundo do poço” não é escuro, nem úmido e nem desconfortável. Falo isso por experiência própria e atual. Mas todos estão certos quando dizem que ele é bem ruim. Ao atingir o fundo do poço, sua consciência é “iluminada” de uma forma que fica possível reconhecer onde houve erros e encontra o como e o porque se chegou a um nível tão baixo. Por isso digo que o fundo do poço é claro. O fundo do poço é seco porque, ao se dar conta que não se tem mais nada a perder e nem como as coisas ficarem piores do que já estão, você perde a capacidade de chorar, daí não há umidade. E é, até certo ponto, confortável porque dá tanto trabalho mover suas poucas energias pra sair dali que fica incrivelmente fácil se acostumar com a situação e decidir que ficar quietinho no seu canto (pelo menos por um tempo) é uma opção razoável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fundo do poço é um lugar que só existe dentro de nós mesmos. Até porque, se você for reparar, a menos que algo óbvio esteja acontecendo (miséria, doença, falecimento, etc.), ninguém percebe quando você está numa pior e nem entende os motivos de se ter chegado em tal situação. Uma analogia excelente, afinal, é bem difícil enxergar o fim de um poço sem estar no fundo dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis o fundo do poço. Eu cansei de tudo, enjoei de tudo. E de todos também. Parece que a festa acabou, as cores acinzentaram, a graça definhou, o assunto morreu, está tudo meio-morto. Não consigo me mover pra amar nem pra odiar alguém ou alguma coisa... e parece que esse tipo de trabalho não vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu sono se inverteu e enlouqueceu. Por vezes não consigo dormir, em outras durmo 14-16 horas por dia e ainda sinto sono. Dá preguiça de acordar e me levantar da cama. A fome vem, mas a vontade de comer já me abandonou há tempos. Estou visivelmente doente, mas não tenho um pingo de forças pra buscar ajuda. Ficar parado é uma proposta cada vez mais e mais tentadora. Meus amigos me ligam e, por mais que eu sinta saudade ou ainda necessidade de falar com alguém, deixar o telefone de lado e não atender parece tão mais prático e cômodo (inclusive com as pessoas que eu mais amo nesse mundo). As pessoas puxam assunto, contam piadas, discutem notícias, agradecem algumas coisas, reclamam de outras, pedem opiniões, querem explicações... mas tudo ficou tão desinteressante, mesmo ouvir, ler ou falar. Não sinto mais simpatia, nem antipatia. Só sinto apatia por praticamente tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É confuso, como se eu estivesse congelado e não houvessem motivos para seguir em frente. A apatia me subiu à cabeça. Com ela vieram a preguiça, a anorexia, a indiferença, a insônia ou hipersônia (intercaladas), a insatisfação, o descuido, a irresponsabilidade, o tédio, a inércia e a total falta de vaidade, auto-cuidado e auto-estima. E independente dos motivos que me levaram ao fundo do poço, a resolução disso tudo ainda pode demorar um pouco, principalmente porque metade das minhas forças ainda dependem do retorno de pelo menos um importante ombro amigo ou materno. Quando esse alguém retornar, eu sei que as coisas vão melhorar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: Nunca gastei tanto com álcool em toda minha vida. E ainda assim, não sinto a menor vontade de beber... a intenção é não ficar &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=m7upveqUGFQ"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sóbrio&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (né &lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-style: italic;"&gt;Pink&lt;/span&gt;?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-7244334456946828493?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/7244334456946828493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=7244334456946828493&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/7244334456946828493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/7244334456946828493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2009/12/fundo-do-poco.html' title='FUNDO DO POÇO'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/SyHnKGcwGQI/AAAAAAAAANg/D0d5DC8xir4/s72-c/fundo-do-poco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-6829370930762975328</id><published>2009-11-29T20:37:00.008-03:00</published><updated>2009-12-09T03:37:08.177-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='From S2'/><title type='text'>CORAÇÃO PARTIDO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/SxMFzC29YII/AAAAAAAAANQ/ObCRxgG9ea0/s1600/broken-heart.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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Realmente legal. Uma conversa legal. Palavras certas ditas na hora errada, e que desencadeiam sentimentos errados no momento certo. É simplesmente revoltante o poder que as palavras têm quando estamos frágeis: podem nos alegrar, nos derrubar, nos fazer pensar, podem nutrir esperanças, ou ainda pior, podem criar falsas esperanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois que eu tive todo o trabalho de romper meus próprios limites, minhas auto-restrições; depois que eu tive a coragem de me deixar sentir, de permitir que meu coração voltasse a bater mais rápido por alguém tão próximo... depois de toda a droga do meu esforço, o ingênuo coração é subitamente apunhalado. De uma forma boba, idiota, quase acidental se não fosse tão intencional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora, se eu estou puto e chateado, não importa. A culpa foi minha também. Eu já devia ter aprendido que não se deve alimentar sentimentos com ilusões e que não se deve ser tão ingênuo. Eu errei de novo. E eu sei que esse não vai ser o último erro, mas dói como se fosse. Eu sei que a culpa foi dele também, mas isso importa? Não é ele que está sofrendo, isso é o que importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se eu não quero a falar a respeito ou explicar o que aconteceu, é um direto meu. Se eu quiser manter distância por algum tempo, independente de quanto tempo seja, é direito meu. Eu já vi esse filme antes, eu sei como ele termina. Eu preciso matar novamente um sentimento platônico e prematuro que só pede pra existir. Eu preciso me livrar de toda essa carga negativa antes que eu sature. E eu preciso caminhar de novo, sozinho, mesmo que seja lentamente e rastejando. Preciso me reerguer sozinho, sem chorar pelos cantos, sem fazer cara de coitadinho e desejar a piedade alheia, afinal, eu cresci e é isso que pessoas crescidas fazem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo assim, nada me impede de sofrer tudo de novo, de sentir tudo de novo e de lamentar, com a cabeça baixa e o coração partido. Mais uma vez. Depois de uns goles de whisky pra ajudar a engolir a dor e uma boa noite de sono pra esquecer tudo, talvez eu melhore. E que assim seja!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Alysson era fera demais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pra vacilar assim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E o que dizem que foi tudo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por causa de um coração partido&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Um coração..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(“adaptado” de&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Dezesseis – Legião Urbana&lt;/span&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;PS: Eu &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;NÃO&lt;/span&gt; me importo se você, o “protagonista” desta história, aparecer por aqui e ler isto. E foda-se se foi tarde demais pra você perceber o seu vacilo. Não perca o seu tempo e nem o meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: Queridos leitores, eu vou continuar sumido. Preciso de tempo. Preciso de silêncio verbal e textual. Continuo lendo vocês, mesmo sem criar coments. Tudo de bom pra vocês...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-6829370930762975328?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/6829370930762975328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=6829370930762975328&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/6829370930762975328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/6829370930762975328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2009/11/coracao-partido.html' title='CORAÇÃO PARTIDO'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/SxMFzC29YII/AAAAAAAAANQ/ObCRxgG9ea0/s72-c/broken-heart.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-1256929690135329990</id><published>2009-10-15T23:54:00.002-03:00</published><updated>2009-10-16T00:27:54.514-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Momento (quase) totalmente nerd'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>BLOG ACTION DAY 2009</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/StfiKW_HY5I/AAAAAAAAANI/Efj_htwR4OE/s1600-h/bad-300-250.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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  &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="65" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="66" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium List 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="67" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 1 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="68" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 2 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="69" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Grid 3 Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="70" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Dark List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="71" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Shading Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="72" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful List Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="73" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Colorful Grid Accent 2"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="60" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Shading Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="61" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light List Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="62" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Light Grid Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="63" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 1 Accent 3"&gt;   &lt;w:lsdexception locked="false" priority="64" semihidden="false" unhidewhenused="false" name="Medium Shading 2 Accent 3"&gt; 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Antes as pessoas eram mais descrentes, pensavam que poderiam destruir e consumir os recursos do mundo sem se preocupar com o amanhã. Hoje, quando percebem que os invernos castigam regiões com tempestades poderosas e enchentes, enquanto os verões carregam a seca e um calor infernal por todo canto, as pessoas se dão conta de que algo não está “normal”. E por favor, me inclua entre essas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro de uma propaganda que passava quando eu ainda era bem novo, era muito forte, apareciam árvores sendo cortadas e um ruído de choro, desespero e gritos de agonia como pano de fundo. Eu morria de medo e pena da propaganda, eu sabia que cortar árvores não era legal, mas sabia que era necessário porque assim se fazia o papel e, conseqüentemente, os cadernos da escola... e minha mãe sempre me disse que eu devia estudar pra ser alguém na vida. Eu acreditava que as árvores podiam ser cortadas, desde que fossem pra fazer os livros e cadernos (e os lápis, principalmente se fossem lápis de cores). E desse antigo e inocente pensamento nota-se como os humanos justificam seus atos com desculpas esfarrapadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já passou da época de especular “o que pode acontecer” com o planeta se continuarmos no mesmo rumo. O consumismo, a despreocupação com o meio ambiente, o descaso de nem tentar ser sustentável, a caça e a pesca não controladas, as queimadas, a poluição em larga escala, a ausência de grandes programas de reciclagem e reaproveitamento da água, o abuso dos derivados do petróleo e da produção de energia baseada em combustão e TODOS os outros atos anti-ambientalistas do nosso mundo atual são uma realidade. E tão realidade quanto eles são os efeitos que eles já causam e continuarão a causar no nosso mundo: desastres climáticos (já comentados), desequilíbrio do ecossistema, extinção de espécies, aquecimento global, escassez de recursos naturais, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sou ambientalista, não sou um eco-chato, não sou vegetariano (apenas porque é incompatível com meu paladar), mas sou consciente. Sei o que é prejudicial à natureza e, na medida do possível, faço o que posso fazer dentro das minhas limitações. Evito desperdícios, jogo o lixo no lixo, reaproveito tudo o que posso, quase mato um indivíduo que tenta jogar lixo na rua na minha frente, procuro comprar cadernos, livros, resmas de papel, lápis e lápis de cores de empresas que fazem reflorestamento, etc. E apesar de saber que é pouco, tenho a consciência de que poderei fazer mais quando estiver em minha própria casa. E tenho a consciência de que se todos fizessem esse “pouco” há mais tempo, não estaríamos tão próximos dessas calamidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você também é um desses mensageiros do apocalipse e carrega a mensagem de que o fim está próximo por conta da “ira de Deus”, saiba que boa parte desse “apocalipse” é culpa da conivência e do abuso dos humanos em relação à seu próprio planeta. Se você é despreocupado, alerte-se: logo pode ser tarde demais pra se preocupar. E se você é consciente ou ambientalista, continue fazendo a sua parte e convencendo mais pessoas a abraçar essa causa... o mundo agradece!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: esse post faz parte do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.blogactionday.org/"&gt;Blog Action Day 2009&lt;/a&gt;, um movimento com mais de 10 mil blogs de todo o mundo postando sobre o meio ambiente e as alterações climáticas no dia 15 de Outubro de 2009. O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Blog Action Day&lt;/span&gt; faz, anualmente, um dia de discussão em vários blogs, com a intenção de refletir e agir em prol de um mundo e um futuro melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-1256929690135329990?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/1256929690135329990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=1256929690135329990&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/1256929690135329990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/1256929690135329990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2009/10/blog-action-day-2009.html' title='BLOG ACTION DAY 2009'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/StfiKW_HY5I/AAAAAAAAANI/Efj_htwR4OE/s72-c/bad-300-250.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-7016698847528582342</id><published>2009-10-13T23:56:00.003-03:00</published><updated>2009-10-14T02:33:21.392-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissionalmente falando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Agradecimentos'/><title type='text'>FISIOTERAPEUTAS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/StVfRjMVJ6I/AAAAAAAAANA/0tsoCvFf5Ec/s1600-h/Fisioterapia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapelayout ext="edit"&gt;   &lt;o:idmap ext="edit" data="1"&gt;  &lt;/o:shapelayout&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Quando você pensa em Fisioterapia, provavelmente deve pensar em ossos fraturados e membros engessados, lesões medulares associadas à cadeiras de roda e coisas similares, certo? Ok ok, eu estereotipei o pensamento alheio, desculpem-me. Você leitor, pode ser um pouco mais instruído e conhecer um pouco mais do trabalho de um Fisioterapeuta, mas a grande maioria da sociedade não conhece. É verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 13 de Outubro comemora-se o dia do Fisioterapeuta (e do Terapeuta Ocupacional também) e apesar das inúmeras conquistas, ainda há pouco motivo pra comemoração. Os Fisioterapeutas deste país ainda sofrem com a falta de remuneração adequada pelos planos de saúde (alguns pagam em torno de 7 reais por sessão de fisioterapia), desvalorização profissional, pouco conhecimento e reconhecimento pela sociedade e, pra variar, uma perigosa tentativa de submissão da formação ao mero nível técnico – graças ao Ato Médico, uma lei que pretende dar poderes plenos aos médicos, desvalorizando e subjugando mais de 13 outras profissões da área da saúde (como a Psicologia, a Enfermagem, a Odontologia e a Fonoaudiologia), só pra exemplificar. Junte a esses fatos a quantidade esmagadora de maus profissionais em nosso meio (muitos deles frustrados por se refugiar na Fisioterapia apenas por não terem conseguido passar em medicina), denegrindo, desunindo e deturpando um ramo profissional já com tantas dificuldades. Sim, ainda muito a ser feito... e fico feliz em saber que muita coisa já está sendo feita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não conhecia o que era a Fisioterapia antes de entrar na faculdade. Não sonhei em ser Fisioterapeuta desde criança. Não sabia que as bases que originaram a Fisioterapia vieram de milhares de anos atrás, antes mesmo do surgimento da medicina. Não imaginava que fosse me apaixonar por essa profissão e pelo significado que ela tem. Não sei o que vai ser da minha vida profissional no futuro, mas ter a certeza de que eu aprendi muito com a Fisioterapia e que ela ajuda a minha vida (e a dos meus familiares) a ser melhor e mais saudável. E não existe pra mim maior satisfação do que aliviar as dores de alguém, fazer alguém voltar a andar, a escovar os dentes, a respirar sozinho; enfim: ajudar as pessoas a conquistarem vitórias pessoais de independência e conforto. E salvar vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, comemore junto comigo o dia do profissional que, sim, ajuda a melhorar a situação de membros quebrados e pessoas de cadeira de roda, mas que também alivia dores de diversos tipos e com anos de duração; que trata diversas seqüelas e deformidades em praticamente todo o corpo; que permite a muitas pessoas uma respiração mínima e confortável pra manter a vida; que é totalmente indispensável em qualquer UTI; que trata de estrias, cicatrizes e celulite; que torna partos normais com menos riscos e dores; e que tem a possibilidade de promover saúde de formas cada vez mais abrangentes e eficentes para indivíduos, desde o nascimento até a 3ª idade pra você e pra todos aqueles que você ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Feliz dia do Fisioterapeuta para todos aqueles que amam a Fisioterapia e para aqueles que precisam de serviços de uma profissão tão nobre!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: Volto a comentar nos meus vizinhos a partir de amanhã. Desculpem o sumiço... =D&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-7016698847528582342?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/7016698847528582342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=7016698847528582342&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/7016698847528582342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/7016698847528582342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2009/10/blog-post.html' title='FISIOTERAPEUTAS'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/StVfRjMVJ6I/AAAAAAAAANA/0tsoCvFf5Ec/s72-c/Fisioterapia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-2845976200741634937</id><published>2009-10-11T20:47:00.005-03:00</published><updated>2009-10-13T01:39:29.012-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='GLS'/><title type='text'>11 DE OUTUBRO - DIA DE SAIR DO ARMÁRIO 2009</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/StJur0lSdUI/AAAAAAAAAM4/yPi5RaKsvrY/s1600-h/Out_of_the_Closet.208175151_std.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 270px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/StJur0lSdUI/AAAAAAAAAM4/yPi5RaKsvrY/s320/Out_of_the_Closet.208175151_std.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391493403044377922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Eu me considero fora do armário. E não é só de um armário, foram vários: o da sexualidade, o do moralismo, o do preconceito, o pseudo-familiar, o religioso/espiritual... Se eu aprendi alguma coisa em todos esses anos, foi que eu não posso exigir dos outros nada do que eu não seja capaz de fazer. E isso vale pra qualquer aspecto, o que só reforçou a minha ideologia de vida: não julgue, não se intrometa, não critique ou elogie sem conhecer muito bem o alvo das suas palavras (e mesmo conhecendo bem, pense duas vezes antes de usar suas palavras). E é com base nessa ideologia que eu sinto certo direito de exigir que não façam o mesmo comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu “outing” foi muito rápido, ocorreu a menos de um ano, e eu acredito ter mudado muito e reorganizado violentamente minhas concepções: saí da autoflagelação e da homofobia internalizada para a consciência de que nada de errado/estranho/diferente existe com os GLBT. E é por esse motivo que não acho necessário andar com faixas arco-íris ou camisetas do tipo “tenho orgulho de ser homossexual”. De alguma forma, eu ainda não quis escancarar as portas do armário, pois não consigo ver necessidade de que TODOS obrigatoriamente saibam a minha orientação sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria esse um reflexo do preconceito da sociedade e da violência como resposta à esse preconceito? Talvez, mas em meus poucos 22 anos, nunca sofri ameaças de violência física por motivo algum; e modéstia à parte, sempre respondi à altura e argumentei muito bem quando a tentativa de violência foi verbal pelo fato de eu ser gay. Eu só acredito que cheguei a um ponto de equilíbrio e tranqüilidade onde eu não preciso bradar aos quatro cantos aquilo que eu sou. Veja bem: eu não digo que tenho orgulho de ter o cabelo liso, de ser fisioterapeuta, de ser pardo, de ser bem educado, de escrever bem, de ser um bom filho, de ser leal às pessoas que amo, etc. Então porque eu deveria gritar que tenho orgulho de ser gay? Todas são características do Alysson que sou e acredito que todas devem ser encaradas naturalmente. E sinto muito orgulho dessas e de muitas outras características minhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meu ver, estar do lado de fora do armário não significa declarar sua sexualidade pra todos com o velho e tenso discurso “Eu preciso te contar uma coisa... eu sou gay/lésbica/bi”. Sair do armário é levar a sua vida de uma forma tão natural e espontânea que você não vai ver problema ao andar por aí de mãos dadas com seu namorado(a), em dizer você que achou aquele cara/menina bonita (nem de persegui-lo(a) com os olhos), em se vestir do jeito que você acha melhor sem se preocupar com o que vão pensar, em dar um beijo carinhoso em público, etc. A diferença é não esconder aquilo que você é, mas sem dar importância demais pra uma característica que é tão normal quanto qualquer outra. A idéia é justamente destruir esse tabu montado sobre a homossexualidade como o completo oposto da heterossexualidade; a idéia é repassar a mensagem das similaridades e não das diferenças. Você acaba assustando algumas pessoas, mas elas ficam completamente desarmadas pela espontaneidade e tranqüilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o preconceito existe e ele não será apagado do dia pra noite. Ele precisa ser combatido SIM. E na hora de combater o preconceito, foda-se o que vão pensar de você, pouco importa se você não quer se expor. A informação é a melhor arma contra o preconceito, portanto não se sinta ofendido quando alguém resolver tirar dúvidas com você sobre os aspectos GLBT, pelo contrário, sinta-se honrado por disseminar informação (e trate de fazer isso de forma correta). Depois que já estiver fora do armário, discuta com seus pais e amigos a respeito disso, eles podem propagar a mensagem de igualdade. E não se omita: se sentir que foi discriminado, saiba que a lei está ao seu lado, a Constituição diz que nenhuma forma de discriminação pode ser aceita. Se algum amigo te ofendeu com algum comentário homofóbico, converse com ele da mesma forma que você conversaria para resolver qualquer outro tipo de ofensa, ele entenderá se for seu amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sair do armário é um processo quase sempre difícil, que exige tempo (mais pra uns, menos pra outros), autoconhecimento, informação e, na maioria das vezes, ajuda de um amigo, de um familiar ou mesmo de um psicólogo. Não apresse essas coisas, elas virão com o tempo e você saberá a hora certa de agir. O “outing” é mais fácil pra uns, mais difícil pra outros, envolve muito amor em uns casos, manifesta-se com violência em outros casos. Ninguém é melhor do que você pra avaliar como serão as reações das pessoas envolvidas e em que casos será necessária uma retirada estratégica e temporária pro armário, portanto, ninguém pode dizer quando será a melhor hora pra você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem final é: porque sair do armário? Simples, porque viver um personagem cansa. Esconder uma parte de você é anular essa parte que, acredite, é tão importante como as outras. Acredite, a sensação de não ter que escolher as palavras, de não precisar ter medo do que vai falar pra não se comprometer é maravilhosa. Aliado a isso, em muitos casos a família apóia e respeita; e você percebe que as amizades só crescem a partir da “revelação”, a cumplicidade aumenta... a verdade não tem preço. Acredito plenamente que estar fora do armário simplesmente aumenta as suas chances de ser mais feliz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-2845976200741634937?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/2845976200741634937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=2845976200741634937&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/2845976200741634937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/2845976200741634937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2009/10/11-de-outubro-dia-de-sair-do-armario.html' title='11 DE OUTUBRO - DIA DE SAIR DO ARMÁRIO 2009'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/StJur0lSdUI/AAAAAAAAAM4/yPi5RaKsvrY/s72-c/Out_of_the_Closet.208175151_std.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-112980300051940363</id><published>2009-10-09T01:53:00.003-03:00</published><updated>2009-10-09T02:09:29.786-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Surtos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>HUMOR, PRECONCEITO E BOM SENSO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/Ss7B-rRpUXI/AAAAAAAAAMo/zcyQK-XLM3I/s1600-h/OAAAAPad0boJKDvJLCkHWC_DQuFXR0I_wcrpr_thmTgwYsYYCB9GAxomYBSEHC7JcngPZkqE1BC5Ok_gRtvPo1O4klcAm1T1UILI2qQEQbxJSuSps9yfN4a7nIyX.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 120px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/Ss7B-rRpUXI/AAAAAAAAAMo/zcyQK-XLM3I/s320/OAAAAPad0boJKDvJLCkHWC_DQuFXR0I_wcrpr_thmTgwYsYYCB9GAxomYBSEHC7JcngPZkqE1BC5Ok_gRtvPo1O4klcAm1T1UILI2qQEQbxJSuSps9yfN4a7nIyX.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390459086521848178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/Ss7B-UMrQLI/AAAAAAAAAMg/FymHhM3qIT4/s1600-h/rockyehudson4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 97px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/Ss7B-UMrQLI/AAAAAAAAAMg/FymHhM3qIT4/s320/rockyehudson4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390459080326987954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Atenção: esse post será bem maior que de costume e provavelmente dará algumas voltas antes de chegar a uma conclusão, e esta conclusão é a MINHA opinião. E lembre-se sempre que você tem todo o direito de não concordar com essa opinião e livre espaço pra argumentar contra ela, desde que seja EDUCADAMENTE.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Ontem, um dos meus (raros) amigos do sexo masculino, heterossexual e que soube da minha sexualidade há pouco tempo resolveu conversar a respeito de homofobia e outros tipos de preconceito. Achei incrível a iniciativa dele, admitindo-se ignorante sobre o assunto e pedindo opiniões, esclarecimentos. Mas ele disse algo que fez pensar mais do que eu já sei a respeito de preconceito:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;– “Pelo menos na minha opinião, a gente muda demais a visão das coisas quando é alguém que gostamos.” (no caso, referindo-se a descobrir que uma pessoa querida é homossexual).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Essa mudança de “visão” fez com que ele começasse a enxergar certa homofobia em alguns dos seus atos e exatamente por esse motivo ele veio conversar comigo, pra que eu desse uma espécie de veredicto do tipo “isso é preconceito” (fiquei lisonjeado, mas estou longe de poder dar esse tipo de veredicto). Em um dos seus exemplos, ele citou ter vergonha por ter brincado com as mais diversas piadinhas sobre gays que foram presentes durante todo nosso período de faculdade, quando nem ele ou nenhum dos meus amigos sabia da minha orientação sexual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Ainda no assunto humor, recentemente assisti a um debate na MTV que discutia exatamente isso: até quando uma piadinha pode ser engraçada sem ser preconceituosa? Aliás, é possível haver humor politicamente correto? E apesar do debate ter sido uma porcaria – porque todo mundo queria falar ao mesmo tempo e porque não conseguiram chegar a uma “conclusão” em comum – ele serviu pra me estimular a pensar mais a respeito do assunto. No debate foi discutido com grande foco a polêmica recente no Twitter do humorista &lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(255, 0, 0);" href="http://twitter.com/DaniloGentili"&gt;@DaniloGentili&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;, que publicou a seguinte frase/piada:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;– “King Kong, um macaco que, depois que vai para a cidade e fica famoso, pega uma loira. Quem ele acha que é? Jogador de futebol?”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;A frase causou polêmica devido à antiga e preconceituosa associação entre macacos e negros, reforçada pela tirada infame de que “jogadores negros tem preferências por mulheres loiras”. O humorista foi duramente criticado por ONGs de defesa da igualdade racial e por milhares de pessoas no Twitter. O Danilo Gentili argumentou com outra frase no Twitter e por telefone (durante o programa de debates) com as seguintes frases:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;– “Alguém pode me dar uma explicação razoável por que posso chamar gay de veado, gordo de baleia, branco de lagartixa, mas nunca um negro de macaco?”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;– “A piada é cruel com todos. É cruel com o político, com o eleitor, com o preto, com o branco, com o amarelo, com todo mundo. O que você não pode é ter a auto-estima tão baixa ao ponto de se ofender diretamente pelo que a piada diz.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Com as considerações e fatos devidamente citados, vamos às opiniões. É bem verdade que piadinhas sobre as minorias (e maiorias também) existem e são de todos os tipos. São piadas raciais (contra brancos, loiras, negros, amarelos índios), políticas (contra eleitores, políticos, campanhas), religiosas (contra judeus, católicos, evangélicos, muçulmanos, religiões iorubás), regionais (contra gaúchos, nordestinos, portugueses, americanos, etc), sexuais (contra gays, lésbicas... e contra heteros também), etc. As piadinhas são parte da nossa sociedade e é absolutamente comum que você cresça ouvindo piadinhas de alguns desses grupos... geralmente piadinhas do grupo que você não faz parte (ou que pensam que você não faz parte).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem de longe eu sou hipócrita o suficiente pra dizer que nunca ri de piadas de negros, de portugueses e até mesmo de gays. Eu cresci rindo de piadas de todos os tipos. Não sou “politicamente correto” e concordo plenamente com o Danilo Gentili quando ele diz que as piada são cruéis (e neste assunto, concordo com ele somente neste ponto). As piadas realçam e exageram o feio, o diferente, a minoria, os defeitos, os estereótipos, etc., e a intenção é exatamente provocar risos desses aspectos, criticando-os. Eu particularmente não classifico as piadas por serem preconceituosas ou não, eu as classifico em “piadas boas” e “piadas ruins”, e a piada do Gentili foi muito, MUITO ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, quando me contam uma piada de gays eu tenho apenas duas reações: rir quando é boa e não rir quando é ruim. Mas eu admito que se hoje eu penso assim é porque estou muitíssimo bem resolvido com o que sou e ponto. Não estou em nenhum “armário”, não escondo meus pontos de vista e não me ofendo com piadas (boas ou ruins) sobre a minha sexualidade, simplesmente porque, quando estou entre amigos gays/lésbicas/bissexuais, o alvo da piada são justamente os heteros. Sim leitores heterossexuais, existem MUITAS piadas ridicularizando os heteros, piadas boas e piadas ruins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que deve ficar claro é que o humorista não sabe quando o público da sua piada faz ou não parte do grupo que é ridicularizado. O humorista também não sabe se a auto-estima do seu público é/está boa ou não, e tampouco sabe se ele está ou não bem resolvido com seus problemas individuais. Acreditem: existem gays homofóbicos, negros racistas, loiras (burras) que pintam os cabelos e uma infinidade de pessoas que rejeitam aquilo que são; e são essas as pessoas que mais se ofendem com piadas preconceituosas. As piadas são cruéis, mas o humorista jamais pode calcular os danos que elas podem trazer em pessoas mal-resolvidas que são o alvo das piadas. Entretanto, não é responsabilidade do humorista passar a mão na cabeça de gente frustrada, ele está lá pra fazer você rir. E se o público não gosta da piada, ele morre de fome ou procura outro emprego, simples assim. Frustração se resolve com terapia e psicologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado o Danilo Gentili foi infeliz com sua piada ruim, não entendo exatamente o porque foi feito tanto alarde sobre esse fato. O Christian Pior (personagem do Evandro Santo no Pânico), por exemplo, é totalmente cruel e venenoso com gente pobre, feia, sem classe, etc. Apesar do personagem ser gay, ele nunca é a vítima (por mais que alguns tentem) e é exatamente por isso que é tão engraçado. Ele xinga e critica deliberadamente no seu quadro e ninguém vem em defesa dos pobres e marginalizados, pelo contrário, é muito mais fácil irem contra a “bichinha”. E eu torno a tocar em uma ferida: a resposta pra isso é que racismo é crime, enquanto boa parte das outras formas de preconceito não são, como por exemplo, a homofobia. E nem de longe eu espero que um dia as pessoas sejam presas só por me chamarem de viado (até porque isso implica em prender minha família e meus amigos), a diferença está na violência e não na simples palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aonde o Alysson vai chegar afinal? Simples: você não deve chamar gay de veado, gordo de baleia, branco de lagartixa e nem negro de macaco, A MENOS QUE o gay/gordo/branco/negro/etc te dê liberdade o suficiente pra isso. Meus amigos me chamam de gay, viado, etc. Eu chamo amigas lésbicas de sapata, amigos gordos de obeso, etc. Porque independente do que foi dito, existe RESPEITO e não é uma palavra de tratamento que destrói o respeito, é a intenção e forma como as palavras são ditas. Existe uma diferença abissal quando um amigo me diz “Ae viado, como vai?” e um estranho fala “Seu viado de merda!”, o que só comprova que uma mesma palavra pode causar efeitos completamente diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo: não é a piada que é preconceituosa, é a nossa sociedade, a nossa cultura que são preconceituosas, sexistas, racistas, xenofóbicas, homofóbicas. Num possível mundo utópico onde o preconceito não existisse, duvido mundo que o humor e as piadas deixassem de existir ou mudassem seus focos. O que provavelmente deixaria de existir é a hipocrisia, que “permite” que um gay ria da piada de negros e reclame quando a piada é sobre gays; um cearense ria da piada de gaúcho e sinta-se ofendido com piadas contra nordestinos. As pessoas continuariam rindo quando a piada fosse boa e não ririam quando a piada fosse ruim, sem frustrações, sem traumas, sem defender os alvos das piadas ou sem se ofender quando se é o alvo. O politicamente correto simplesmente não existe sem falso-moralismo, que existe em abundância por aí. E pra finalizar, uma frase que conclui perfeitamente o pensamento: “Pimenta nos olhos dos outros é refresco”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-112980300051940363?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/112980300051940363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=112980300051940363&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/112980300051940363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/112980300051940363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2009/10/humor-preconceito-e-bom-senso.html' title='HUMOR, PRECONCEITO E BOM SENSO'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/Ss7B-rRpUXI/AAAAAAAAAMo/zcyQK-XLM3I/s72-c/OAAAAPad0boJKDvJLCkHWC_DQuFXR0I_wcrpr_thmTgwYsYYCB9GAxomYBSEHC7JcngPZkqE1BC5Ok_gRtvPo1O4klcAm1T1UILI2qQEQbxJSuSps9yfN4a7nIyX.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-3125283063627420485</id><published>2009-09-30T03:37:00.005-03:00</published><updated>2009-09-30T03:51:47.205-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questão de opinião (ou não)...'/><title type='text'>E ENTRE HOMENS?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/SsL8z7oa4sI/AAAAAAAAAMY/UYogWy7nKTg/s1600-h/steve+walker+5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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E o Alysson concorda com cada palavrinha dita pela Dama. Isso porque ela é uma mulher objetiva, direta e sucinta, soube dar o recado de uma excelente forma: falou de uma forma &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;GERAL&lt;/span&gt;, porém sem &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;GENERALIZAR&lt;/span&gt;. Confuso? Sim. Possível? Eu diria que sim, é só uma questão de cuidado com o que se fala sem, no entanto, ocultar sua opinião. Mas e entre homens, como se desenvolve as suas relações sociais? É sobre o que eu vou tentar falar hoje, mas recomendo fortemente que vocês leiam antes o &lt;a href="http://confissoes-femininas.blogspot.com/2009/09/competicao-feminina.html"&gt;post da Dama&lt;/a&gt;, vale a pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto que as mulheres são curvas (e até certo ponto redondas), os homens são poligonais, são quadrados, triangulares. Homens são de Marte e mulheres de Vênus, e astrologicamente falando, Vênus é mais calorosa, mais sensível, enquanto Marte é mais frio, mais sólido. Metáforas à parte e independente da sexualidade, homens tendem a ser muito mais diretos, muito mais óbvios, enquanto que as mulheres tendem a ser mais sensíveis, mais sutis, mais perceptivas à detalhes. Atente para as palavras “tendem a”, o que denota claramente uma &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TENDÊNCIA &lt;/span&gt;e não uma &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SENTENÇA &lt;/span&gt;indiscutível. E isso acontece por motivos bem conhecidos: a nossa cultura é sexista, logo, a sociedade nos enfia goela abaixo esses valores de “meninos brutos” e “meninas sensíveis” e eles são (ou não) assimilados por todos nós em diferentes proporções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se entre as mulheres é tudo velado e o real significado de suas intenções é passado por meio de sutilezas, que formam densas camadas de “neblina” e dificultam sua interpretação; por outro lado esse fato costuma desenvolver nas garotas um sentido adicional, a percepção para sentir a real motivação dos fatos/atos/palavras, a capacidade de ler as entrelinhas, de captar o subliminar. Isso é bom, pois prepara melhor emocionalmente as damas, que aprendem a reagir melhor a essas sutilezas. O problema é que isso torna as relações cansativas (como disse a própria Dama), principalmente quando associada à desconfiança, quando existe a neurose de colocar significados onde não existem e sentidos em palavras que não foram ditas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já entre homens o subliminar e o sutil são muito mais raros. Se você não disse algo com todas as letras, um homem não pensará que foi dito e, portanto, não pensará nas possibilidades de ter sido dito. Ele não ficará horas pensando na intenção daquilo que você disse/fez. A percepção masculina é algo rígido, poligonal e fechado, como um bloco de pedra. A menos que tudo tenha sido escancarado, como uma ironia óbvia ou uma indireta totalmente direta, tudo passará despercebido. Se por um lado isso evita intrigas e facilita as coisas, por outro limita as possibilidades e torna os rapazes um tanto quanto insensíveis. Se você dá diariamente provas muito sutis de que está interessado em um garoto, existem grandes chances de que ele não perceba nada durante ANOS. Declarar uma paixão pode ser bem mais fácil, resolve as coisas em segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E da mesma forma, o “menino bruto” pode se tornar cada vez mais sólido e menos perceptivo ao longo dos anos. Por isso é tão comum que uma mulher reclame quando o namorado/marido/amante não percebe o novo penteado, a lingerie nova, a comida preferida dele preparada no dia do aniversário de namoro, o próprio dia do namoro... Com homens, ou se diz EXATAMENTE o que você quer dizer ou corre-se o risco da mensagem ser captada por eles de forma incompleta. Não existe “neblina” nas relações entre homens, é tudo muito claro, limpo e nítido. E perigoso também, porque se a sua mensagem for ofensiva, deverá ser resolvida imediatamente. Muitas vezes no braço, por culpa da testosterona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E usando a comparação da Dama de Cinzas: se o ambiente de trabalho predominantemente feminino costuma ter mais intrigas, com fofocas nos bastidores e uma máscara de paz por fora; quando o predomínio é masculino, as competições e inimizades costumam ser tão óbvias e levadas às últimas conseqüências, que um setor pode se partir ao meio numa guerra particular. E nesse ponto, chego a acreditar que, de uma forma geral, as mulheres não são mais falsas que os homens, elas são mais capazes de perceber a falsidade alheia do que os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas reforço a necessidade de se entender que essas questões de sutileza, percepção e objetividade, essas nuances fazem parte da personalidade de cada um. E você JÁ SABE (através &lt;a href="http://syn-blog.blogspot.com/2009/07/qualidades-defeitos-personalidade-parte.html"&gt;desse post&lt;/a&gt;) que personalidade é uma coisa própria, pessoal e intransferível. E dessa forma, alguns homens podem ser bem mais perceptivos que muitas mulheres; já algumas mulheres podem ser tão diretas que chega a doer. Além disso, existem “níveis” de complexidade ao se interagir e ao se captar o que exatamente foi a intenção dessa interação. Parte dessa capacidade de se relacionar (mais sutilmente ou mais objetivamente) é totalmente possível de ser assimilada e aprendida, outra parte é totalmente inata e não há aprendizado que a melhore. Portanto, este post tenta falar de uma forma geral (e baseada na nossa sociedade) sem generalizar, porque existem casos e casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pra finalizar, deixo um exemplo pessoal: desde cedo eu me dou muito bem com as mulheres. Assim como a Dama, acho-as fascinantes, complexas, completas e bem mais capazes de me compreender do que os garotos. Sempre tive muito mais contato com as garotas e conseqüentemente tive mais amigas mulheres do que amigos homens. Acredito que tal convivência constante melhorou um pouco minha percepção e me tornou mais sutil ao deixar o meu recado e minhas intenções ao agir, apesar de  não ser afeminado. Entretanto, em muitos casos, é patético ver a minha cara ao perceber tardiamente algo que sempre esteve óbvio. Ou seja: sim, sou mais intuitivo,  um pouco mais perceptivo, mas sou bem direto naquilo que me interessa, mas ainda sou poligonal, sólido e fechado, como um bloco de pedra. A minha sexualidade contribuiu para esse resultado final do que é o "Alysson" de hoje? Certamente! Mas não caia na tolice de inverter os papéis do que foi dito aqui para aplicá-los nos homossexuais, pois isso é GENERALIZAR. Conheço diversos gays (afeminados ou não) que são totalmente quadrados, óbvios - como o meu ex, por exemplo -  e lésbicas (masculinizadas ou não) completamente sutis - como uma das minhas grandes amigas, por exemplo. E conheço inclusive o inverso entre heterossexuais também, podem acreditar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: Só pra ficar claro, não tenho absolutamente NADA contra quem é afeminado ou masculinizado, independente do sexo e da sexualidade destes. Muito pelo contrário, viva as diferenças!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS2: Volto a comentar (com prazer!) no blog dos meus vizinhos pela semana, e perdoem-me pelo "sumiço". Abraços!&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6067089746220559252-3125283063627420485?l=syn-blog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://syn-blog.blogspot.com/feeds/3125283063627420485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6067089746220559252&amp;postID=3125283063627420485&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/3125283063627420485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6067089746220559252/posts/default/3125283063627420485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://syn-blog.blogspot.com/2009/09/e-entre-homens.html' title='E ENTRE HOMENS?'/><author><name>Alysson-Syn</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06746714661029192026</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-JstUCw5tyrk/Tpc-mjNaxyI/AAAAAAAAAQ0/3Pn7lHjgYRk/s220/312253_229020617159659_100001551671024_652679_1113714854_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/SsL8z7oa4sI/AAAAAAAAAMY/UYogWy7nKTg/s72-c/steve+walker+5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6067089746220559252.post-9191933543631333064</id><published>2009-09-22T12:49:00.004-03:00</published><updated>2009-09-22T23:06:27.985-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eu preciso dizer...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cotidiano'/><title type='text'>(FALSO) MORALISMO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/SrjzAZ8stEI/AAAAAAAAAMQ/r1RTfaAQAzg/s1600-h/apontar%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 246px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_GvKiDGEr4AQ/SrjzAZ8stEI/AAAAAAAAAMQ/r1RTfaAQAzg/s320/apontar%5B1%5D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384320542812451906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5Cteste%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CUsers%5Cteste%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CUsers%5Cteste%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt
